Vencendo a Ansiedade e Depressão com Carlos silva

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Depressão, ansiedade e outros inimigos invisíveis do coração

A depressão, a ansiedade e a síndrome do pânico, desordens mentais muitas vezes negligenciadas entre a família e os amigos devido ao desconhecimento que ainda existe sobre essas doenças, são um problema sério e cada vez mais comum. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), hoje existem mais de 350 milhões de deprimidos em todo o planeta.     E-BOOK GRÁTIS BAIXE AGORA

Além dos sintomas intrínsecos ao quadro — tristeza profunda, isolamento social, falta de entusiasmo com a vida… —, a depressão (e mesmo o transtorno de ansiedade e a síndrome do pânico) agrava ou se soma a fatores de risco tradicionalmente reconhecidos como causadores das doenças cardiovasculares, caso de obesidade, tabagismo, pressão elevada, colesterol alto, diabetes, sedentarismo…

O trabalho deixa claro que o manejo do estresse e o tratamento da depressão — bem como da ansiedade e do pânico — contribuem para a redução da ocorrência de eventos cardiovasculares. Os riscos são concretos, uma vez que os problemas de origem mental estão associados a situações comprovadamente ameaçadoras para o coração.

Uma delas é a insônia, caracterizada pela demora excessiva para dormir, acordar com frequência durante o sono ou despertar antes do tempo adequado. Quem tem insônia e dorme por volta de seis horas por noite corre um risco 30% maior de desenvolver hipertensão no comparativo com pessoas com sono normal. Já quem tem insônia e dorme menos de cinco horas por noite enfrenta um risco 520% maior!

As pessoas com transtorno de ansiedade generalizada (TAG) apresentam, por sua vez, um risco 30% maior de ter uma doença cardiovascular.

Ao redor das dificuldades psicológicas rondam outros fatores nocivos ao sistema circulatório. No Brasil, assim como ocorre no México, vem aumentando de maneira expressiva o consumo de álcool pela população. Além disso, 1,5 milhão de brasileiros com mais de 18 anos fuma maconha todos os dias e 8,4 milhões o fazem quatro vezes por semana. Muitos desses comportamentos estão relacionados a depressão, estresse, ansiedade e síndrome do pânico.

É preciso considerar também que o indivíduo deprimido não raro abandona o tratamento de uma enfermidade e tende a ingerir álcool e outras substâncias.            A depressão e a ansiedade são sinais de luta!e não de fraqueza

Repito: depressão, ansiedade e síndrome de pânico são problemas graves. Esses inimigos aparentemente invisíveis da saúde e do coração não são simples crises de tristeza, abatimento ante um fato pontual da vida ou melindre, temperamento e capricho, como às vezes são interpretados pela sociedade. Falamos de doenças que merecem máxima atenção, apoio e tratamento médico especializado. Inclusive pelo bem do coração!

 

Vencendo a Ansiedade e Depressão com Carlos silva
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Depressão: sintomas, diagnóstico, prevenção e tratamento

Considerada o “mal do século” pela Organização Mundial da Saúde, a depressão ainda é um desafio para médicos e pacientes. Conheça seus detalhes

A depressão é caracterizada pela perda ou diminuição de interesse e prazer pela vida, gerando angústia e prostração, algumas vezes sem um motivo evidente. Michael Phelps, por exemplo, revelou sofrer demais com o problema após as Olimpíadas de 2012, quando ganhou seis de suas 28 medalhas olímpicas. Hoje, a depressão é considerada a quarta principal causa de incapacitação, segundo a Organização Mundial da Saúde.

Esse transtorno psiquiátrico atinge pessoas de qualquer idade — embora seja mais frequente entre mulheres — e exige avaliação e tratamento com um profissional. O desânimo sem fim é fruto de desequilíbrios na bioquímica cerebral, como a diminuição na oferta de neurotransmissores como a serotonina, ligada à sensação de bem-estar.

Hoje se sabe que a depressão não promove apenas uma sensação de infelicidade crônica, mas incita alterações fisiológicas, como baixas no sistema imune e o aumento de processos inflamatórios. Por essas e outras, já figura como um fator de risco para condições como as doenças cardiovasculares.

