Coronavírus : casos coronavirus

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O mapa do coronavírus: como aumentam os casos dia a dia no Brasil e no mundo.

O ritmo de cada país é diferente. Japão, Hong Kong e Singapura viram crescer as infecções de maneira paulatina desde janeiro. Na Europa, os casos dispararam rapidamente

Em janeiro, o novo coronavírus (SARS-CoV-2) estava concentrado na China, e só alguns casos chegavam a outros países, através de pessoas infectadas que viajaram de avião ou navio. No final daquele mês, já eram 10.000 infectados na China e em outros 129 países. Mas em fevereiro foram registrados vários surtos na Coreia do Sul, Itália, Alemanha e Espanha. Hoje, há casos confirmados no Brasil —país que teve a primeira morte confirmada nesta terça-feira—e maior parte da Ásia, Austrália, América do Norte e Europa. Em 11 de março, a Organização Mundial da Saúde declarou o novo coronavírus (Covid-19) é uma pandemia global.      Coronavírus : casos coronavirus

 

 

Os casos em cada país.

O gráfico mostra os casos registrados nos países com mais infecções detectadas. A escala é logarítmica (a distância de 1 a 10 é igual à de 10 a 100) para apreciar melhor as fases iniciais do surto.

A China é o país onde o vírus apareceu e onde houve mais infecções. Mas outros países já possuem um número significativo de casos confirmados: Coreia do Sul, Itália, Irã, Japão, França, Alemanha e Espanha superavam a marca dos 200 doentes em 5 de março. Em 17 de março, o Governo espanhol confirmava mais de 490 mortes pela Covid-19.

O ritmo de cada país é diferente. Japão, Hong Kong e Singapura viram crescer as infecções de maneira paulatina desde janeiro. Em outros países, como Espanha, França e Alemanha, os casos dispararam seguindo a esteira da Itália, que soou o alarme na Europa.

É importante entender que falamos de casos confirmados. Ou seja, estamos medindo dois fenômenos ao mesmo tempo: o aumento real de infectados em cada país e a capacidade de detectá-los por parte de suas autoridades.

A evolução na Europa é um bom exemplo disso. Após a explosão de casos na Itália, observa-se um aumento em muitos países. Mas a razão disso não é só a existência de infecções; há também um aumento nas detecções porque os países reforçaram seus protocolos. “É provável que essa mudança tenha tido um grande efeito no número de casos. A transmissão da doença pode ser alta, mas não é plausível que seja tão alta a ponto de gerar os picos que vimos em muitos países”, diz Adam Kucharski, professor da London School of Hygiene & Tropical Medicine.

Na Espanha, os casos dispararam após 25 de fevereiro, quando o país começou a realizar exames de Covid-19 em pessoas com pneumonias de origem desconhecidas. Até então, o protocolo era aplicar o teste somente a indivíduos com sintomas que tivessem tido contato com casos confirmados ou que tivessem visitado as zonas de risco.

 

 

A evolução de cada surto.

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Uma forma de tentar comparar o ritmo do vírus em cada país é ver sua evolução desde que os primeiros casos foram confirmados. No gráfico, iniciamos cada surto a partir do dia em que 20 novos casos foram registrados pela primeira vez.

A situação da Coreia do Sul é ilustrativa. O país teve poucos casos até a terceira semana, quando eles dispararam de repente. Nesse ponto, sua curva é quase reta porque coincidem duas tendências crescentes: mais infectados e mais exames. A inclinação diminui depois, o que corresponde a um crescimento ainda exponencial, embora mais lento.

A chave para frear um surto é reduzir o ritmo de crescimento dos casos. Isso é o que tem conseguido a China, onde as infecções deixaram de aumentar de forma exponencial em meados de fevereiro, quando a quarentena e as medidas de distanciamento fizeram efeito.      Coronavírus : casos coronavirus

Nos países europeus, por sua vez, o vírus ainda está em expansão. Na Itália, os casos diários eram cerca de 70 no início do surto, passaram para 500 na segunda semana e atingiram os 1.700 na terceira. França, Espanha e Alemanha crescem num ritmo parecido com o italiano, mas parecem ir alguns dias atrás.

 

 

A letalidade registrada por país.

O gráfico seguinte representa a relação entre mortos e casos registrados. É um dado relevante, embora saibamos que seja uma medida imprecisa da verdadeira letalidade do vírus. Ao menos por dois motivos. O primeiro é que as mortes costumam chegar com atraso, dado que a doença pode durar várias semanas. Isso explica certamente por que a mortalidade na China cresceu de 2,1 em janeiro para 3,7 em fevereiro.

