tratamento para ansiedade…Tomar um copo de vinho

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Um composto químico na pele e sementes de uvas e bagas usado para o vinho tinto bloqueia uma enzima no cérebro ligada ao estresse, depressão e ansiedade.

O resveratrol já é conhecido por ter outros benefícios à saúde, como prevenir doenças cardíacas.

Os pesquisadores descobriram que isso também afeta nossos processos neurológicos.

O composto ajuda a regular uma enzima chamada PDE4 (fosfodiesterase 4) que é liberada pelo hormônio do estresse do corpo, a corticosterona.

Mas quando o estresse é grave, muito do hormônio é produzido para tentar lidar com ele.

tratamento para ansiedade...Tomar um copo de vinho
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Isso diminui a resistência e tem um efeito negativo, levando à depressão ou outros transtornos mentais.

O resveratrol inibe o PDE4 de fazer isso, sugerindo que ele poderia funcionar como um ingrediente mais eficaz em medicamentos antidepressivos, disseram as equipes da Universidade de Buffalo, no estado de Nova York, e da Universidade Médica de Xuzhou, na China.

O autor do estudo, Ying Xu, disse à revista especializada Neuropharmacology: “O resveratrol pode ser uma alternativa eficaz aos medicamentos para o tratamento de pacientes que sofrem de depressão e transtornos de ansiedade”.

No ano passado, especialistas no Brasil descobriram que o resveratrol no vinho tinto pode ajudar a combater tumores de câncer.          tratamento para ansiedade…Tomar um copo de vinho

cura para depressão.

‘Eu pensava que merecia’: Como a ioga ajudou mulher a superar estupro, trauma e depressão

A jornada de Natasha Noel em busca de cura começou aos 21 anos de idade. O namorado dela havia terminado a relação e saído de sua vida.

Era o momento de repensar seu caos interior, mas suas cicatrizes eram profundas.

Aos três anos e meio de idade, ela viu a mãe atear fogo em si própria. Seu pai, que sofria de esquizofrenia, foi enviado para uma casa de detenção, e ela passou a viver com os padrinhos.

Aos sete anos, Natasha foi estuprada. O abusador a encurralou e atacou — mas ela não contou a ninguém.

Ela também não disse nada depois, quando foi abusada e tocada de forma inadequada.

“Minha infância foi marcada pela dor e por uma culpa muito grande. Eu sempre me culpava”, conta ela à BBC.

“Eu amava ser vítima, porque era algo tão próximo à dor. Eu pensava que merecia aquilo”.

Depois de anos sofrendo com inseguranças sobre o próprio corpo, ela encontrou a liberdade na dança. Assim, achou uma forma de se expressar de forma mais confiante.

Ela treinou jazz, balé e dança contemporânea em um instituto local de Mumbai, maior cidade da Índia.

Mas uma lesão no joelho colocou um fim aos treinos. Sua dislexia, combinada ao bullying que encarava na escola, também a afastou dos estudos em um período crucial.

Quando conseguiu se formar, sua mãe adotiva sugeriu que ela seguisse carreira como professora, para garantir certa estabilidade.      tratamento para ansiedade…Tomar um copo de vinho

Natasha conta que sua nova família cuidava dela da melhor forma que podia, mas nada era suficiente. “O problema era eu, porque eu não estava pronta para essa aceitação e nunca me abria”.

“E eu definitivamente não estava pronta para um emprego como professora”.

Depois de um término de namoro, surgiu o desejo de mudança.

“Eu sabia que tinha de melhorar”, diz ela.

treinamentos Online que ajudaram milhares de pessoas:

Despertar da Cura Quântica

Despertar do Amor

Kit Videos Motivação e Humor

Programa: Controle da Ansiedade em 4 Semanas

Reprogramação Mental – Coleção Completa 17 áudios

Preenchendo o vazio.

Foi uma fase que ensinou a ela uma grande lição: “você precisa cuidar da sua saúde mental, porque ninguém mais vai fazer isso”.

Natasha percebeu que estava lidando com anos de ódio a si mesma e de problemas com sua imagem corporal. “A depressão, para mim, era sobre comportamentos extremos. Eu comia até não conseguir mais respirar e depois vomitava, ou então me forçava a passar fome. Ou eu dormia o dia inteiro, ou simplesmente não dormia”.

Transtornos do tipo costumam ser negligenciados na Índia, devido ao estigma social e à falta de cuidados médicos. Estima-se que um quarto da população mundial sofrerá com algum transtorno ao longo da vida, segundo a Organização Mundial de Saúde — e a depressão está entre os quadros mais críticos.