Fonte da ansiedade é revelada. E possível novo tratamento também

Há boas notícias para os quase 10% da população brasileira que sofrem com a ansiedade: cientistas americanos acabam de fazer uma descoberta essencial para possibilitar a invenção de novos (e bem eficazes) tratamentos para esse transtorno psíquico. Eles encontraram, em animais, o lugar exato do cérebro em que esse problema tem início.

Pesquisadores das universidades da Califórnia e Columbia analisaram a atividade cerebral de ratos enquanto percorriam um circuito criado especialmente para a experiência. Nesse trajeto, alguns caminhos levavam a espaços abertos ou plataformas mais elevadas de propósito, já que esses ambientes são conhecidos por gerar ansiedade nos animais – ora, situações assim aumentam a vulnerabilidade a predadores. Quando os roedores chegavam a esses locais, os cientistas podiam observar uma atividade mais intensa em um tipo específico de neurônio, situado no hipocampo. Seria a “célula da ansiedade”.

Mas como reverter o quadro? Pois os estudiosos investigaram isso também. Eles perceberam que dava para controlar a atividade desses neurônios com o uso de um estímulo luminoso na região. A tecnologia usada para isso vem de uma área da ciência chamada de optogenética, e alia luz, genética e bioengenharia para atuar em células específicas.

O melhor de tudo: devido à relativa semelhança entre o nosso cérebro e o dos ratos, a hipótese dos cientistas é de que a dinâmica observada neles esteja presente também em nós. Isso abriria alas para pesquisas inéditas sobre a influência dessa mesma cutucada luminosa em nossa mente e, portanto, contribuiria para a criação de novos tratamentos para ansiedade.        A depressão e a ansiedade são sinais de luta!e não de fraqueza

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Depressão: qual médico ou especialista devo procurar?

Saiba onde buscar ajuda e com quem se consultar para diagnosticar essa doença e ter o melhor tratamento possível – é o psiquiatra, o psicólogo ou nenhum?

A depressão é tratada principalmente por médicos e psicólogos. No entanto, o ideal é procurar um psiquiatra (médico com foco em transtornos mentais) para que ele diagnostique o problema e sua severidade e, então, recomende os tratamentos mais adequados para cada caso.

Como saber se eu tenho depressão.

Há sintomas suspeitos, como cansaço extremo, fraqueza, irritabilidade, angústia, tristeza, falta de interesse por atividades que antes davam prazer, pensamentos negativos ou que envolvem a morte e até disfunção sexual. E ainda existem testes e questionários.

Mas só uma avaliação apurada do médico de fato vai diagnosticar a depressão e diferenciá-la de outros problemas. Nesse sentido, o psiquiatra é o melhor especialista, porque está habituado a lidar com esse distúrbio no seu dia a dia.

No entanto, é possível que, durante sessões de psicoterapia, o psicólogo perceba a presença da depressão.

Quando procurar a ajuda do médico? Em especial nos momentos que sentir que os sintomas acima – e tantos outros – estão afetando sua vida, parecem não ir embora ou surgem sem motivo aparente. Depressão não é frescura.

E quem faz o tratamento.

Em geral, os especialistas mais importantes são o psiquiatra e o psicólogo. Enquanto o primeiro ajuda, entre outras coisas, com antidepressivos e outros remédios, o segundo trabalha, via de regra, com sessões de psicoterapia. Esses encontros podem ajudar a descobrir as causas psíquicas por trás da doença e auxiliar a desmontá-las.

No mais, questões secundárias podem ser lidadas com outros experts. Um nutricionista, por exemplo, contra-ataca eventuais compulsões alimentares ou, por outro lado, enfrenta a falta de vontade de comer.

Um médico do sono, por sua vez, contribuiria para melhorar a qualidade das horas dormidas. E um profissional de educação física pode ajustar o ritmo e a frequência de exercícios físicos, que contribuem para dar ânimo e bem-estar.

Antidepressivos realmente funcionam, confirma estudo gigantesco.