Esse atraso tem outras implicações. As primeiras mortes por Covid-19 na Espanha foram de pessoas que não tinham sido diagnosticadas. “Essas mortes indicam que o vírus chegou antes do que se pensava”, afirma Antoni Trilla, do Hospital Clínic de Barcelona. O vírus fica pelo menos quatro semanas circulando sem ser detectado, como aconteceu na Espanha e em países como a Itália. “Se há uma morte quando ainda não há muita transmissão, isso sugere que poderia haver algumas centenas de infectados”, diz Kucharski. A lógica é clara: se a mortalidade gira em torno de 1%, detectar um morto implica ter cerca de 100 infectados há três semanas, que é o que a doença demora para matar. E esses 100 casos provavelmente tenham se estendido para 300, 500 ou 1.000 no dia da morte.

Outra dificuldade para medir a letalidade é que existem infecções que não são detectadas porque geram sintomas leves. Se esses casos fossem contabilizados, as taxas de letalidade diminuiriam. É o que sugere a situação da Coreia do Sul, que está fazendo mais exames do que ninguém e neste momento reportar uma mortalidade de 0,6%. São boas notícias, mas só relativamente: mesmo que a mortalidade do coronavírus seja um terço do que dizem os dados atuais, continuaria sendo bastante pior que a da gripe comum.    Coronavírus : casos coronavirus

Tampouco existe consenso sobre quantos casos não detectados existem em cada país. O epidemiologista Christophe Fraser, da Universidade Oxford, explica que a proporção de casos não reportados poderia ser de 50%. Desse modo, “a taxa de letalidade seria em torno de 1%”. O médico Bruce Aylward, da Organização Mundial da Saúde (OMS), concorda. Como ele disse ao The New York Times, não há evidências [na China] de que estejamos vendo apenas a ponta do iceberg, com nove décimos dele formados por zumbis ocultos que espalham o vírus. O que estamos vendo é uma pirâmide: a maior parte está à vista.” Por sua vez, o especialista em RNA viral Adolfo García-Sastre, pesquisador do Hospital Monte Sinai de Nova York, considera que “existem de cinco a 10 vezes mais infectados do que está sendo contabilizado, o que reduz muito a sua letalidade”.

Para julgar os dados confirmados, é importante conhecer o esforço que cada país tem feito para detectar todas as infecções. As diferenças são grandes. A Coreia do Sul realizou 3.400 exames para cada milhão de habitantes. A Itália e a Suíça fizeram entre 500 e 600, e os EUA haviam feito apenas 2 por milhão quando deixaram de publicar seus dados dias atrás.

A capacidade de detecção dos países afeta suas taxas de letalidade. Não por acaso a Coreia do Sul, o país que mais exames tem feito, possui a taxa de mortos mais baixa. É razoável pensar que, se os países fazem mais testes – e detectam mais casos leves –, suas cifras de letalidade se aproximariam das do país asiático, que neste momento é a mais baixa de todas.

Secretarias estaduais de Saúde ainda apontam que há 8.919 casos suspeitos; duas mortes foram registradas nesta terça-feira (17)

Na manhã desta quarta-feira (18), as secretarias estaduais de Saúde divulgaram que subiu para 350 o número de casos confirmados do novo coronavírus no Brasil. Além disso, indicaram que o número de suspeitos chega a 8.919. Até o momento, as autoridades de saúde descartaram 1.890 casos da Covid-19. Dezoito pessoas estão hospitalizadas.

Ontem (17), o país registrou as duas primeiras mortes em decorrência da doença. A primeira vitimou um homem de 62 anos em São Paulo, que tinha diabetes e hipertensão, ou seja, fazia parte do que é considerado grupo de risco da doença.

O segundo registro, dessa vez no Rio de Janeiro, ocorreu um pouco mais tarde no mesmo dia. Um homem de 69 anos, com quadro de pneumonia e insuficiência respiratória aguda faleceu devido a um choque séptico. Há também quatro outras mortes que estão sendo atribuídas à infecção, mas ainda não há confirmação de ligação com a doença.

São Paulo continua sendo o estado com mais pessoas contaminadas, com 164 casos; seguido do Rio de Janeiro, com 33 pacientes doentes.

