Coronavírus : brasil coronavirus

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Últimas notícias de coronavírus.

Mais de 200 mil casos de coronavírus e 8 mil mortes em todo o mundo; a Europa superou a Ásia em números de mortes provocadas por coronavírus.      Coronavírus : brasil coronavirus

O mundo registrou nesta quarta-feira (18) mais de 200 mil casos de coronavírus e ao menos 8 mil mortes, segundo um levantamento feito pela universidade norte-americana Johns Hopkins. A China concentra 40% dos casos confirmados de Covid-19, com mais de 81 mil infecções.

Na Europa, novo epicentro da doença, a Itália é o país com mais casos de coronavírus, são 15% dos casos mundiais. Em um balanço feito pela agência France Presse, o velho continente já superou a Ásia no número de mortes provocadas por coronavírus.

Segundo a agência, a Europa contabilizou ao menos 3.421 mortes, enquanto a Ásia registrou 3.384. A Organização Mundial da Saúde (OMS), que faz um levantamento oficial, ainda não atualizou sua contagem, disponibilizada na tarde de terça-feira (17).

Metade dos estudantes do mundo, ou seja, mais de 850 milhões de crianças e adolescentes, estão sem aulas devido à epidemia de coronavírus anunciou nesta quarta-feira a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Com o fechamento total de escolas e universidades em 102 países e o fechamento parcial em outros 11 em consequência da pandemia da Covid-19, o número de estudantes sem aulas dobrou em quatro dias e deve continuar aumentando, destacou a Unesco em um comunicado.      Coronavírus : brasil coronavirus

 

 

No Brasil.

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O Brasil registrou 350 casos confirmados da doença. São Paulo segue tendo o maior número de casos confirmados: 164. O último boletim do Ministério da Saúde contabiliza 291 casos em 16 estados e no Distrito Federal, mas as secretarias de outros estados divulgaram mais 59 casos. Quase nove mil pessoas esperam o resultado do teste.

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República, Augusto Heleno, informou que testou positivo para o novo coronavírus. O ministro aguarda contraprova. Heleno integrou a comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem à Flórida (EUA), na semana passada. Ele fez um primeiro teste, com resultado negativo, e realizou um novo exame na terça-feira (17).

A Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro investiga duas mortes de pacientes com suspeita da Covid-19. Uma suspeita foi em Niterói, na Região Metropolitana, e a outra em Miguel Pereira, no Sul do estado. A prefeitura da capital carioca decretou situação de emergência na cidade.    Coronavírus : brasil coronavirus

 

 

Casos no mundo.

As autoridades de saúde da China informaram na quarta que, pelo segundo dia consecutivo, registraram apenas uma nova contaminação local por coronavírus, que se soma a 12 casos importados.

Com mais de 6 mil casos de coronavírus em todos os 50 estados, os Estados Unidos registraram ao menos 114 mortes por Covid-19. Na quarta-feira (18), um balanço feito pela Johns Hopkins apontou que o estado de Washington foi o que mais teve mortes, são 55 até o momento.

 

 

Fechamento de fronteiras.

O presidente americano, Donald Trump, decretou o fechamento da fronteira dos EUA com o Canadá como medida de contenção da epidemia de coronavírus.

Na América do Sul, o Paraguai fechou a fronteira da Ponte da Amizade, que liga o país com o estado do Paraná, no Brasil.

 

Líderes subestimaram pandemia.

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A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu que os líderes políticos subestimaram o perigo representado pela pandemia.

“Acredito que todos que todos nós que não somos especialistas subestimamos, inicialmente, o coronavírus. Mas ficou muito claro que este é um vírus que nos manterá ocupados durante muito tempo”, declarou Von der Leyen, em uma entrevista ao jornal alemão “Bild”.

 

 

Medidas emergenciais.

Governo britânico pediu por poderes extraordinários para combater o coronavírus. A polícia pode ter o poder de prender e isolar pessoas para proteger a saúde pública. Trabalhadores da saúde aposentados poderão ser convocados como apoio, e voluntários poderão pedir a liberação do trabalho para ajudar nas ações de saúde.

O governo das Filipinas declarou estado de calamidade por seis meses por causa da expansão do novo coronavírus. A medida permite que o governo tenha acesso a um fundo emergencial para combater a pandemia.

Bolsonaro volta a falar em ‘histeria’ e diz que ações de governadores sobre isolamento prejudicam a economia

Presidente deu entrevista para a rádio Tupi. Brasil registra mais de 300 infectados com coronavírus e teve a primeira morte nesta terça-feira.

O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar, em entrevista nesta terça-feira (17) para a rádio Tupi, que vê “histeria” em relação ao novo coronavírus e criticou medidas para evitar aglomerações adotadas por governadores para conter o avanço do vírus no país. Para Bolsonaro, as medidas “vão prejudicar muito a economia”.

Bolsonaro deu as declarações no dia em que fez o segundo teste para ver se foi infectado pelo coronavírus – o primeiro exame, segundo o presidente, teve resultado negativo.

Nesta terça, o Brasil passou dos 300 casos de pessoas com Covid-19 (a doença causada pelo coronavírus) e o país registrou a primeira morte de pessoa infectada, conforme informou o governo de São Paulo.