Nada menos do que 21 medicamentos passaram por um pente-fino, e todos aliviaram sintomas da depressão severa

Os antidepressivos sempre foram tema de discussão. Com frequência, sua eficácia é colocada em xeque: alguns estudos sugeriam que o poder deles não era maior do que o de um placebo contra a depressão (ao menos da forma como vinham sendo prescritos). Além disso, há sempre o receio de que os médicos acabem prescrevendo os remédios em um nível maior do que o necessário.

Mas um grande estudo publicado na revista científica The Lancet, busca pôr um fim a esse debate. Segundo a pesquisa, liderada pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, essa classe de medicamentos realmente funciona. Os britânicos analisaram 21 dos antidepressivos mais prescritos, e uma base de 120 mil pessoas.

A investigação considerou uma droga como “efetiva” apenas quando ela reduzia os sintomas da depressão em 50% ou mais. Depois de oito semanas, todos os 21 antidepressivos testados alcançaram esse patamar – e se mostraram mais eficazes do que uma droga inócua (placebo).

Algumas drogas, porém, foram mais eficazes do que outras. São elas: agomelatina, amitriptilina, escitalopram, mirtazapina, paroxetina, venlafaxina e vortioxetina (que são vendidos sob vários nomes comerciais). Agora, cabe destacar que cada um desses princípios ativos age de maneira diferente – e, portanto, funcionaria mais ou menos em cada paciente, dependendo de suas características.

O estudo deve ajudar a diminuir a polêmica em torno dos antidepressivos. Mas ele também recebeu uma crítica: a maioria dos 120 mil casos analisados é de depressão severa, não de depressão leve ou moderada – contra a qual os medicamentos podem ser menos eficazes.

Segundo dados de 2017 da Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão afeta 322 milhões de pessoas no mundo. De 2005 a 2015, o número de depressivos aumentou 18,4%. No Brasil, ela atinge 5,8% da população, totalizando 11,5 milhões de pessoas.        A depressão e a ansiedade são sinais de luta!e não de fraqueza

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O poder está nas palavras: como funciona e por que fazer terapia.

O apoio de um profissional costuma ser decisivo para resolver ansiedade, depressão e outras angústias. Saiba como e quando procurar ajuda

“A busca por ajuda não é um sinal de fraqueza.” A frase, escrita por Michelle Obama num artigo para o site The Huffington Post, tinha como objetivo incentivar as pessoas a procurarem um psicólogo ou psiquiatra diante de um estado contínuo de aflição ou tristeza.

A ex-primeira-dama dos Estados Unidos não está sozinha nessa cruzada: nos últimos anos, celebridades do calibre do ator Brad Pitt, da modelo Gisele Bündchen, da cantora Katy Perry e do multimedalhista olímpico Michael Phelps compartilharam suas intimidades para revelar como os transtornos mentais afetaram a qualidade de vida deles – e como o tratamento, baseado em grande parte na psicoterapia, foi essencial para se recuperar.

Por mais que as vozes famosas ajudem a dar notoriedade a essas dificuldades, infelizmente elas seguem cercadas de mitos e estigmas. Tem muita gente por aí que continua a encarar depressão, ansiedade e companhia ilimitada como “coisa de louco”, preferindo escondê-las a enfrentá-las.

Esse cenário se reflete numa pesquisa realizada pela empresa Market Analysis, que entrevistou 906 adultos nas principais capitais brasileiras. Ela revela que apenas 2% fazem algum tipo de terapia. Esse número já havia sido encontrado em levantamento idêntico feito pela consultoria há 16 anos. Mas tem um detalhe: os problemas psicológicos não pararam no tempo. Estão em ascensão.

Se a popularidade dessa opção terapêutica parece estagnada, o mesmo não pode ser dito sobre os medicamentos: entre 2010 e 2014, a venda de fármacos da classe dos antidepressivos e dos estabilizadores de humor aumentou 58% no país, de acordo com a companhia IMS Health.

