Pubalgia: causas, sintomas e tratamento preventivo

A pubalgia é um problema que afeta a região inguinal e que é conhecido com diferentes nomes como pubalgia, osteopatia dinâmica do púbis, entesite pubiana ou hérnia do atleta.

Este último nome é devido ao fato desta afecção costumar aparecer em atletas devido ao superesforço físico, que faz com que esse problema seja mais frequente neles. Especialmente naqueles que realizam exercícios que requerem várias repetições, mudanças de direção ou de ritmo.

Hoje diremos a você quais são algumas das causas desta afecção, os sintomas que alertam sobre sua aparição e a melhor maneira de tratá-la.

Causas da pubalgia.

A pubalgia produz-se devido a uma sobrecarga muscular que aparece logo após realizar movimento repetidos e continuados. Por isso, costumam aparecer em pessoas que praticam esportes de máximo rendimento.

No entanto, existem alguns motivos que podem favorecer sua aparição e que é necessário considerá-los para preveni-la na medida do possível. Veja alguns deles:

Má preparação física: se nos dispormos a praticar esportes, mas devido a uma vida sedentária, nossa forma física não é a melhor, é possível que ao começar algumas atividades, a pubalgia apareça.
Aquecimento deficiente: uma maneira de prevenir o problema é aquecendo adequadamente os músculos antes do treinamento. Fazê-lo rápido e de forma ruim pode derivar em um problema de pubalgia. Por isso, é necessário tomar um tempo nisso.
Características anatômicas: talvez, devido a um traumatismo na área do púbis ou pela condição física da pessoa, tenha-se mais risco de sofrer esta afecção.
No momento de escolher um esporte, é importante revisar estes aspectos (principalmente as características anatômicas) para não entrar em uma prática esportiva que nos fará sofrer e ter muitos dos sintomas da «hérnia do atleta».

Sintomas da entesite pubiana.

Sofrer pubalgia não é algo agradável. Seu sintoma mais característico, como bem indicam alguns estudos, é dor na zona inguinal e púbica que pode irradiar para a região dos adutores e para a região abdominal baixa.

No entanto, primeiramente devemos conhecer os sintomas da pubalgia para, posteriormente, ver a melhor maneira de tratá-los:

Dor antes ou depois da prática física: este é o primeiro sinal de alarme. Não devemos confundi-lo com fisgadas ou uma má postura. A dor pode ser leve e costuma desaparecer.
Intenso mal-estar durante a prática esportiva: uma vez superada a fase anterior e sem tomar medidas, a dor aparece durante o treinamento, provocando sua interrupção, já que é bastante intensa.
Limitação de movimentos: a continuação dos sintomas derivará em uma dor que será sentida inclusive em repouso. O problema é que nesse ponto serão notadas certas limitações de movimento.
Como pode ver, a dor avança alertando que há um problema de descompensação dos músculos da área. Certamente, a maneira de resolvê-lo é iniciando um tratamento adequado.

Pubalgia: causas, sintomas e tratamento preventivo

Tratamentos para a pubalgia.

Existem diferentes tratamentos para a pubalgia dependendo se nos encontrarmos na fase leve ou na mais aguda; já com limitação de movimentos. Por isso, as opções serão as seguintes:

Exercícios de potencialização e alongamento: ajudarão a gerar uma boa compensação nos músculos implicados na pubalgia. Isso será incluído no programa de reabilitação, que contará com fisioterapia, osteopatia e eletroestimulação.
Anti-inflamatórios: se a dor for muito intensa e provoca interrupções na prática esportiva, serão utilizados para reduzir a dor.
Exercícios de aquecimento específicos: as pessoas que sofrem devem realizar exercícios de alongamento específicos para evitar que o problema se torne crônico.
Cirurgia: nos casos mais graves, o médico poderá recomendar a cirurgia para reduzir a pressão na área; e, assim, melhorar a dor que o paciente está sofrendo.
Em conclusão, este é um problema frequente em atletas, portanto, preste atenção aos sinais e procure um médico quando suspeitar de pubalgia.

Um diagnóstico precoce permitirá resolver um problema que pode derivar em uma dor realmente aguda e incapacitante.

Alimentos para controlar a psoríase: recomendações.

Você sabia que o consumo de alguns alimentos pode ajudar a reduzir a presença dos sintomas da psoríase? Aliás, descubra também neste artigo quais alimentos você deveria evitar.

Apesar de que mudando seus hábitos alimentares você não curará essa doença, uma dieta adequada pode ajudar a diminuir os sintomas da psoríase. Por este motivo, a seguir indicaremos os alimentos permitidos e os proibidos para assim, evitar que os sintomas se exacerbem.

Como controlar a psoríase e qual a sua relação com a dieta.

Um estudo publicado em maio de 2017 na revista Dermatologic Therapy analisou as bases alimentares de mais de 1200 membros da National Psoriasis Foundation. Os resultados revelaram que alguns alimentos parecem intensificar os sintomas da psoríase enquanto que outros os minimizam ou anulam.

