O que fazer para curar a depressão

Depressão tem cura? O que fazer para curar a depressão

 

 

Depressão tem cura? Essa é uma pergunta muito recorrente nos buscadores como google. Reflexo do adoecimento crescente!

Os dados são alarmantes. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 322 milhões de pessoas no mundo sofrem com a depressão. No Brasil, são mais de 11 milhões de indivíduos com essa síndrome, o que posiciona o país com o maior número de casos na América Latina.          Depressão tem cura? O que fazer para curar a depressão

Mesmo com perspectivas de que a doença se torne a segunda maior preocupação em termos de saúde pública em todo o mundo, muita gente ainda se pergunta se a depressão tem cura.

Esse tipo de questionamento é resultado da falta de informação que ainda existe sobre o assunto. Por muito tempo, doenças psicológicas foram consideradas sinônimo de loucura e as pessoas que sofriam de tais transtornos eram alvo de preconceitos.

Em pleno século 21, apesar dos estudos da medicina já terem avançado muito, ainda existe uma grande desinformação. Muita gente trata com descaso doenças como depressão e tantas outras.

Se você também ainda tem dúvidas sobre o mal do século, ao longo do artigo vamos esclarecer algumas informações importantes sobre esse assunto que está tão presente no nosso dia a dia!

 

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Depressão tem cura? Entenda de uma vez por todas!

Quando falamos sobre depressão, a primeira coisa que precisa ficar clara é que há uma diferença clara entre a tristeza patológica (depressão) e a tristeza transitória.

A tristeza se trata de uma emoção universal, que faz parte da vida de todos os seres humanos. Ao longo da vida, todos nós somos obrigados a enfrentar momentos difíceis, como a morte de um ente querido, uma desilusão amorosa, dificuldades econômicas, a perda de um emprego, entre outros.

Nessas horas, é completamente normal se sentir abalado por um determinado tempo. A diferença da tristeza transitória e da patológica é que no primeiro caso as pessoas encontram uma forma de superar tais adversidades.

Já em quadros de depressão, a tristeza não tem fim, permeando dias e dias, mesmo quando não existem razões aparentes para se estar triste. Ou seja, a pessoa depressiva perde a satisfação em executar atividades que antes davam prazer e não tem perspectivas de melhora.        Depressão tem cura? O que fazer para curar a depressão

 

 

Depressão tem cura, desde que tratada corretamente.

Diante de todas as suas complexidades, a depressão necessita de tratamento por meio de acompanhamento médico.

Casos de depressão leve respondem bem ao tratamento psicoterápico, no entanto, se o quadro for mais grave, há indicação do uso de antidepressivos.

Não existe um tempo pré-definido para tratar a depressão, variando muito de acordo com cada paciente. Na maioria dos casos, o tratamento deve ocorrer em médio ou longo prazo.

A depressão tem cura quando tratados todos os seus aspectos, tanto os neurológicos como os psicológicos. Isso porque os medicamentos ajudam no controle de partes químicas e genéticas, mas também é necessário dar atenção às questões emocionais, que compõem o quadro da doença.

Justamente por isso o tratamento acontece no médio e longo prazo: a psicoterapia é um trabalho constante e profundo, que traz resultados aos poucos. Enquanto isso, os remédios podem ter um impacto de curto prazo na saúde do paciente.

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Quais são as causas da depressão?

As causas da depressão podem estar associadas a traços de personalidade e fatores genéticos, pois a doença pode ser causada por uma disfunção bioquímica do cérebro.

Além disso, fatores externos também podem desencadear a doença. Entre esses gatilhos, podemos citar:

1.Traumas de infância;
2.Estresse físico e psicológico;
3.Doenças sistêmicas;
4.Consumo de drogas lícitas ou ilícitas;
5.Acontecimentos importantes, como a perda de um ente querido, divórcio, perda de emprego, entre outros;
6.Determinados medicamentos.

 

 

Quais são os sintomas da depressão?

Diferente da tristeza passageira, os sintomas da depressão são mais fortes e constantes, permeando a vida do paciente dia após dia.

Além do estado de humor deprimido e dos pensamentos negativos, podemos citar outros sintomas físicos e psicológicos, entre eles:

1.Alteração de peso (ganhou o perda não intencional);
2.Alteração de sono (insônia ou sono excessivo);
3.Fadiga ou perda de energia;
4.Sentimento de culpa excessivo;
Dificuldade de concentração;
5.Baixa autoestima;
6.Problemas psicomotores;
7.Alteração da libido;
8.Sentimento de vazio;
9.Pensamentos suicidas e/ou autodestrutivos.

