divorcio consensual : Quero me separar do meu marido e não sei como

Quero me separar do meu marido e não sei como

A separação é, sem sombra de dúvidas, um momento que afeta a família toda, a partir do momento que um dos cônjuges toma a decisão ‘quero me separar’ muitos detalhes devem ser levados em consideração.

Apesar de ser uma decisão bastante dolorosa, a separação pode trazer muitos benefícios se comparado a insistir em uma relação que traz mais sofrimentos que alegrias.        divorcio consensual : Quero me separar do meu marido e não sei como

A mulher, ao pensar em divórcio acaba colocando os filhos em primeiro lugar, insistindo na ideia de que o melhor é ter os pais juntos. Esta ideia deve ser a primeira a ser desconstruída, ao contrário do que muitos pensam, os filhos sentem-se felizes ao verem seus pais felizes.

Além de afetar o rendimento escolar, um ambiente marcado por brigas e discussões diárias, afetam todo o desenvolvimento psicológico de uma criança e adolescente.

Se você tomou a decisão de optar pela separação, mas não tem ideia de como dar o primeiro passo, continue acompanhando este artigo, pois buscaremos apaziguar as incertezas que rondam você neste momento.

A decisão: quero me separar mas não tenho coragem

Pouco a pouco você percebe que paixão que tanto se fez no início do relacionamento não está mais presente, o respeito e admiração ficaram em um passado distante e você perdeu-se tentando encontrá-los.

Para muitas mulheres, estes são os sintomas de uma relação chegando ao fim, para outras, apenas uma fase ruim.

Ao se dar conta de que aquela relação não está dando certo, não raras vezes, as mulheres tentam enganar-se e acabam insistindo em algo que apenas suga aquilo que há de mais belo dentro de si.

Os principais fatores que levam a esta situação são:

·Filhos;

·Dependência emocional;

·Dependência financeira;

·Culpa;

·Medo de ficar sozinha;

·Esperança de mudanças;

·Comodismo;

·Medo das opiniões alheias.

Ao perceber que você não está infeliz dentro de uma relação, o primeiro passo é fazer uma auto reflexão. O que está ligando você a esta relação?

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Tomando a iniciativa.

A ideia de terminar um relacionamento onde se investiu tanto para que desse certo, pode assustar, mas é necessário sinceridade, acima de tudo, tanto consigo mesma quanto em relação àquele que você diz amar.

O direito à separação é garantido em lei, podendo ser feita a separação a qualquer tempo, conforme traz o Código Civil.        divorcio consensual : Quero me separar do meu marido e não sei como

Após realizar a auto reflexão e decidir ‘quero me separar realmente’ o próximo passo é conversar com o companheiro. A melhor saída para um relacionamento infeliz é, de fato, a separação, mas uma separação amigável é muito mais saudável para todos os membros da família.

Livre-se de todo e qualquer julgamento, a decisão cabe a você e seu companheiro. ‘Quero me separar, mas meus pais não aceitam’ lembre-se que no dia a dia é você quem deve suportar uma relação que traz infelicidade, portanto, não se amarre a opiniões da sociedade para tomar uma iniciativa.

Separação X Divórcio.

Juridicamente, existem dois institutos que são facilmente confundidos. Muito além de uma questão moral, a separação e o divórcio trazem consigo uma questão burocrática que deve ser cuidadosamente tratada.

Ambas são formas de dissolução da sociedade conjugal, como prevê o Código:

A separação, apesar de ser mais simples que o divórcio, nem por isso deixa de ter suas particularidades, sendo dividida em duas modalidades:

·Consensual
É importante deixar claro que a separação embora dissolva a sociedade conjugal, como vimos, não interrompe questões relacionadas ao patrimônio, por exemplo. Logo, se forem adquiridos novos bens, estes ainda terão que ser divididos de acordo com o regime de bens adotado.

·Litigiosa
Já através do divórcio, tem-se o rompimento de TODOS os laços do casamento. Falamos um pouco mais sobre o divórcio neste artigo.

Concluindo

Antes de iniciar com uma separação judicial, é preciso ponderar a situação internamente e juntamente com a família.

O direito prevê a hipótese de dissolução do casamento para resguardar o direito daqueles que não mais desejam viver em união e pensam: quero me separar.

Entretanto, muito mais que uma questão jurídica, a decisão e a consequente separação devem vir depois de uma profunda reflexão.        divorcio consensual : Quero me separar do meu marido e não sei como

Caso você tenha alguma dúvida acerca da separação, nos procure. Ficaremos felizes em orientá-la nos comentário ou, ainda, por email.

Para se fazer um divórcio hoje é necessário que se tenha advogado, demora como é?

Depende. Se o casal estiver de acordo (divórcio consensual ou “amigável”) e não houver filhos menores de idade ou incapazes, o divórcio pode ser feito no cartório (extrajudicial) e é necessária a presença de advogado (os cônjuges podem ter advogados diferentes ou um só advogado para ambos). Neste caso é muito rápido e sai no mesmo dia.

Caso existam filhos menores ou incapazes, mesmo que o divórcio seja consensual, é preciso que este seja feito perante um juiz com a participação do Ministério Público, sendo necessário um processo judicial. Também exige advogado (também pode ser o mesmo para os dois). Também é rápido, mas não tão rápido quanto no cartório.

Agora, se o casal não estiver de acordo, será necessário um processo judicial para discutir, além do divórcio, diversos assuntos, como por exemplo: partilha dos bens, pensão alimentícia (para um dos cônjuges e / ou para os filhos), guarda e visita dos filhos e dano moral. O divórcio costuma ser rápido (o Estado não pode manter os dois casados), mas discussão da partilha e da pensão pode ser demorada. Nesse caso, é necessário um advogado para cada um.

É preciso que o casal esteja separado há um ou dois anos?

Não. Antes, era obrigatório que o casal estivesse separado judicialmente há um ano ou que comprovasse estar separado de verdade há dois anos para que a separação fosse convertida em divórcio.

Em 13/06/2010, a Constituição Federal foi alterada e o instituto da separação deixou de existir. Hoje não é mais necessário comprovar qualquer período de separação.

Esta alteração foi proposta pelo IBDEFAM (Instituto Brasileiro de Direito de Família), com o objetivo de abolir o debate da culpa quando do fim do casamento, admitindo-se que este termina pelo fim do afeto.

Entretanto, as pessoas anteriormente separadas de direito não se encontram automaticamente divorciadas, pois seu estado civil não se alterou pela mudança da Constituição Federal e deverão converter sua separação em divórcio.

É preciso provar que a culpa pela separação é de um dos cônjuges?

É bom destacar que a “culpa pela separação” não existe mais para se discutir o fim do casamento, pois o divórcio é direito potestativo e irresistível (basta um dos cônjuges querer). Contudo, a culpa prossegue para a questão de alimentos, guarda de filhos e dano moral.

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