Para ajudar os brasileiros a detectar sinais e saber onde procurar ajuda, o Ministério da Saúde lançou um aplicativo que mostra, em tempo real, notícias sobre a doença, além de listar, com base na localização, todos os postos de atendimento próximos aos usuários caso apresentem alguns dos sintomas da doença.

 

 

Situação no mundo.

Coronavírus : casos coronavirus

No mundo todo, há pouco mais de 168 mil casos confirmados da doença. De acordo com um levantamento, feito pela Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, o número de mortes no planeta chega a 7.955. Desse total, mais de 3.200 ocorreram na China, país considerado o epicentro da doença.

 

Curitiba atualiza número de casos do novo coronavírus.

Curitiba registra mais dois casos do novo coronavírus em moradores do município, nesta terça-feira (17/3). Os dois casos foram confirmados por um laboratório particular da capital paranaense, referenciado pelo Ministério da Saúde. Os pacientes, de 62 anos, foram infectados durante viagem recente para Itália.

Com os dois novos registros, sobe para nove o número de casos confirmados na capital paranaense. Cinco casos já haviam sido confirmados na última semana pelo Laboratório Central de Estado do Paraná (Lacen-PR). E outros dois haviam sido confirmados ontem, após exame realizado em laboratório particular referenciado.

Em todos os casos, os pacientes apresentaram sintomas leves de infecções respiratórias. Todos passam bem e foram orientados a seguir isolamento domiciliar voluntário por 14 dias, sendo acompanhados pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS). A equipe de Epidemiologia da secretaria monitora outros possíveis contatos, por precaução.

Além dos casos confirmados, Curitiba ainda investiga 66 suspeitos e já descartou outros 50 casos de pacientes residentes em capital.      Coronavírus : casos coronavirus

 

 

Quando buscar atendimento?

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba orienta que todas as pessoas com sintomas leves de infecção respiratória não procurem as unidades de saúde e UPAs.

Só devem buscar o atendimento de saúde aqueles com sintomas respiratórios agudos (falta de ar ou febre por mais de 24 horas).

“Grande parte dos casos do novo coronavírus são leves e com boa resolução”, diz a secretaria municipal da Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak.

O diretor do Centro de Epidemiologia da secretaria, Alcides Oliveira, lembra que não existe tratamento específico contra o novo coronavírus.

“São usados medicamentos para alívio de sintomas, como antitérmicos, que todos temos em casa”, explica.

Segundo Oliveira, porém, é importante que as pessoas não se automediquem com anti-inflamatórios à base de ibuprofeno – remédio que não apresenta um boa resposta em casos de coronavírus.

Além disso, todos que chegam de viagem do exterior e dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde já há transmissão comunitária do novo vírus, devem permanecer em isolamento domiciliar por sete dias. Aqueles que chegam de viagem e apresentam febre e sintomas respiratórios devem realizar isolamento domiciliar por 14 dias.

Outra recomendação importante diz respeito aos idosos, grupo de risco nesta pandemia. A orientação é para que todos com mais de 70 anos não saiam de casa, façam isolamento domiciliar voluntário por tempo indeterminado.

 

 

Saiba quando é necessário procurar as unidades de saúde e UPAs.

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba orienta que pessoas com sintomas leves de infecção respiratória não procurem as unidades básicas de saúde e as Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). O objetivo é evitar a proliferação de doenças respiratórias e também preservar a rede de atendimento de saúde para os casos graves.

“Grande parte dos casos do novo coronavírus são leves e com boa resolução, assim como outros quadros respiratórios”, diz a secretária municipal da Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak. Para estes casos, a orientação é realizar isolamento domiciliar voluntário por 14 dias.

Além disso, todos que chegam de viagem do exterior e dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde já há transmissão comunitária do novo vírus, devem permanecer em isolamento domiciliar por sete dias, se não houver sintomas. Aqueles que chegam de viagem e apresentam febre e sintomas respiratórios devem realizar o isolamento domiciliar por 14 dias.      Coronavírus : casos coronavirus

 

 

Casos graves.

Antes de buscar uma unidade de saúde ou UPA, aqueles com sintomas respiratórios agudos (falta de ar ou febre por mais de 24 horas) devem entrar em contato com a central (41) 3350-9000, para receber orientação sobre o local para receber atendimento de saúde.

 

 

Saúde adota novas medidas nas unidades municipais contra o coronavírus.