 

 

Atividades que podem ajudar na cura da depressão.

Além do acompanhamento médico e das sessões de psicoterapia, existem algumas atividades que você pode exercer para, a cada dia, chegar mais perto da cura da depressão.

O importante é encontrar aquilo que proporciona prazer e, ao mesmo tempo, traz benefícios para mente e corpo ao longo do tratamento da doença.        Depressão tem cura? O que fazer para curar a depressão

 

 

Confira, abaixo, o que fazer para curar a depressão:

Meditação: por mais que pareça difícil no início, utilize aplicativos de meditação guiada para começar a prática. No médio e longo prazo você começará a sentir os benefícios da meditação, que te ajudará a focar no presente, além de exercitar o autoconhecimento e controlar os sentimentos, diminuindo a ansiedade.

Atividades físicas: ao praticar exercícios, são liberados hormônios como serotonina e endorfina, que são importantíssimas para o tratamento da doença e sensação de bem-estar.

Acupuntura: é capaz de aliviar sintomas do quadro depressivo, como ansiedade, dor e insônia;

Reiki: proporciona relaxamento e bem-estar.

Ansiedade e depressão são transtornos que caminham de mãos dadas, mas têm causas, sintomas e tratamentos diferentes

Mais de 300 milhões de pessoas vivem com depressão no mundo todo, segundo a Organização Mundial da Saúde. Apenas o Brasil tem cerca de 11,5 milhões de pessoas diagnosticadas com a doença

Mas brasileiro não é só deprimido, não; também somos muito ansiosos. Em 2017, 18,6 milhões de brasileiros tinham o transtorno, o que corresponde a quase 10% da população.1

Embora em alguns casos elas possam se confundir ou até se manifestar ao mesmo tempo 2, depressão e ansiedade são doenças diferentes. Cada uma delas tem causas, sintomas e tratamentos específicos, e claro, as duas precisam de acompanhamento profissional.

Saber diferenciá-las é importante, especialmente quando uma pessoa próxima está sofrendo com uma delas ou ambas. Ao tentar entender um pouco mais sobre os sintomas, conseguimos ser empáticos para ouvir como aquela pessoa pode estar se sentindo e, quem sabe, até ajudá-la a procurar ajuda.2 Vamos aprender?

Ao contrário do que muita gente pensa, a depressão não é uma doença do mundo contemporâneo. Na verdade, ela acompanha a humanidade ao longo de toda a sua história 3 e até fatores genéticos 3 podem aumentar a predisposição à doença. Na verdade, para muitas pessoas é difícil até chamar de doença quando não temos nenhuma evidência física ou exames que ajudem a diagnosticar. Porém a depressão pode ter manifestações físicas, sim, como causar uma série de alterações químicas no cérebro. O fato de não enxergarmos isso cientificamente não significa que essas alterações não estejam aí. Outros gatilhos podem estar associados a circunstâncias externas. Estresse, por exemplo, pode iniciar sintomas depressivos em uma pessoa já predisposta.

Há outras causas possíveis para a depressão, como desequilíbrios metabólicos ou hormonais, ambientes de competição constante, falta de afeto e empatia entre as pessoas.4 Indivíduos que enfrentam traumas na vida, como luto, desemprego ou doenças, também são mais propensos a desenvolver a condição.5 Portanto, é resultado de uma interação complexa entre fatores sociais, psicológicos e biológicos. Nada simples, não é mesmo? Podemos pensar nessa relação como uma teia: quando algo é mexido de um lado, toda a teia é balançada.

 

 

O que é ansiedade.

Sabe aquele friozinho na barriga que dá na hora de encontrar alguém que te atrai? Ou o medo de tirar nota baixa antes de uma prova? Isso é ansiedade, um sentimento que todo mundo tem de vez em quando, e que normalmente não é prejudicial.4

Mas a ansiedade pode virar uma doença quando ocorre com muita frequência ou vem muito forte, prejudicando tanto a saúde mental como o funcionamento do corpo.6 Nesses casos, os médicos classificam esse tipo de ansiedade turbinada como um transtorno de saúde mental. Geralmente, ele se manifesta pelos seguintes sintomas 6:

 

 

Diferença entre ansiedade e depressão.

