Coronavírus : covid-19 brasil

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Especialistas do Japão farão painel sobre medidas contra Covid-19.

Um painel de especialistas do governo japonês vai apresentar seu mais recente parecer sobre as medidas adotadas pelo país para conter a disseminação do novo coronavírus.

Informações sobre o parecer foram revelado antes de uma reunião, prevista para esta quinta-feira (19) à noite. Segundo especialistas do painel, o Japão tem mantido o surto sob controle até certo ponto.

Contudo, eles alertam que o vírus continua se alastrando em determinadas áreas, e que isso pode levar a uma epidemia em todo o território nacional,envolvendo um aumento explosivo chamado de “overshooting”.

Os especialistas pedem à população que evite lugares com pouca ventilação e repletos de pessoas conversando muito próximas umas das outras. Para eles, a partir de agora, medidas para controlar o surto deveriam ser adaptadas de acordo com a situação regional.          Coronavírus : covid-19 brasil

Em áreas em que há disseminação do vírus, deveria ser considerada a necessidade de declarar estado de emergência, ou pedir uma suspensão geral ou a diminuição da escala de eventos, após a determinação do momento e da duração.

Em áreas em que o surto parece estar retrocedendo, deveria ser considerada uma liberação gradual, com eventos de baixo risco. No entanto, atividades deveriam ser suspensas novamente, em caso de qualquer sinal de reincidência.

Em áreas em que não houve registro de casos confirmados, poderiam ser retomados eventos com baixo risco de infecção, tais como atividades escolares, comparecimento a eventos esportivos realizados ao ar livre e utilização de instalações culturais.

O painel de especialistas pede contínua precaução quanto à organização de eventos de grande escala.

 

Rio de Janeiro terá quatro hospitais de campanha para 1,1 mil pessoas.

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Os governos do estado e do município do Rio de Janeiro anunciaram a criação de quatro hospitais de campanha para ampliar o atendimento a pacientes devido à pandemia de infecção pelo novo coronavírus. No total, devem ser agregados 1,1 mil leitos ao sistema público de saúde no Grande Rio.

A prefeitura montará um hospital de campanha com capacidade para internar até 500 pacientes no Riocentro, principal centro de convenções da cidade do Rio de Janeiro, localizado em Jacarepaguá, na zona oeste.

Os leitos do hospital improvisado serão usados para internar pessoas que estão se recuperando de cirurgias eletivas ou que estão em tratamento em hospitais da rede municipal. A ideia é liberar as vagas ocupadas por essas pessoas para que pacientes com Covid-19 possam ser atendidos nos hospitais municipais.

O hospital de campanha do Riocentro deverá ter apoio das Forças Armadas, segundo a prefeitura. Além disso, estão sendo requisitados 400 profissionais do Programa Mais Médicos, do governo federal.          Coronavírus : covid-19 brasil

 

 

Estado do Rio de Janeiro

Já o governo do estado anunciou que vai montar três hospitais, cada um com 100 leitos no primeiro mês e mais 100 no segundo mês, totalizando 600 vagas. Um deles será no Parque dos Atletas, bem próximo ao Riocentro.

Outros dois hospitais serão fora da cidade: um no aeroclube de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, e outro em São Gonçalo. Diferentemente do hospital da prefeitura, essas unidades provisórias do estado serão voltadas para atender a pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Além dos hospitais de campanha, a Secretaria de Saúde do estado informou que pretende abrir mais 300 leitos nos próximos 40 dias e mais 300 nos 30 dias seguintes.

 

Covid-19: autoridades tentam blindar sistema financeiro em pânico.

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Autoridades financeiras mundiais tentavam restaurar a confiança nesta quinta-feira (19) com medidas de emergência para injetar dinheiro em mercados em pânico, e investidores de todas as partes liquidaram ativos, preferindo o dólar em meio à pandemia crescente de coronavírus.