O Brasil é o quarto maior mercado consumidor de alguns desses remédios no mundo – só fica atrás de Estados Unidos, Argentina e Alemanha. Em terras americanas, aliás, apenas um terço dos indivíduos que tomam comprimidos contra a depressão consulta um profissional de saúde com regularidade.

Convenhamos: não precisa ser matemático para perceber que tem algo errado nessas contas. “Vivemos numa era em que a velocidade impera e queremos respostas rápidas para nossos problemas. Nesse contexto, os remédios se encaixam como uma luva”, interpreta o psicólogo Paulo Aguiar, do Conselho Federal de Psicologia.

As terapias, por sua vez, dependem de longos diálogos com um profissional, o que demanda investimento de tempo e de dinheiro. Isso sem contar que os benefícios podem demorar um pouquinho para aparecer e nem sempre são percebidos de uma hora para outra, como num passe de mágica.

Apesar desses paradoxos atuais, nunca antes na história a conversa terapêutica foi tão recomendada. Quem diz isso não é a SAÚDE, mas, sim, os principais documentos com orientações e diretrizes de tratamento das condições mentais. Segundo a Associação Americana de Psiquiatria, até 75% dos pacientes com algum distúrbio apresentam melhoras após as sessões de terapia.

Seus efeitos são notados diretamente nos neurônios por meio de modernos exames de imagem. “Após a superação do sofrimento psíquico, observamos uma diminuição da atividade da amígdala, região responsável pelo controle sensorial e emocional, e um aumento de processos nervosos no córtex pré-frontal, relacionado à racionalidade e aos significados”, destrincha o psicólogo Julio Peres, autor de uma série de estudos na Universidade de São Paulo (USP).

Só que, antes de entrar no consultório ou deitar no divã, é preciso tomar certo conhecimento e alguns cuidados para não cair em ilusões. “A abordagem de cada paciente vai sempre ser única e precisa respeitar suas queixas e demandas”, ressalta o psiquiatra Rodrigo Grassi-Oliveira, do Instituto do Cérebro da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.      A depressão e a ansiedade são sinais de luta!e não de fraqueza

A depressão e a ansiedade são sinais de luta!e não de fraqueza
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Os primeiros passos para começar a terapia.

Por mais que a psicoterapia esteja ancorada no diálogo e na troca verbal de informações, ela está longe de ser o mesmo que ficar de papo para o ar com um conhecido qualquer. Os profissionais que conduzem as sessões possuem (ou deveriam possuir) extensa formação na área, que dá a eles ferramentas para conduzir a conversa conforme o perfil de cada um. A missão é auxiliar o paciente a refletir e identificar as origens de um sofrimento para, a partir daí, estabelecer as maneiras de vencê-lo.

“A diferença é que, ao contrário do aconselhamento de um familiar ou de um amigo, nós criamos uma relação profissional e estabelecemos os alvos terapêuticos”, esclarece o psicólogo Wilson Vieira Melo, presidente eleito da Federação Brasileira de Terapias Cognitivas.

Um dos grandes entraves para a maior disseminação desse tipo de abordagem está justamente na dificuldade em identificar em si mesmo os sintomas de que algo não vai bem. Fica sempre aquela sensação de que o incômodo é passageiro e se resolverá naturalmente com o passar do tempo ou das fases mais turbulentas da vida.

Lamentavelmente, nem sempre a coisa acaba tão fácil assim… “Qualquer alteração nos comportamentos ou nos sentimentos que afeta o dia a dia de forma prolongada merece investigação”, afirma a psicóloga Michelle Levitan, do Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A terapia é indicada tanto para doenças de média ou alta complexidade e duração – como na depressão, no transtorno de ansiedade generalizada, no autismo, na bipolaridade e nas dependências – quanto para queixas pontuais e limitadas, caso de superação de traumas, lutos, perdas de emprego ou términos de relacionamento amoroso.

Há ainda quem busque um psicoterapeuta para se conhecer melhor ou até para aprimorar o desempenho na escola ou no trabalho. Mas, para que tudo isso funcione, é preciso saber eleger o profissional ideal caso a caso.