É bem comum que uma pessoa depressiva também possa estar ansiosa e vice-versa.2 Por isso, fazer esse diagnóstico e diferenciar uma da outra é uma tarefa complexa, que precisa levar em conta história familiar, experiências passadas e o ambiente no qual o paciente vive.4

Depois de analisar todos esses fatores, o médico indica o tratamento mais adequado. Nos dois casos, a primeira recomendação costuma ser medicação junto com psicoterapia. Entretanto, indivíduos depressivos são mais propensos a precisar de remédios do que os ansiosos 3,4, porque a terapia ajuda, mas não consegue prevenir novos episódios e nem cura a depressão 3.

Em geral, ansiedade e depressão são condições que exigem tratamento a longo prazo e merecem atenção adequada. Praticar a empatia — ou seja, colocar-se no lugar do outro e entender pelo que a pessoa está passando — é uma das formas de dar apoio a pessoas que sofrem com esses transtornos e ajudá-las a viver de uma maneira mais plena e feliz.        Depressão tem cura? O que fazer para curar a depressão

 

 

O que fazer para curar a depressão.

A depressão pode ter cura, entretanto, como suas causas ainda não foram totalmente esclarecidas, não existe uma fórmula, e sim, várias alternativas que podem ser usadas para cada caso, para modificar a resposta cerebral e melhorar o humor.

Ela é um transtorno psiquiátrico, em que o humor deprimido e a perda de vontade, associado a outros sintomas, como alterações do sono, do apetite, cansaço e sensação de culpa, atrapalham o dia-a-dia da pessoa. Existem fatores que influenciam o desenvolvimento da depressão, como causas genéticas, ou hereditárias, e causas ambientais, como um momento estressante da vida ou a perda de alguém importante, por exemplo. Para entender melhor os sintomas e as causas da desta doença, veja como diferenciar a tristeza da depressão.

Assim, para curar um quadro de depressão, existem alternativas de tratamento, que podem ser feitos separadamente ou em conjunto, mas o melhor tipo, o tempo necessário e as doses utilizadas podem variar de acordo com cada pessoa. Além disso, em casos de suspeita, é sempre importante procurar ajuda de um psiquiatra, que irá definir o tipo de tratamento necessário.

 

 

1. Uso de remédios.

Os antidepressivos são medicamentos usados para repor os neurotransmissores no cérebro, como serotonina, dopamina e noradrenalina que, normalmente, estão diminuídos na depressão. O uso de remédios é indicado principalmente nos casos moderados e graves, devendo ser usados com regularidade pois, caso contrário, pode ser muito difícil se recuperar da doença.

Os remédios passam a fazer efeito em cerca de 2 a 6 semanas, e o tempo de tratamento também pode variar de pessoa para pessoa, sendo, em alguns casos, necessário por apenas um curto período, como 6 meses, como também pode ser necessário por vários anos. O que irá ajudar o médico a determinar o tempo de tratamento, a dose e o tipo do remédio é a melhoria dos sintomas e a forma como a pessoa está reagindo ao tratamento.

Além disso, somente o uso de remédios pode não ser suficiente para curar uma depressão, sendo importante que a pessoa trabalhe o seu lado psicológico, através de conversas, sessões de psicoterapia e atividades que estimulem auto-conhecimento, por exemplo.        Depressão tem cura? O que fazer para curar a depressão

 

 

2. Sessões de psicoterapia.

A psicoterapia é feita por um psicólogo ou psicoterapeuta, e é importante para ajudar na resolução de dificuldades emocionais, estimulando o auto-conhecimento e a resolução de conflitos internos da pessoa. Ela é fundamental, mesmo quando a pessoa já utiliza medicamentos, pois ajuda a reorganizar os pensamentos e estimular sentimentos e sensações de alegria.

As sessões de psicoterapia costumam ser feitas 8, 4 ou 2 vezes por mês, por exemplo, a depender da necessidade de cada pessoa.

 

 

3. Eletroconvulsoterapia.

A eletroconvulsoterapia consiste em um procedimentos de eletrochoques cerebrais, de forma controlada e indolor, que facilitam a reorganização da atividade cerebral. É um tipo de tratamento realizado para os casos de depressão grave, em que não houve melhora com os outros tratamentos disponíveis.

