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Quanto Custa Um Divórcio Atualmente

Muitas dúvidas surgem quando os casais decidem pela separação, principalmente quanto custa um divórcio. O processo tem muitos pormenores e é preciso conhecer todos eles na hora de dar início ao divórcio.

Além de um processo muitas vezes desagradável e doloroso, se divorciar tem custos financeiro. Para validar o divórcio é necessário efetuar o pagamento de taxas, além do custo que pode ser necessário fazer com honorários de advogados, entre outros.

Na hora de efetuar o divórcio, existem algumas decisões que precisam ser tomadas. Questões relativas à guarda dos filhos, patrimônio e pensão alimentícia são alguns pontos que precisam ser decididos.

O processo de divórcio pode ser mais rápido e prático quando ambas as partes entram em consenso quanto às condições do divórcio, e mais longo e oneroso para os casais que não entram em acordo em relação a esses aspectos, já que um juiz pode ser requerido nesses casos.

Se você está no processo de separação e deseja saber quanto custa um divorcio atualmente, confira alguns dos custos que serão necessários para efetuar a separação.          divorcio consensual : Plataforma de divórcio Online

Como saber quanto custa um divórcio.

Os divórcios realizados na justiça são sujeitos a uma cobrança que varia de acordo com o patrimônio do casal.

Esse valor é usado para remunerar o Poder Judiciário do estado. Em São Paulo, por exemplo, é necessário o pagamento do valor de 5 UFESPS quando não há nenhum valor a ser partilhado entre o casal.

O valor do UFESP em 2018 é de R$ 25,70 e varia a cada ano.

Já os divórcios chamados de extrajudiciais – quando a presença de um juiz não é necessária para completar o divórcio – incluem custos como o valor da escritura – que também depende do patrimônio do casal, além do valor da averbação do divórcio.

A averbação custa em torno de 60 reais e varia de estado para estado, e leva cerca de 2 a 5 dias úteis.

Gastos com impostos

Quando há bens a serem partilhados, existe a possibilidade da incidência de impostos sobre os valores. Quando os valores para um cônjuge são maiores que para o outro o valor é considerado doação. Neste caso é necessário efetuar o pagamento do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doações.

Se um dos cônjuges ficar com bens e o outro com dinheiro, a transação é considerada uma venda.

O Imposto de Transmissão de Bens Imóveis é cobrado, e esse valor depende do município onde você estiver realizando o seu divórcio.

No município do Rio de Janeiro, por exemplo, o valor do ITBI é de 3% do valor, mesma alíquota cobrada no município de São Paulo.

Caso o casal prefira vender algum bem, incidirá sobre o valor também o Imposto de Renda sobre o lucro na venda.

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Transferências de bens.

Existem custos implicados também na transferência legal de bens e empresas entre o casal.

O novo registro que é feito tem um custo que varia de estado para estado, além de depender do valor declarado do bem.

Contudo, o valor não varia de maneira proporcional, sendo os bens com valor mais alto os que possuem menor custo proporcional para o registro. Geralmente, o valor não ultrapassa os 2% do total do valor do bem.

Custos com advogados

Além de todos os custos que incidem de alguma forma sobre os bens a serem partilhados entre o casal, os honorários dos advogados também são custos que devem ser pensados e colocados no papel na hora do divórcio.

Quando o divórcio é feito de maneira consensual e amigável, o valor do honorário é mais barato.

Pode sair mais em conta fazer um acordo e levá-lo pronto ao advogado, permitindo um processo mais rápido e barato para ambos.        divorcio consensual : Plataforma de divórcio Online

Já nos casos dos divórcios litigiosos, os custos sobem muito. A porcentagem dos honorários nesses casos pode ser maior que o dobro do que nos casos em que não há disputa de bens.

Os honorários estão em cerca de 5% do valor do patrimônio, quando o divórcio é consensual, mas os valores dependem de cada advogado.

Casais que possuem comunhão de bens podem acabar gastando valores muito mais altos na hora de se divorciar. Quando a divisão não consegue ser feita de maneira amigável, com diferenças entre os valores recebidos por cada um, os custos saltam de maneira considerável.