Se você procurar por serviços de saúde mental no sistema público, nos catálogos dos planos privados ou até mesmo no Google, vai encontrar um sem-fim de opções. É aí que aparece o próximo dilema: como selecionar um profissional que atenda às nossas demandas particulares? Afinal, no meio de tanta oferta e estilos…

Um primeiro conselho é verificar se aquele especialista está cadastrado e não enfrenta processos no Conselho Federal de Psicologia ou na Associação Brasileira de Psiquiatria. Essas entidades, e suas representantes estaduais e regionais, mantêm registros disponíveis na internet para qualquer um acessar.

“Outra saída é procurar indicações com familiares ou amigos que já passaram por experiências anteriores”, sugere o psicólogo Hélio Roberto Deliberador, supervisor da Clínica-Escola de Psicologia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Contatos imediatos de primeiro grau.

A primeira consulta é outro momento-chave dessa história. Quem nunca fez terapia não sabe bem o que esperar, muito menos como se comportar ou relatar as queixas que o levaram até ali. “As pessoas acham que você é obrigado a se abrir e falar tudo logo de cara. Não é assim: vá à sessão o mais relaxado possível”, orienta o médico Rodrigo Martins Leite, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. Na prática, o terapeuta vai levantar algumas questões básicas, que ajudarão a avaliar o quadro e suas características para determinar diagnóstico e conduta.

Se você sentir necessidade, uma ideia é anotar no papel seus principais incômodos e aflições. “Escrever organiza os pensamentos e permite destacar os temas que o paciente deseja trabalhar durante a psicoterapia”, explica Peres. No futuro, essa iniciativa pode dar origem a um diário, um espaço para registrar os principais marcos e conquistas do processo. Mas esse é um assunto que abordaremos com mais profundidade ao longo da matéria.

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Os indicativos de que a terapia está caminhando bem.

Ok, você finalmente encontrou o terapeuta e está curtindo as sessões. Mas como saber se o tratamento está trazendo bons resultados? Por ser um processo que pode se estender por meses (até anos), não é fácil determinar o exato momento em que os avanços começam e como eles se desenvolvem ao longo do tempo – até porque esses prazos variam de acordo com cada um.

Uma dica é ficar de olho nos primeiros sintomas que motivaram você a buscar ajuda. “Dois indícios muito importantes são melhoras no humor e no ânimo para participar das atividades sociais ou de trabalho”, aponta Michelle.

Em alguns transtornos, as benfeitorias podem ser medidas na prática, com a diminuição no número de surtos e episódios de crise. Se após algumas sessões o indivíduo com fobia de elevadores se torna capaz de apertar o botão, já há um motivo para comemorar.

Numa próxima tentativa, ele esperará as portas se abrirem. Na outra, é provável que conseguirá entrar na cabine e ficar ali por alguns segundos. E, de pouco em pouco, as conquistas se acumulam e acabam de vez com o medo irracional.

Tenha em mente, porém, que recaídas podem acontecer e, claro, fazem parte da experiência. A forma como reagimos a elas é que vai fazer toda a diferença lá na frente. “O paciente deve cobrar soluções do terapeuta e, se necessário, pedir ajustes para que ele tire proveito máximo da terapia”, estimula Martins Leite.

Criar um relacionamento de confiança, inclusive, é essencial para se soltar e expressar os sentimentos dentro do consultório. Esse vínculo chega, segundo alguns experts, a ser mais relevante que a metodologia adotada. Ora, os princípios técnicos e teóricos da terapia cognitivo-comportamental ou da psicanálise não substituem critérios como confidencialidade, carinho e empatia.

“Um pianista pode saber tudo sobre seu instrumento, mas, se ele não botar seu próprio coração na música, não vai tocar a si mesmo ou seus ouvintes. O mesmo vale para a psicologia”, compara Peres.

Qual é o prazo para receber alta?

Outro mito recorrente sobre as terapias é que elas não acabam nunca e, em algumas situações, viram uma enrolação. Não procede. Para que as coisas funcionem direito, um bom e ético profissional estabelecerá um processo com início, meio e fim.