 

 

4. Novas terapias.

Existem terapias mais recentes, que têm demonstrado bons resultados para o tratamento da depressão de pessoas que não melhoram com outras formas de tratamento. Entre eles estão a estimulação magnética transcraniana, a estimulação do nervo vago e a estimulação cerebral profunda.

Estas são formas de estimulação e reorganização da atividade do cérebro, através do implantes de pequenos eletrodos estimuladores, capazes de tratar também diversas doenças neurológicas, como depressão, epilepsia ou Parkinson, por exemplo.

Veja como é feita e que doenças podem ser tratadas com a estimulação cerebral profunda.

 

 

5. Terapias alternativas.

Existem formas mais naturais que são ótimas aliadas para complementar o tratamento da depressão, mas que não devem substituir o tratamento orientado pelo médico. Dentre elas estão:

Acupuntura: pode aliviar diversos sintomas associados à esta doença, como dor, ansiedade e insônia;

Meditação: proporciona autoconhecimento e controle dos sentimentos, o que pode melhorar a confiança e auto-estima;

Atividade física: a prática regular de exercício ajuda a liberar hormônio como serotonina e endorfina, essenciais no tratamento da depressão, além de melhorar o bem-estar. O exercício em grupo, como um esporte, pode ter ainda mais benefícios, devido a melhora da convivência social;

Reiki: é um técnica que proporciona relaxamento e bem-estar, podendo ser útil para combater sintomas da depressão;

Alimentação antidepressiva: existem alimentos, como banana, amendoim, aveia e leite, que aumentam os níveis de triptofano e outras substância, como magnésio, que estimulam a produção de hormônios do bem estar. Saiba quais são os alimentos que ajudam a sair da depressão.
Além disso, é recomendado investir em hobbies como música, leitura e atividades em grupo, por exemplo, pois são atividades que melhoram a auto-estima e a auto-confiança, sendo importantes passos para a cura da depressão. Veja mais dicas de como melhorar a auto-estima.      Depressão tem cura? O que fazer para curar a depressão

 

 

6. Tratar outras causas da depressão.

Existem algumas doenças que podem causar ou aumentar as chances de ter uma depressão, como hipotireoidismo, deficiência de vitamina B12, diabetes, Alzheimer, Parkinson ou pós-AVC, por exemplo, portanto, é necessário realizar um tratamento adequado delas para que seja possível combater os sintomas.

Além disso, também existem remédios que podem estar sendo utilizados no tratamento de outros problemas e que induzem a um humor deprimido, como Propranolol, Sinvastatina e Fenobarbital, por exemplo. Portanto, caso existam sintomas de depressão pelo uso de algum medicamento, é importante conversar com o médico que faz o acompanhamento para discutir a possibilidade de alteração do tratamento.

 

 

Quanto tempo dura o tratamento da depressão?

Não existe um tempo pré-definido para o tratamento da depressão, assim, algumas pessoas melhoram após alguns meses, já outras precisam tratar durante anos. Isso normalmente depende da causa e da gravidade da doença, além da possibilidade e vontade da pessoa em seguir o tratamento corretamente. Algumas dicas para potencializar o tratamento da depressão, e permitir uma curar mais rápida, são:

1.Não manter o mesmo remédio, se não houver melhora após 6 semanas: esse é o tempo necessário para qualquer remédio fazer efeito, assim, se neste período nenhuma melhora foi notada, é importante conversar com o psiquiatra para aumentar a dose ou, em alguns casos, mudar o tipo de remédio;

2.Fazer reavaliações com o psiquiatra: é importante ter consultas de acompanhamento com o médico nos tempos pré-determinados, a cada 3 ou 6 meses, por exemplo, para que sejam reavaliados os sintomas e necessidade de ajuste das doses;

3.Procurar ajuda: é mais difícil vencer uma depressão sozinho, portanto é fundamental falar com um amigo, familiar, psicólogo ou com o médico sempre que não estiver bem, ou notar piora dos sintomas;

4.Traçar objetivos: adotar um objetivo ou meta alcançar, como começar um projeto, um trabalho ou uma atividade nova, pois podem ser atitudes que ajudam a dar sentido à vida.
Além disso, é importante desenvolver uma espiritualidade, pois ser uma pessoa espirituosa não necessariamente significa ser religiosa, mas ter uma atitude de acreditar que existe um motivo especial para estar vivo e aproveitar os momentos, dando, assim, um significado mais especial à vida.

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