Formuladores de políticas dos Estado Unidos (EUA), Europa e Ásia cortaram as taxas de juros e abriram as torneiras da liquidez para estabilizar economias quase em estado de coma, tendo em vista os consumidores em quarentena, as cadeias de suprimento interrompidas, os transportes paralisados e as lojas desabastecidas.

Enquanto ministros das Finanças e chefes de bancos centrais adotavam estratégias semelhantes, mercados e países cujas fronteiras estão sendo fechadas e cidades submetidas a interdições ficaram ainda mais alarmados pela troca de farpas entre os EUA e a China.

Em todo o mundo, já foram registrados 219 mil casos de coronavírus, incluindo mais de 8.900 mortes ligadas à doença. Mais de 20 mil destes casos foram relatados nas últimas 24 horas, um novo recorde diário.

A China, onde a epidemia surgiu em dezembro, proporcionou um vislumbre de esperança ao anunciar que não teve mais nenhuma transmissão local do vírus — mas os casos importados aumentaram, representando todos os 34 casos novos da quarta-feira.

Se a crise econômica desencadeada pela pandemia faz estragos nos mercados de ações, quase todas as moedas, exceto o euro e o porto seguro do iene, despencaram diante do dólar.

O Banco Central Europeu emitiu novas compras de títulos no valor de 750 bilhões de euros em uma reunião de emergência realizada na noite de quarta-feira, uma tentativa de evitar uma recessão profunda que ameaça superar a crise financeira global de 2008-09.

“Tempos extraordinários exigem ações extraordinárias”, disse a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, em meio ao receio de que as tensões da crise possam destroçar a zona do euro como bloco de moeda única.

O BC norte-americano lançou seu terceiro programa de créditos de emergência em dois dias, com a meta de manter a indústria dos mercados de fundos mútuos de 3,8 trilhões de dólares funcionando se os investidores fizerem retiradas rápidas.

Economistas da J.P. Morgan previram que a economia norte-americana encolherá 14% no próximo trimestre, e a chinesa mais de 40% no atual, um dos prognósticos mais dramáticos da possível escala das consequências até o momento.

 

Londres fecha metrô e se prepara para interdição devido ao coronavírus.

O Reino Unido estava se preparando nesta quinta-feira (19) para uma interdição de Londres, onde as estações de metrô fecharam, e o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, elaborou medidas para enfrentar a crise do coronavírus.

Agora que o surto se alastra pelo mundo, governos, empresas e investidores se veem às voltas com a maior crise de saúde pública desde a pandemia de gripe de 1918, com populações em pânico e os mercados financeiros derretendo.

Depois de ordenar o fechamento das escolas de um país que se retrata como um pilar da estabilidade ocidental, Johnson disse na quarta-feira que o governo não descarta nada, quando foi indagado se adotará medidas para isolar a capital.

O premiê pediu que o governo elabore planos para uma assim chamada interdição que levará ao fechamento dos negócios, à redução dos serviços de transporte, à limitação das aglomerações e a controles mais rígidos sobre a população de uma das cidades mais ricas da Europa.

Ao ser pressionado a dizer, em uma coletiva de imprensa, se as medidas mais duras são necessárias para interditar Londres, onde os bares, o transporte público e os negócios continuam movimentados, Johnson disse: “Sempre dissemos que tomaremos as medidas certas no momento certo”.

Enquanto Londres se preparava para se isolar, 20 mil efetivos militares britânicos foram postos de sobreaviso para ajudar a combater o surto de coronavírus. Já a rainha Elizabeth deve trocar a capital por seu antigo castelo de Windsor.

A monarca também concordou em adiar uma visita de Estado do imperador japonês Naruhito planejada para junho.

A agência de transportes de Londres disse que fechará até 40 estações de metrô até segunda ordem e reduzirá outros serviços, como os de ônibus e trens.

