QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

 

 

 

Considerada um dos males do século XXI, o diagnóstico de depressão não é raro nos consultórios médicos, psicológicos e psiquiátricos. Suas causas são variáveis, mas entre elas podem estar a predisposição genética, doenças físicas e questões emocionais.

De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), a doença vem afetando pessoas de todas as idades e classes sociais, chegando a motivar a segunda principal causa da morte de jovens entre 15 e 19 anos — o suicídio.

As mulheres no pós-parto e adultos com mais de 60 anos estão na faixa de maior risco de desenvolver o transtorno, que já afeta mais de 120 milhões de pessoas no mundo. Por isso, a informação e o tratamento são fundamentais para uma boa recuperação, e devem ser incentivados em toda a sociedade para evitar o agravamento da doença e possíveis fatalidades.          QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Sintomas da doença.

As consequências da depressão no organismo ocorrem pelo desequilíbrio químico dos neurotransmissores, responsáveis por transportar substâncias ligadas à sensação de prazer, bem-estar e disposição. Entre as características mais comuns associadas à depressão, estão:

➥ Falta de concentração e disposição;
➥ Dores no corpo;
➥ Fadiga e irritabilidade;
➥ Alterações no sono;
➥ Estado constante de tristeza;
➥ Ansiedade;
➥ Mudanças no apetite;
➥ Falta de desejo sexual;
➥ Sentimentos como inutilidade, angústia, desesperança, arrependimento, culpa, etc.
Tais sintomas podem não estar relacionados diretamente a um quadro depressivo, mas requerem atenção e acompanhamento para que não evolua para a doença. O diagnóstico deve ser feito por um profissional especializado para que o tratamento seja adequado à cada caso.

Consequências da depressão.

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO
QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Se não tratada corretamente, a depressão poderá desencadear outros problemas. A deficiência do sistema imunológico pode ser uma consequência grave, predispondo o organismo a infecções, doenças cardiovasculares e autoimunes, como lúpus e diabetes.

Há muitos casos que reforçam uma possível relação entre a depressão e o surgimento do câncer, justamente devido a essa queda de imunidade que desenvolve reações psicossomáticas e outras patologias.

As consequências sociais também podem ser desastrosas, agravando ainda mais o quadro: problemas nos relacionamentos afetivos, desemprego, isolamento social, propensão à vícios como o alcoolismo e outras drogas, etc.

Tratamento.

As principais formas de tratamento envolvem o uso de medicamentos e a psicoterapia. Osantidepressivos devem ser estritamente prescritos por um profissional qualificado, como um psiquiatra, por exemplo, pois o tratamento deve ser cauteloso, sobretudo com os níveis dos remédios e o controle dos efeitos colaterais. Portanto, o primeiro passo deve ser a procura de assistência e acompanhamento médico.

Enquanto os medicamentos podem aliviar os sintomas, a cura da doença normalmente requer um acompanhamento psicológico para tratar suas causas emocionais e evitar a recorrência dos sintomas. Algumas mudanças de hábitos também contribuem para a recuperação do paciente, como uma alimentação mais equilibrada, o estímulo do convívio social e a prática de atividades físicas.

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Entenda os prejuízos da depressão para a saúde mental.

A vida em sociedade tem cobrado cada vez mais dos indivíduos. Com isso, o sentimento de que se tem a obrigação de possuir bens materiais e ser feliz é uma marca do século atual. E o adoecimento é um dos resultados dessas exigências. Muitos indivíduos têm sentido na pele os prejuízos da depressão para a saúde mental e física.

Nunca se falou tanto desse transtorno psíquico como atualmente. O que poucos sabem é que existem várias diferenças entre a tristeza e a depressão. Por isso, é preciso ficar atento aos sintomas e cuidar para que as consequências do sofrimento sejam amenizadas.

Se você se interessa pelo tema e quer saber um pouco mais sobre essa doença, continue lendo este post!

O que é depressão?

O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais é um guia norte-americano que lista as doenças psíquicas, seus sintomas e possíveis tratamentos. Ele é utilizado por psiquiatras e psicólogos ao redor do mundo.

Em sua quinta edição, o DSM – 5 aponta um dos transtornos mais conhecidos: a depressão. Ela se classifica pela presença de humor triste, vazio ou irritável. Tais sintomas são acompanhados de alterações somáticas e cognitivas que influenciam consideravelmente na capacidade de funcionamento do paciente.

A condição clássica dessa patologia é a sua duração, que deve ser de, no mínimo, duas semanas.Contudo, na maioria dos casos, os episódios duram um tempo bem maior.          QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Quais as suas principais causas?

São muitas as possíveis causas para o desenvolvimento da depressão. Cada pessoa é única, e disso depende o surgimento ou não da doença. Alguns fatores desencadeadores são:

os temperamentais (quando o indivíduo apresenta uma visão negativa de si mesmo, dos outros e do futuro);
os ambientais (experiências adversas e traumáticas que podem ter ocorrido na infância ou vivenciadas na adolescência e/ou na vida adulta);
a genética ou a fisiológica (os riscos de ter depressão são maiores em pessoas que tenham parentes de primeiro grau com a doença).
Outros transtornos podem facilitar a aparição da depressão. Entre eles, estão a ansiedade, o transtorno da personalidade borderline ou o uso de medicamentos/substâncias. Nesses casos, o diagnóstico pode ser mais difícil de ser detectado.

Quais as consequências que a depressão pode causar à saúde mental?

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO
QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Os prejuízos da depressão para a saúde mental podem ser de leves a graves. Nos casos em que as consequências são mais significativas, o indivíduo pode ficar totalmente incapaz de suprir suas necessidades básicas, como o cuidado consigo no tocante à higiene e à alimentação. Outras implicações são:

Desequilíbrio emocional.