Natasha havia passado por terapia antes, quando mais nova. Dessa vez, entretanto, ela também optou por uma série de técnicas para autocuidado. A lista incluía um caderno para anotar momentos pelos quais se sentia grata, que a ajudava a ter mais perspectiva, e um caderno de metas que a encorajavam a agir.

“Minha depressão e minha ansiedade me motivaram a sair dali”, conta ela.

“Na pior fase, eu definia apenas metas menores para cada dia, como escovar meu cabelo ou sair de casa para uma caminhada de cinco minutos”.

Nos dias em que não conseguia dar conta disso, ela decidia ser mais suave consigo mesma.

“Eu aprendi a dizer a mim mesma que está tudo bem em falhar e tentar de novo amanhã. Eu tive de praticar o amor próprio até que se tornasse o único caminho”.          tratamento para ansiedade…Tomar um copo de vinho

Essa foi a maior diferença na forma como lidava com diversos assuntos. “Eu me lembro de quando meu terapeuta me perguntava como eu estava, e eu respondia ‘eu estou bem, e você?’.”

“Eu estava tão acostumada a dar amor aos outros, mas nunca a mim mesma”, ela lembra.

Cura por meio da ioga.

A meditação tornou-se uma grande parte da jornada de Natasha para lidar com depressão e ansiedade.

Ao longo dos anos, ela recorreu também à ioga para melhorar sua força física e mental.

“Depois da minha lesão, eu não pude mais dançar nem fazer qualquer atividade física. Mas comecei a ver mulheres do mundo todo mostrando poses de ioga nas redes sociais e pensei no quanto era incrível”, diz ela.

Ela queria chegar lá, um passo de cada vez.

Esse caminho ia desde as posturas físicas (asanas) até as formas de controle da respiração (pranayama), para chegar à atenção plena.

“Praticar ioga ajuda a me manter sã. O processo foi longo, mas o progresso passou a ser encorajador”.

Depois de cinco anos, ela se vê em um lugar melhor.

“Hoje, não importa o que aconteça, eu pratico ioga nas primeiras horas do meu dia e tiro alguns minutos para meditar”.

Isso tornou os dias de estresse mais tranquilos e ajudou em sua prática do amor próprio, como ela nunca havia conseguido antes.

Natasha decidiu transformar isso em um estilo de vida e passou pelo treinamento para se tornar uma instrutora de ioga.

Lidando consigo mesma
Aos 27 anos de idade, ela ainda tem dias ruins, mas aprendeu a continuar.

Natasha é agora uma professora de ioga, defensora da conscientização sobre saúde mental e influenciadora digital. Ela explica que sua jornada começou com a autoaceitação.

“As palavras que você diz sobre mim, eu já pensei sobre mim mesma e foi muito pior”, diz seu perfil no Instagram.

Ela promove a aceitação corporal para mais de 245 mil seguidores, enquanto os inspira a fazer ioga. O perfil na rede social também reflete muitas de suas experiências pessoais.

“Eu repetia constantemente esse ‘modo vítima’ na minha cabeça. Mas me policiava sobre isso, porque eu mesma estava me puxando para baixo”.        tratamento para ansiedade…Tomar um copo de vinho

Como influenciadora, ela continua a ser chamada por trolls de “mau caráter”, “indigna”, “fácil” ou “não tão bonita”.

Entretanto, Natasha não é mais acometida pela ansiedade. “Eu mudei minha perspectiva e trabalhei duro para melhorar”.

“Eu levei 20 anos para chegar aqui e ainda não terminei. Ainda estou me curando, um passo de cada vez”.

Psicóloga cria grupo de WhatsApp para ajudar pessoas que sofrem com ansiedade

A psicóloga luverdense Mayara Techio, especialista em terapia cognitiva comportamental, com mais de 10 anos de experiência, tomou uma iniciativa inédita no município: a criação de um grupo no WhatsApp para ajudar pessoas que sofrem com ansiedade, um transtorno caracterizado por preocupac¸a~o excessiva, persistente e de difi´cil controle.

Ao Portal da Cidade, a profissional de saúde mental salientou que a comunicação mais simples e de rápido acesso tem como principal objetivo alcançar “pessoas que não tem condições de fazer um acompanhamento psicológico. No grupo, os participantes terão a oportunidade de receber informações sobre o que é ansiedade através da identificação dos sintomas. Também será abordado técnicas para lidar com os diferentes tipos de ansiedade, visando diminuir os sintomas, pois só quem sofre de ansiedade sabe o quanto é difícil controlar todos esses sentimentos sozinhos, e o grupo vem com este objetivo: ajudar as pessoas a superarem a ansiedade”.