Em geral, a maioria dos entrevistados seguia uma dieta:

Livre de glúten.
Com baixo ou nulo consumo de álcool.
Com um aumento do consumo de verduras e vitamina D.
Por outro lado, uma grande porcentagem dos pacientes estudados afirmou seguir uma dieta para controlar a psoríase com bastante sucesso. Entre as mencionadas destacaram a dieta Pagano, a dieta vegana, a dieta Paleo e em menor medida, as dietas mediterrânea, vegetariana, sem glúten e baixas em carboidratos e altas em proteínas.

Alimentos recomendados para controlar a psoríase.

A seguir, apresentaremos uma lista de alimentos que podem chegar a ser de ajuda para controlar a psoríase baseada nas recomendações alimentares publicadas na revista JAMA Dermatology.

1. Vegetais e frutas

Estes alimentos aportam nutrientes indispensáveis na dieta para controlar a psoríase, como a vitamina A ou betacarotenos, antioxidantes e minerais como o zinco, o selênio e o magnésio. Algumas verduras e frutas que você deveria incluir na sua alimentação diária seriam:

Cenoura
Pimentão
Abóbora
Espinafre
Brócolis
Abacate
Damascos
Manga
Framboesas
Mirtilos
Amoras

2. Ômega 3 para controlar a psoríase

Os ácidos graxos Ômega 3 são famosos por seu efeito anti-inflamatório. Não hesite em incluir alimentos ricos com este componente na sua dieta. Entre eles podemos encontrar:

Peixe azul: salmão, arenque e cavala
Mariscos
Frutos vermelhos e sementes
Legumes como a soja e o grão de bico.

3. Alimentos integrais

O consumo de fibra e de probióticos é sumamente importante. Se quiser que seu corpo absorva de maneira conveniente os nutrientes, então você deve manter uma boa saúde intestinal.

Sendo assim, recomendamos que você escolha alimentos integrais no lugar dos que são preparados com farinha comum. Este tipo de alimentos aportam maior quantidade de fibra e, por outro lado, são uma interessante fonte de minerais.

Consuma de maneira habitual arroz, trigo, painço, aveia e seus derivados como farinhas e pães. Além disso, você pode incluir no seu menu Kefir e iogurte, por seu conteúdo de probióticos.

4. Vitamina D

Algumas investigações chegaram à conclusão de que o consumo de vitamina D poderia ser benéfico para controlar doenças inflamatórias como a psoríase.

O que você acha de incluir na sua dieta alimentos como o peixe azul, os ovos e as sementes de girassol?

Isso também pode te interessar: 5 dicas para evitar os surtos de psoríase

Pubalgia: causas, sintomas e tratamento preventivo

Alimentos proibidos para controlar a psoríase.

Na verdade, não todos estes alimentos estão proibidos, em alguns casos somente se recomenda um consumo moderado e consciente. Vejamos cada um com mais detalhes

1. Álcool

Não existem dados contundentes que permitam determinar a proibição de bebidas alcoólicas quando sofremos de psoríase. Entretanto, geralmente recomenda-se um consumo moderado já que algumas investigações sugerem que os tratamentos não são tão efetivos se combinados com o consumo de álcool.

Aliás, se entre a sua medicação se encontram o metotrexato e a acitretina, provavelmente a indicação será de abstenção do álcool.

2. Alimentos processados e açúcar refinado

A psoríase é uma doença inflamatória. Por este motivo, na dieta para controlar este problema, aconselha-se eliminar os alimentos processados industrialmente e de baixo valor nutricional, como por exemplo margarinas, sopas instantâneas, refrescos e molhos.

3. Carnes vermelhas

Os especialistas geralmente recomendam um baixo consumo de carnes vermelhas, evitando principalmente os cortes mais gordurosos. Isto se deve a que esta classe de carne poderia chegar a elevar o número de citocinas, agravando os sintomas da psoríase.

4. Café e leite

Assim como as carnes vermelhas, estas duas bebidas aumentam o número de citocinas, as proteína celulares encarregadas de regular a inflamação. O melhor então é evitar o consumo de café e leite regularmente.

5. Glúten para controlar a psoríase?

Alguns estudos sugerem que uma grande parte da população que sofre de psoríase poderia, além disso, ser alérgica ao glúten. Nesse sentido, existem opiniões contraditórias.

Enquanto que alguns especialistas preferem eliminar o glúten da dieta de maneira preventiva, algumas investigações sugerem que, se o problema celíaco não estiver confirmado, isso poderia ser contraproducente. Consulte com seu médico sobre a necessidade ou não de eliminar o glúten da dieta.

6. Gorduras

Uma dieta pró-inflamatória, isto é, de consumo habitual de gorduras saturadas e trans, poderia exacerbar os sintomas da psoríase. Por este motivo, aconselha-se um consumo baixo destes nutrientes.

Conclusões:

A dieta para controlar a psoríase não é uma cura da doença, mas uma maneira de tentar aliviar os sintomas. Consulte com seu médico e nutricionista sobre as melhores mudanças alimentares que você pode realizar para lutar contra essa patologia.

Em conclusão, as mudanças descritas seguem as pautas de uma alimentação equilibrada e variada, longe de alimentos pouco recomendáveis por seu escasso valor nutritivo. Entretanto, é importante também que você complemente com exercício físico e hábitos saudáveis para melhorar seu estado de saúde geral e a qualidade de vida.

Então, este artigo foi útil pra você? Sendo assim, continue antenado na nossa página porque temos mais dicas para a sua saúde e bem-estar.

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