A pessoa deprimida não tem regularidade em suas emoções, podendo estar eufórica em um determinado momento e extremamente cabisbaixa em outro.

Baixa autoestima.

Pessoas com baixa autoestima podem desencadear o processo depressivo, bem como a depressão pode minar a autoestima de uma pessoa.

Baixo rendimento.

A falta de vontade de interagir, de cuidar dos afazeres diários e a baixa na capacidade de concentração e memorização são fatores que podem levar o sujeito a não desempenhar bem o seu papel no trabalho e nos estudos.

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Problemas nos relacionamentos.

As relações interpessoais são grandes prejudicadas na ocorrência da depressão. Sujeitos com a doença tendem a não querer se relacionar com ninguém, se isolando, evitando interações. Isso ocorre tanto com amigos quanto com familiares e parceiros conjugais.          QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Pensamentos suicidas e de autoflagelação.

Alguns enxergam no autoextermínio ou na autoflagelação as únicas saídas para amenizar ou acabar com o sofrimento, que por vezes não tem um motivo lógico. No entanto, com o devido apoio e cuidados específicos, o paciente pode afastar de si tais pensamentos.

A depressão pode e deve ser tratada em um trabalho conjunto da Psiquiatria com a Psicologia. A intervenção é feita por meio de medicamentos antidepressivos e psicoterapia.

Aos primeiros sinais de depressão, um especialista deve ser contatado. Entretanto, o trabalho preventivo de psicólogos pode evitar problemas maiores no futuro.

Por isso, diversas empresas têm investido para manter a presença desse profissional em seus âmbitos. Cuidar para que os prejuízos da depressão para a saúde mental não atinjam seus trabalhadores deve ser uma ação fundamental das organizações.

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Depressão tem cura? Saiba como sair da depressão.

QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO
QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Estima-se que pelo menos 12% da população adulta, em qualquer fase da vida, tem algum episódio de depressão – relativamente grave – que mereça tratamento.

Estudos realizados nos EUA indicam que 75% das hospitalizações psiquiátricas têm quadros de depressão.

Situações extremamente adversas na vida não produzem necessariamente uma depressão. Nestes casos, o indivíduo “normal” ainda mantém o interesse e consegue avaliar mais realisticamente os aspectos da sua vida e agir na resolução do problema.

Contudo, nessas mesmas situações, o pensamento da pessoa inclinada à depressão se torna mais limitado e começam a aparecer ideias negativas em relação aos aspectos da sua vida, já que ela não tem meios próprios para lidar com isso.

Os níveis de Depressão.

Em depressões mais brandas, o paciente é, geralmente, capaz de perceber seus pensamentos negativos com certa objetividade. Com o agravamento da depressão, o pensamento começa a ficar mais dominado por essas ideias negativas, mesmo que não haja relação entre as situações reais e essas interpretações negativistas.

Nesta situação o indivíduo fica bastante tomado por esses pensamentos e ele não consegue concentrar-se em estímulos externos, como ler, por exemplo, ou envolver-se em atividades mentais voluntárias, como solucionamento de problemas.      QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Em casos mais graves, ao observar sinais de depressão, pessoas próximas ao deprimido, incomodadas com a situação, dão sugestões pessoais, como viagens, encontros, esportes, etc., na tentativa de arrancá-lo desse estado.

O que sente o depressivo?

O depressivo, em geral, tem uma visão negativa de si, do mundo externo e do futuro. Ele se percebe inadequado, carente… chega a pensar que não possui atributos necessários à obtenção da felicidade.

Outra característica, o deprimido acredita que o mundo lhe faz demandas absurdas e/ou coloca obstáculos intransponíveis para o atingimento de seus objetivos de vida.

A pessoa neste estado tem uma visão negativista do futuro e, em suas projeções, só vê dificuldades e acredita que o sofrimento presente se prolongará indefinidamente.

Em geral, o deprimido sofre de paralisia da vontade como resultado do pessimismo e da situação de desamparo em que se sente, bem como apresenta apatia e baixa energia em razão da crença de estar condenado ao fracasso em todos os seus esforços.

A Depressão tem cura?

Se partirmos do princípio de que a grande fonte da depressão é um conjunto de pensamentos negativos e persistentes, podemos dizer que a correção e suavização desses esquema pode aliviar bastante o quadro depressivo.

A importância da Psicoterapia.

A psicoterapia tem se mostrado eficaz no tratamento da Depressão, sendo necessário algumas vezes a conjugação com o uso de drogas antidepressivas.

Os psiquiatras frequentemente indicam esse procedimento, mas, muitas vezes, o paciente apresenta fortes resistências ao trabalho psicoterápico. O Psicoterapeuta e o cliente trabalham juntos no sentido de identificar essas questões distorcidas, que muitas vezes são resultados de questões disfuncionais.

A partir da psicoterapia o deprimido passa a desenvolver seus próprios mecanismos de enfrentamento para lidar com a Depressão. O paciente aprende a “realinhar” seu pensamento com a realidade e a dominar as situações de vida e os problemas que antes considerava insuperáveis.

O resultado da Psicoterapia

Espera-se que os pacientes que se submetem ao trabalho psicoterápico aprendam a lidar mais eficazmente com suas possíveis depressões posteriores, abortar depressões incipientes e, bem possivelmente, tornar-se capaz de prevenir novos processos depressivos.        QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO NO ORGANISMO

Não podemos falar em cura da depressão. Trata-se de um problema crônico, mas com os tratamentos atuais que conjugam muitas vezes psicoterapia e medicação, podemos pensar na administração do quadro depressivo, com menor número de episódios, menos graves e menos duradouros.

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