O dilema é que não existe uma definição exata de quando vai ocorrer a alta. “Essa é uma questão que vai depender da conclusão das metas e da estabilização do quadro que motivou o tratamento”, informa o psicólogo Leandro Fernandes Malloy-Diniz da Universidade Federal de Minas Gerais.

Tem quem resolva seus problemas com dois ou três encontros pontuais. Outros, na contramão, demoram meses para obter algum alívio. É preciso considerar também a abordagem adotada: enquanto a terapia interpessoal traz a rapidez no seu DNA, a psicanálise não tem a intenção de medir prazos com tanta rigidez.

Um famoso estudo realizado na Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, calcula que em 75% das vezes o paciente já pode caminhar com suas próprias pernas após meio ano de trabalho. “No final, o objetivo é que o indivíduo se torne seu próprio terapeuta e passe a reconhecer os pensamentos que o prejudicavam anteriormente”, raciocina Michelle. Nada impede também de, passados alguns meses da liberação, você marcar consultas periódicas para ver se está tudo ok ou se encarar um novo estresse.

O bacana é notar que, no meio de tanta publicidade e gente falando sobre o assunto, o equilíbrio da mente se torna, de fato, um ingrediente vital para manter a saúde do corpo. Lembra a frase de Michelle Obama que incentivava as pessoas a buscar ajuda psicológica? Pois ela mesma admitiu recentemente, no lançamento de sua autobiografia Minha História (clique aqui para comprar), que fez terapia junto de seu marido, Barack Obama, para lidar com turbulências no relacionamento.

Até um dos casais mais harmônicos do mundo recorre ao poder das palavras para desenroscar os nós na cabeça. É hora de refletir e se mexer para desembaraçar os nossos.

A depressão e a ansiedade são sinais de luta!e não de fraqueza
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Consumo de antidepressivos cresce 74% em seis anos no Brasil

Pesquisa feita por seguradora de saúde aponta que a compra de remédios contra ansiedade também está em franca ascensão

De acordo com um relatório divulgado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a população brasileira é a mais deprimida da América Latina. Essa triste constatação acaba de receber reforço de um levantamento realizado pela SulAmérica: em seis anos, houve um salto de 74% no número de antidepressivos adquiridos pelos segurados dessa operadora. Foram 35 453 unidades em 2010 contra 61 859 em 2016.

Seguindo a tendência global, o estudo encontrou maior prevalência do uso desses medicamentos entre mulheres e pessoas a partir dos 50 anos. Atualmente, os antidepressivos ocupam a segunda posição na lista de remédios mais vendidos contra desordens do sistema nervoso, com 6% do total na categoria.

O primeiro lugar pertence aos analgésicos, que somam 10% das vendas. Já os ansiolíticos estão em terceiro. Aliás, a demanda pelos fármacos usados contra a ansiedade também avançou demais: de 17 197 unidades para 36 179 no mesmo período, o que corresponde a um incremento de 110%.

No interior do cérebro, a depressão pode ser explicada como um desequilíbrio químico que diminui a disponibilidade de substâncias essenciais para o bem-estar e a disposição. Um exemplo é a serotonina, neurotransmissor que regula, entre outras coisas, humor, apetite, funções intelectuais e sono — não à toa, a doença é uma das mais incapacitantes do mundo. O restabelecimento dessas moléculas no cérebro pode, sim, ser feito com a ajuda dos medicamentos.

Agora, o que funciona em um pacientes não necessariamente se aplica a outro. Às vezes, o acompanhamento de um psicólogo é a melhor arma (e pode ser recomendado em sessões individuais ou em conjunto). Com a escalada global da depressão, é mais importante do que nunca saber que existem alternativas para sair da melancolia profunda. E o primeiro passo é buscar ajuda.

Descubra o seu nível de ansiedade e depressão: faça o teste agora!

A vida moderna tem seu preço. Estamos constantemente submetidos a uma enorme gama de agentes estressantes: as cobranças no trabalho, os relacionamentos pessoais, o trânsito caótico e as contas para pagar.