O Grupo iniciará no dia 20 de novembro, tendo duração sequencial de 15 dias; O investimento para participar é de apenas R$ 100,00 (cem reais), sendo esse valor depositado em conta corrente.

Os temas trabalhados no grupo serão: tipos de Ansiedade e fatores desencadeantes; distorções cognitivas; hábitos que ajudam a diminuir os sintomas, e muito mais. Para mais informações, os interessados deverão entrar em contato pelo número (65) 98436-0199.

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Saúde mental: ajuda não é restrita a quem pode pagar

“Todo mundo que faz atendimentos regulares com um psicólogo já deve ter ouvido algo como: “Mas não é muito caro?”. E a resposta, normalmente, é “sim”. Essa, no entanto, não é a única via possível.

Ainda que seja de conhecimento comum que o Sistema Único de Saúde (SUS) atende a toda a população gratuitamente, nem todos os cidadãos sabem que o sistema também dispõe de psicólogos. Estes profissionais são organizados dentro das redes municipais focadas em saúde mental.

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Da mesma forma que no atendimento regular de saúde, quem busca atenção psicológica deve procurar o postinho mais próximo da sua residência. “A porta de entrada preferencial é pela unidade de saúde onde as pessoas têm cadastro. Na unidade de saúde é feita a avaliação e o acolhimento inicial a essas pessoas”, explica a coordenadora de Saúde Mental da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba, Flávia Adachi.”

“Esta avaliação determina o quadro do paciente, quais as suas necessidades, se está sob algum tipo de risco e, a partir daí, ele pode ser encaminhado para diferentes pontos dentro da rede. Os Núcleos Ampliados de Saúde da Família (Nasf), por exemplo, são vinculados às unidades de saúde, também podem fazer essa avaliação e oferecem o cuidado individual, coletivo e até mesmo domiciliar, dependendo do caso e da disponibilidade das equipes.

Em casos mais moderados, o paciente pode ser encaminhado para consultas nos ambulatórios de psicologia do SUS. Para situações que exigem mais atenção, há ainda outras opções. “Se for um caso mais severo, com prejuízo funcional, existem os Centros de Atenção Psicossocial (Caps). Ao todo, são 13 unidades em Curitiba – dez voltados para adultos e três infantojuvenis”, conta Adachi. Em média, a rede faz 3.500 atendimentos/mês na atenção primária; 4 mil pacientes em tratamento nos Caps e 2.300 consultas  ambulatoriais com psicólogos/mês.

Os centros dispõem de equipes multifuncionais que incluem, além dos psicólogos, terapeutas ocupacionais, médicos e enfermeiros. Além dos Caps, nos casos mais graves, quando o paciente oferece risco a si mesmo ou a terceiros, há a possibilidade de uma retaguarda hospitalar com períodos curtos de internação.

“A demanda na área da saúde mental é grande. E tem uma complexidade, que vai da promoção da saúde ao tratamento, e precisa da interface com outras categorias, outros profissionais”, explica a psicóloga. As ações para promoção da saúde mental dependem de atividades de uma rede intersetorial, incluindo outras secretarias, como Educação, Esporte e Lazer, Cultura, Assistência Social e Trabalho e Renda.

“Isso porque é impossível dissociar a saúde mental da qualidade de vida. “O que a gente faz para melhoria da nossa qualidade de vida? Precisamos de atividades culturais, de exercício físico, de uma boa alimentação e muito mais”, diz ela.”        tratamento para ansiedade…Tomar um copo de vinho

“línicas-escola e iniciativas independentes

Além do atendimento direto pelo SUS, a população também pode procurar serviços de psicologia nas clínicas vinculadas às universidades. Desde a regularização do ensino da psicologia pelo Ministério da Educação há a exigência de que as universidades atendam à comunidade. Ou seja, é possível buscar atendimento psicológico em qualquer universidade que tenha curso de Psicologia.

“O quinto ano é de profissionalização. Alunos do nono e décimo períodos já podem fazer atendimentos, orientados pelos professores supervisores”, explica o responsável técnico pelo Núcleo de Práticas em Psicologia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), Naim Akel. “[Nas clínicas-escola de Curitiba] os professores são extremamente qualificados. Os alunos são muito bem preparados e acompanhados”, garante o docente.