“As pessoas não deveriam estar circulando, através de nenhum meio, a menos que precisem muito, muito mesmo”, disse o prefeito londrino, Sadiq Khan.

O Reino Unido já relatou 104 mortes e 2.626 casos confirmados do coronavírus, mas conselheiros científicos britânicos dizem que mais de 5 mil pessoas podem já estar infectadas.

O país enfrenta uma “carência enorme” de ventiladores, que serão necessários para tratar pacientes de coronavírus cronicamente doentes, por não ter investido o suficiente em equipamentos de cuidados intensivos, disse um dos principais fabricantes de ventiladores.        Coronavírus : covid-19 brasil

 

 

Covid-19: número de mortes chega a 4; há 428 casos confirmados no país.

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O número de mortes em decorrência do novo coronavírus (covid-19) subiu para quatro, conforme atualização mais recente do Ministério da Saúde divulgada hoje (18). Até o balanço anunciado ontem, havia apenas um óbito confirmado.

Os falecimentos ocorreram na cidade de São Paulo. Duas novas mortes foram confirmadas pelo hospital Sancta Maggiore, na capital paulista. As duas vítimas, uma de 65 e outra de 80 anos, estavam internadas desde o último sábado (15) a apresentavam comorbidades.

Já os casos confirmados do novo coronavírus (covid-19) chegaram a 428. O número é 137 acima do último balanço ontem (17), quando o total estava em 291 pessoas infectadas. Na segunda-feira (16), eram 234 pacientes nessa situação.

São Paulo concentra a maior parte dos casos (240). Em seguida vêm Rio de Janeiro (45), Distrito Federal (26), Rio Grande do Sul (19), Pernambuco (16), Minas Gerais (15) e Paraná (13). Além desses, foram identificados casos em Santa Catarina (10), Espírito Santo e Ceará (9), Goiás (8), Mato Grosso do Sul (7), Sergipe (5), Bahia (3) e Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas (1).

Já os casos suspeitos alcançaram 11.278. No balanço de ontem, eles haviam chegado a 8.819, quatro vezes mais do que na segunda-feira (16), quando foram contabilizados 2.064. O Ministério da Saúde justificou o salto pelo fato das inclusões no sistema terem passado a ser feitas de forma automatizada pelas secretarias estaduais. Os descartados somaram 13.551.

*matéria atualizada às 21h04 para correção de título; ao contrário do informado, os casos foram confirmados, não são suspeitos.      Coronavírus : covid-19 brasil

 

 

Bolsas da China fecham em baixa, mas perdas são limitadas.

Os índices acionários da China fecharam em baixa nesta quinta-feira (19), mas as perdas foram limitadas uma vez que investidores esperam mais medidas de estímulo das autoridades para proteger a segunda maior economia do mundo do impacto do coronavírus.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 1,3%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,98%.

Ambos os índices chegaram a cair mais de 3% no início do pregão, somando-se às perdas globais porque medidas de bancos centrais na Europa, Estados Unidos e Austrália falharam em acabar com a onda de vendas de pânico.

A relativa força de curto prazo no mercado de ações deve-se principalmente a melhores condições de liquidez, com os participantes do mercado tendo expectativas de suporte por Pequim, disse Song Jin, analista do Nomura Orient International Securities.

. Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,04%, a 16.552 pontos.

. Em Hong Kong, o índice Hang Seng caiu 2,61%, a 21.709 pontos.

. Em Xangai, o índice Ssec perdeu 0,98%, a 2.702 pontos.

. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, retrocedeu 1,30%, a 3.589 pontos.

. Em Seul, o índice Kospi teve desvalorização de 8,39%, a 1.457 pontos.

. Em Taiwan, o índice Taiex registrou baixa de 5,83%, a 86.681 pontos.

. Em Singapura, o índice Straits Times desvalorizou-se 4,73%, a 2.311 pontos.

. Em Sydey, o índice S&P/ASX 200 recuou 3,44%, a 4.782 pontos.

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