Tudo isso, é claro, resulta em um número maior de pessoas com ansiedade e depressão. A falta de tempo para fazer o que dá prazer, o medo de crises financeiras e até mesmo a situação política do país contribuem para elevar o nível de apreensão com o futuro e de instabilidade. Tudo isso aumenta o estresse e gera várias consequências para a nossa saúde emocional.

Como será que anda o seu nível de ansiedade e depressão? Continue a leitura do artigo para entender mais sobre esses problemas. Além disso, no meio do nosso artigo, você encontrará um teste rápido e gratuito para entender se está na hora de buscar por apoio!

Ansiedade e depressão: como esses dois problemas se relacionam?

Embora muitas pessoas acreditem que a ansiedade e a depressão sejam problemas opostos, a verdade é que ambos os transtornos podem “andar de mãos dadas” – e não é raro alguém com diagnóstico de depressão descobrir que também sofre com ansiedade.

Ansiedade

Primeiro, é importante explicar que a ansiedade é um sentimento natural do ser humano e até essencial para a nossa evolução. Afinal, é graças a ela que conseguimos nos preparar para situações de fuga, resolver problemas e nos preservarmos.

Contudo, em algumas pessoas, a ansiedade pode se tornar patológica. Isso acontece quando esse sentimento não está relacionado a nenhuma situação específica e os sintomas intensos impedem a pessoa de realizar suas tarefas de forma rotineira.

Os transtornos de ansiedade surgem quando a pessoa se torna incapaz de relaxar, com pensamentos fixos e obsessivos sobre determinado assunto, o que aumenta a fadiga e leva a problemas para dormir. Tudo isso, é claro, torna a vida do ansioso mais complicada e ele começa a ter prejuízos sociais, com dificuldades nos relacionamentos, no emprego, nos estudos e em vários outros campos.

Quem sofre de ansiedade geralmente sente uma sensação de preocupação e de medo a todo instante, além de sintomas físicos como sudorese extrema, tremores, crises respiratórias e pensamento acelerado e negativo ao extremo. Isso atrapalha as atividades cotidianas da pessoa, já que são sintomas muito difíceis de serem controlados por conta própria, e isso prejudica (e muito!) a qualidade de vida da pessoa que está nesse cenário.

Mas não se preocupe. Os distúrbios de ansiedade podem ser tratados, e seus sintomas tão suavizados que a pessoa que antes tinha sua saúde mental em estado de alerta vive normalmente. Acompanhe esta leitura para entender de que forma isso pode acontecer! ??

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Depressão

A depressão acontece quando a pessoa se sente profundamente triste, desanimada e com baixa autoestima – o que pode ser por vários fatores. É importante entender que a tristeza não é patológica e é normal ficarmos alguns dias mais “pra baixo”, principalmente quando existem situações que levem a isso, como fim de relacionamentos, perda de emprego ou a morte de alguém próximo.

Porém, na depressão, a tristeza é mais profunda e duradoura e o paciente não consegue ver saída para aquela situação. Muitas vezes, o distúrbio é causado por uma alteração química no cérebro, que leva à queda de neurotransmissores importantes como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina.

Além da tristeza, o depressivo também pode se sentir irritado com o mundo, pessimista e com uma sensação de vazio muito intensa. Em alguns casos, é normal que ambos os problemas apareçam juntos ou que um seja resultado do outro. Por exemplo, uma pessoa que sofre de um transtorno de ansiedade durante muitos anos, com o tempo e sem tratamento adequado, poderá vir a desenvolver um quadro depressivo ou vice-versa.

Gatilhos para os quadros depressivos

Uma possível explicação para essa ligação é que os pensamentos negativos típicos do ansioso podem funcionar como gatilhos para os quadros depressivos. Além disso, a ansiedade possui sintomas muito fortes e várias pessoas passam a evitar sair de casa com medo das crises, o que também pode desencadear a depressão.

Quais os principais sintomas da ansiedade e da depressão?