A clínica da PUC-PR tem 170 estagiários que atendem o público ao longo de todo o ano letivo. Além da psicoterapia individual, que é o carro-chefe e o serviço mais procurado, o núcleo também oferta avaliação e reabilitação neuropsicológica, grupo de estimulação para bebês, grupo de avaliação psicológica para pessoas que vão fazer cirurgia bariátrica e avaliação e habilitação de jovens dotados de altas habilidades.

Além das clínicas-escola, muitos psicólogos que fazem atendimento particular também praticam o chamado atendimento social, com valores mais acessíveis. “A pessoa pode procurar o conselho regional ou o psicólogo diretamente, para se informar ou para pedir indicações de quem realize o atendimento social”, afirma o psicólogo Flavio Voigt Komonski, integrante da comissão de ética do Conselho Regional de Psicologia do Paraná (CRP-PR).

Ele destaca que é importante ter o cuidado de procurar um profissional com formação em psicologia – o site do CRP-PR dispõe de uma lista com todos os profissionais do estado. “Psicólogo não é só para quem pode pagar. É para quem quer. Nós temos o equipamento público, as instituições de ensino e temos os próprios profissionais, que estão dispostos a chegar à população.””

“Desta disposição de chegar à população nasceu o Consultório da Vila, que oferece, por meio do voluntariado, uma via extra aos moradores da comunidade da Portelinha. Junto de três colegas, a psicóloga Giovanna Cercasin criou, em abril, uma clínica gratuita que funciona na sede do Movimento de Organização de Base, grupo que organiza ações sociais junto aos moradores.

“Essa já era uma ideia desde a faculdade”, conta Cercasin, formada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). “A gente já discutia a psicanálise fora do consultório particular, sempre pensando lado social e político. A gente já acompanhava outras clínicas [semelhantes] e pensava em desenvolver algo nesse sentido depois de formados.”

A demanda por atendimento surgiu espontaneamente, com os casos de dois moradores que estavam em crise, e acabou levando à consolidação do consultório. Além das consultas semanais com os pacientes que já são regulares, a cada dois sábados os psicanalistas fazem plantões de atendimento sem hora marcada. Também há um diálogo entre o Consultório da Vila e o sistema público, com a possibilidade aberta de que o Caps da região encaminhe pacientes para o atendimento individual feito pelos voluntários.”

“Preconceito ainda existe.

Ainda que esse quadro esteja melhorando, o atendimento psicológico até hoje é estigmatizado. “O estigma é um processo cultural e histórico e temos que lidar com isso no dia a dia. Há pessoas que não buscam tratamento porque têm um preconceito em se aceitar ou têm medo de serem rotuladas”, afirma Adachi. Isso dificulta até mesmo que as pessoas saibam quando precisam procurar ajuda profissional e atrapalha diálogos sobre prevenção e promoção da saúde mental.”

““A prevenção é uma necessidade. Atuar para tratar problemas instalados é muito mais difícil. E não existe praticamente possibilidade de fazer prevenção porque as pessoas muitas vezes negam os problemas, não querem enxergar e só procuram ajuda quando estão em situações graves”, aponta Akel. “A saúde mental e o bem-estar emocional são muitas vezes desqualificados.”

O professor destaca que, considerando a sociedade em que vivemos e o ritmo com que levamos a vida, ter ansiedade, um transtorno de humor como depressão ou alguma desorganização mental e comportamental é tão fácil quanto pegar um resfriado. “E quando uma pessoa tem tosse ou dor, ela procura um médico. Mas quando tem crise de ansiedade, depressão, está abusando de uma substância, tem dificuldades de aprendizado, vai empurrando com a barriga. E, como uma doença física, essa situação vai se agravando.”

“A gente vive numa sociedade muito ansiogênica, com muita pressão”, diz Komonski. Para ele, assim como atletas treinam os seus músculos para lidar com as exigências físicas dos exercícios pesados, nós precisamos treinar a nossa mente para aguentar a pressão diária. Caso contrário, nosso psicológico pode dar problema assim como os músculos podem não resistir a todo o esforço. Aí mora a importância de cuidar da saúde mental antes mesmo de se ter uma crise. “[A psicologia age também] para a pessoa viver a vida de uma maneira mais leve, tendo a mobilidade para fazer os movimentos que ela precisa. Ela é um serviço de aprimoramento da vida das pessoas, não só de cura.””

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