A maneira mais barata de realizar um divórcio é, sem dúvidas, através de comum acordo entre as partes, evitando um divórcio litigioso. Dividir de maneira igual os bens também acaba diminuindo valores de impostos como o ITCMD.

Fato é que não há um valor fixo a ser pago, pois, como vimos, a fixação de valores decorre dos valores dos bens a serem partilhados.

Trouxemos aqui o que irá ser contabilizado para fixar o valor que deverá ser pago

Confira o artigo “Direitos na separação, como saber” para identificar quais as modalidades de partilha e da divisão dos bens neste momento.

Caso tenha restado alguma dúvida, ficaremos felizes em saná-las através dos comentários. Além disso, compartilhe este artigo para que mais pessoas tenham acesso às informações.

Quero me separar do meu marido e não sei como.

A separação é, sem sombra de dúvidas, um momento que afeta a família toda, a partir do momento que um dos cônjuges toma a decisão ‘quero me separar’ muitos detalhes devem ser levados em consideração.

Apesar de ser uma decisão bastante dolorosa, a separação pode trazer muitos benefícios se comparado a insistir em uma relação que traz mais sofrimentos que alegrias.

A mulher, ao pensar em divórcio acaba colocando os filhos em primeiro lugar, insistindo na ideia de que o melhor é ter os pais juntos. Esta ideia deve ser a primeira a ser desconstruída, ao contrário do que muitos pensam, os filhos sentem-se felizes ao verem seus pais felizes.

Além de afetar o rendimento escolar, um ambiente marcado por brigas e discussões diárias, afetam todo o desenvolvimento psicológico de uma criança e adolescente.

Se você tomou a decisão de optar pela separação, mas não tem ideia de como dar o primeiro passo, continue acompanhando este artigo, pois buscaremos apaziguar as incertezas que rondam você neste momento.

A decisão: quero me separar mas não tenho coragem
Pouco a pouco você percebe que paixão que tanto se fez no início do relacionamento não está mais presente, o respeito e admiração ficaram em um passado distante e você perdeu-se tentando encontrá-los.

Para muitas mulheres, estes são os sintomas de uma relação chegando ao fim, para outras, apenas uma fase ruim.

Ao se dar conta de que aquela relação não está dando certo, não raras vezes, as mulheres tentam enganar-se e acabam insistindo em algo que apenas suga aquilo que há de mais belo dentro de si.

Os principais fatores que levam a esta situação são:

·Filhos;

·Dependência emocional;

·Dependência financeira;

·Culpa;

·Medo de ficar sozinha;

·Esperança de mudanças;

·Comodismo;

·Medo das opiniões alheias.

Ao perceber que você não está infeliz dentro de uma relação, o primeiro passo é fazer uma auto reflexão. O que está ligando você a esta relação?

Tomando a iniciativa.

A ideia de terminar um relacionamento onde se investiu tanto para que desse certo, pode assustar, mas é necessário sinceridade, acima de tudo, tanto consigo mesma quanto em relação àquele que você diz amar.

O direito à separação é garantido em lei, podendo ser feita a separação a qualquer tempo, conforme traz o Código Civil.        divorcio consensual : Plataforma de divórcio Online

Após realizar a auto reflexão e decidir ‘quero me separar realmente’ o próximo passo é conversar com o companheiro. A melhor saída para um relacionamento infeliz é, de fato, a separação, mas uma separação amigável é muito mais saudável para todos os membros da família.

Livre-se de todo e qualquer julgamento, a decisão cabe a você e seu companheiro. ‘Quero me separar, mas meus pais não aceitam’ lembre-se que no dia a dia é você quem deve suportar uma relação que traz infelicidade, portanto, não se amarre a opiniões da sociedade para tomar uma iniciativa.

Separação X Divórcio.

Juridicamente, existem dois institutos que são facilmente confundidos. Muito além de uma questão moral, a separação e o divórcio trazem consigo uma questão burocrática que deve ser cuidadosamente tratada.

Ambas são formas de dissolução da sociedade conjugal, como prevê o Código:

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