A partir dos tópicos acima, já deu para entender alguns sintomas da ansiedade e da depressão, não é? Vamos vê-los com mais detalhes abaixo:

Ansiedade

São muitos os transtornos relacionados à ansiedade e cada um deles pode ter sintomas específicos. Os sintomas mais comuns são:

➥ nervosismo constante;
➥ dificuldades de concentração;
➥ pressentimentos negativos;
➥ medo constante;
➥ preocupação exagerada que não condiz com a realidade;
➥ pensamentos descontrolados e obsessivos sobre determinada situação ou problema;
➥ dificuldades para dormir e insônia;
➥ sono não reparador;
➥ irritabilidade;
➥ dor ou aperto no peito;
➥ falta de ar ou respiração ofegante;
➥ tremores nas mãos e em outras partes do corpo;
➥ mãos geladas e suor frio;
➥ boca seca;
➥ fadiga;
➥ dor de barriga ou diarreia;
➥ dores de cabeça;
➥ tensão muscular;
➥ náuseas e vômitos.
Um tipo comum de transtorno de ansiedade é a Síndrome do Pânico. Nela, o paciente poderá apresentar sintomas mais específicos, como:

➥ sensação de morte;
➥ nervosismo e pânico incontroláveis;
➥ vertigens e tonturas;
➥ sensação de desmaio;
➥ problemas gastrointestinais;
➥ respiração e batimentos cardíacos acelerados.
Algumas vezes, os sintomas físicos da ansiedade e da Síndrome do Pânico são tão intensos que a pessoa pode acreditar estar tendo um infarto ou outros problemas de saúde.

Depressão

A depressão tem sintomas diferentes, dependendo de cada pessoa. Porém, existem alguns que são mais comuns e que ajudam a identificar quando alguém está depressivo:

➥ falta de motivação;
➥ apatia;
➥ problemas de concentração;
➥ falta de interesse nas atividades que antes lhe davam prazer;
➥ irritabilidade;
➥ raciocínio lento;
➥ esquecimento;
➥ aumento ou perda do apetite;
➥ medos que antes não existiam;
➥ angústia;
➥ sensação de vazio;
➥ indigestão;
➥ dor de barriga ou constipação;
➥ dores no corpo;
➥ tensão muscular;
➥ pressão no peito;
➥ isolamento social.
Lembrando que nem sempre o indivíduo depressivo abandona as suas atividades. Existem muitas pessoas que continuam trabalhando e até tendo vida social com depressão, escondendo de todos os seus sintomas e tentando “agir normalmente”, embora sintam-se tristes, vazios e ausentes por dentro.

É importante diferenciar a tristeza patológica daquela transitória provocada por acontecimentos difíceis e desagradáveis, como a perda de emprego, os desencontros amorosos, os desentendimentos familiares, as dificuldades econômicas etc. Por isso é tão fundamental ser diagnosticado! Assim, você realmente entende o que está acontecendo e, a partir daí, sabe como lidar com a doença.

Teste de ansiedade e depressão: como funciona?

O teste é conhecido como DASS-21 e divide-se em 3 etapas:

1ª: busca identificar os sintomas pertencentes à ansiedade e depressão (por exemplo, irritabilidade, humor reprimido e insônia);

2ª e 3ª: dividem-se em estruturas que pertencem às condições de forma separada.
O teste não deve ser levado como um diagnóstico, apenas como uma orientação dos níveis dos sintomas. Neste caso, sempre é recomendado consultar um profissional capacitado para uma avaliação completa.

Abaixo, você poderá responder ao questionário e o resultado será enviado ao seu e-mail. Por isso, tente responder com o máximo de sinceridade de clareza. Lembrando que as suas respostas não serão compartilhadas!

Será que preciso de ajuda?

É importante lembrar que o resultado dessa avaliação não indica um diagnóstico completo. Assim, apenas por esse resultado, é impossível diagnosticar um quadro de ansiedade e depressão.

Contudo, se você se encaixou nos sintomas descritos ou possui potencial para desenvolver um quadro de depressão ou de ansiedade (de acordo com o teste), isso indica que está na hora de buscar ajuda especializada. Procure um psicólogo da sua confiança e cuide da sua saúde mental. Essa é a melhor maneira de conseguir mais qualidade de vida e bem-estar e, claro, de atingir todo o seu potencial e suas realizações.

 

 

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