Nesta terça-feira (17/3), a Secretaria Municipal da Saúde divulgou mais orientações em relação ao enfrentamento da epidemia do novo coronavírus em suas unidades:

– Todas as atividades em grupo desenvolvidas pelas unidades de saúde estão suspensas.

– As receitas de medicamentos de uso contínuo serão renovadas automaticamente por mais 90 dias. As unidades de saúde, com base nos registros disponíveis, entrarão em contato com os pacientes com as devidas orientações. Para usuários a partir de 70 anos ou com qualquer condição crônica (diabéticos, hipertensos e imunodeprimidos), a entrega deve ser domiciliar ou algum familiar pode fazer a retirada.

– Os atendimentos odontológicos nas unidades de saúde serão suspensos a partir desta quarta (18/3). As equipes odontológicas serão remanejadas para desempenhar ações de vigilância, monitoramento de casos do novo coronavírus e apoio ao fluxo das unidades. Os casos de urgência e emergência odontológicas permanecem sendo atendidos.

– Para a campanha contra a gripe, que começa na próxima segunda-feira (23/3), serão organizados pontos de vacinação em locais externos às unidades de saúde. Tais espaços terão boa ventilação e permitirão distanciamento entre as pessoas. Os locais serão divulgados em breve.

– A SMS manterá um profissional na porta de cada unidade de saúde, durante o período de funcionamento. Ele vai perguntar a todos os usuários o motivo pelo qual procuram a unidade. Em caso de queixa compatível com caso suspeito de coronavírus, serão seguidas as recomendações do protocolo especial.

– Devem ligar prioritariamente para a Central 3350-9000 apenas quem viajou, nos últimos 14 dias, para o exterior (qualquer país), São Paulo ou Rio de Janeiro, e apresenta febre e sintomas respiratórios (coriza, dor de garganta, tosse, dificuldade para respirar). Devem ligar também aqueles que tiveram contato com alguém que tenha retornado desta viagem.

 

 

Curitiba atualiza número de casos do novo coronavírus

Curitiba registra mais dois casos do novo coronavírus em moradores do município, nesta terça-feira (17/3). Os dois casos foram confirmados por um laboratório particular da capital paranaense, referenciado pelo Ministério da Saúde. Os pacientes, de 62 anos, foram infectados durante viagem recente para Itália.

Com os dois novos registros, sobe para nove o número de casos confirmados na capital paranaense. Cinco casos já haviam sido confirmados na última semana pelo Laboratório Central de Estado do Paraná (Lacen-PR). E outros dois haviam sido confirmados ontem, após exame realizado em laboratório particular referenciado.

Em todos os casos, os pacientes apresentaram sintomas leves de infecções respiratórias. Todos passam bem e foram orientados a seguir isolamento domiciliar voluntário por 14 dias, sendo acompanhados pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS). A equipe de Epidemiologia da secretaria monitora outros possíveis contatos, por precaução.

Além dos casos confirmados, Curitiba ainda investiga 66 suspeitos e já descartou outros 50 casos de pacientes residentes em capital.

 

 

Quando buscar atendimento?

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Curitiba orienta que todas as pessoas com sintomas leves de infecção respiratória não procurem as unidades de saúde e UPAs.

Só devem buscar o atendimento de saúde aqueles com sintomas respiratórios agudos (falta de ar ou febre por mais de 24 horas).

“Grande parte dos casos do novo coronavírus são leves e com boa resolução”, diz a secretaria municipal da Saúde de Curitiba, Márcia Huçulak.

O diretor do Centro de Epidemiologia da secretaria, Alcides Oliveira, lembra que não existe tratamento específico contra o novo coronavírus.

“São usados medicamentos para alívio de sintomas, como antitérmicos, que todos temos em casa”, explica.

Segundo Oliveira, porém, é importante que as pessoas não se automediquem com anti-inflamatórios à base de ibuprofeno – remédio que não apresenta um boa resposta em casos de coronavírus.

Além disso, todos que chegam de viagem do exterior e dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, onde já há transmissão comunitária do novo vírus, devem permanecer em isolamento domiciliar por sete dias. Aqueles que chegam de viagem e apresentam febre e sintomas respiratórios devem realizar isolamento domiciliar por 14 dias.

Outra recomendação importante diz respeito aos idosos, grupo de risco nesta pandemia. A orientação é para que todos com mais de 70 anos não saiam de casa, façam isolamento domiciliar voluntário por tempo indeterminado.

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