Na entrevista, Bolsonaro foi questionado sobre a economia do país. Segundo ele, a economia “estava indo bem”, porém a pandemia do novo coronavírus provocou “uma certa histeria”.

“Olha, a economia estava indo bem, fizemos algumas reformas, os números bem demonstravam taxa de juros lá embaixo, o risco, a confiança no Brasil, a questão de risco Brasil também. Então, estava indo bem. Esse vírus trouxe uma certa histeria”, disse.

Sem citar nomes, Bolsonaro criticou medidas de restrição de circulação de pessoas, adotadas pelos estados. Governadores de diferentes estados suspenderam aulas, recomendaram cancelamento de atividades em cinemas e teatros. O Rio, por exemplo, determinou a redução de 50% da frota e ônibus, barcas, trens e metrô.

“Tem alguns governadores, no meu entender, eu posso até estar errado, mas estão tomando medidas que vão prejudicar em muito a nossa economia”, afirmou o presidente.

Bolsonaro afirmou que o transporte público em cidades como Rio e São Paulo está “lotado”.

“A vida continua, não tem que ter histeria. Não é porque tem uma aglomeração de pessoas aqui ou acolá esporadicamente. Tem que ser atacado exatamente isso, tirar a histeria”, argumentou.
Bolsonaro também criticou o fechamento, por tempo indeterminado, da Feira de São Cristóvão, no Rio de Janeiro. Segundo a feira, a ação cumpriu “determinação do prefeito Marcello Crivella, que decidiu abranger a determinação de não aglomeração para todos equipamentos culturais da Prefeitura do Rio de Janeiro”.

“Agora, prejudica, eu vi, não sei se é verdade, que a nossa feira dos nordestinos está proibida de funcionar. Eu não sei, isso é uma histeria. Porque o cara não vai na feira do nordestino, ele vai na esquina ali comer um churrasquinho de gato, ou vai em um outro local qualquer e vai se juntar. Cara não vai ficar em casa. Então, essa histeria leva a um baque da economia. Alguns comerciantes acabam tendo problemas”, reclamou Bolsonaro.

O presidente voltou a mostrar discordância com a suspensão de partidas de futebol, adotada pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e por algumas federações estaduais, a exemplo do que já ocorreu com ligas europeias.

Para o presidente, sem os jogos, alguns trabalhadores ficarão sem fonte renda, o que terá impacto na saúde dos mesmos, que ficarão mais propensos a complicações pela Covid-19.

Questionado se o Brasil está preparado para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, Bolsonaro afirmou que o Brasil teria de encarar a situação, mas considera errado o que classifica como “histeria”.

“O que está acontecendo. Nós íamos passar por isso. Começou na China, foi para outros países da Europa e iríamos passa por isso. Agora, o que está errado é a histeria, como se fosse o fim do mundo”, declarou.

De acordo com Bolsonaro, o país “estará livre” do novo coronavírus no momento em que “um certo número de pessoas forem infectados e criarem anticorpos”, o que serviria de “barreira para não infectar quem não foi infectado ainda”.

Segundo o presidente, o avanço da pandemia precisa ser diluído para que as pessoas sejam infectadas ao longo de seis a oito meses.

“Como está vindo, ela tem que ser diluída, em vez de uma parte da população ser infectada em um período de dois, três meses, e vai ser, que seja entre seis, sete, oito meses”, disse.

 

 

Estudo calcula evolução do crescimento do coronavírus no Brasil.

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Estima-se que o país tenha até o dia 26 de março um total de 3.750 casos confirmados da doença. Número, no entanto, pode variar e chegar 4.970 casos.

Um estudo do Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (NOIS) aponta que o avanço do coronavírus no Brasil será imenso e em um curto espaço de tempo. A estimativa é que o país tenha até o dia 26 de março, ou seja, em menos de 10 dias, um total de 3.750 casos confirmados da doença.

O número, no entanto, pode variar conforme alguns fatores. Em um cenário otimista, seriam 2.314 casos no Brasil. Já em um contexto negativo, o número pode mais que dobrar e chegar a 4.970.

Entre os fatores que podem interferir nos resultados estão: a disponibilidade de recursos; o comportamento da população, com a adesão às medidas anunciadas pelo governo para evitar aglomerações; e ausência de confirmação dos diagnósticos e subnotificação de casos.

O levantamento foi feito no dia 15 de março, quando o país registrava 200 casos confirmados. Em dois dias, o número subiu e chegou a 290 casos confirmados, segundo o balanço divulgado pela Ministério da Saúde nesta terça-feira (17).

O documento também traz projeções para o RJ e SP, os dois estados brasileiros que registram a maioria dos casos confirmados.

Pelas estimativas, a previsão é que SP tenha 2.550 casos confirmados em 26 de março (variando entre 1.573 e 3.380 casos), o que representa 68% dos casos do país.

No RJ, estima-se que o número de casos chegue a 450 casos no mesmo período, podendo variar entre 278 e 596.

O estado do RJ tem até esta terça 33 casos confirmados e SP, 164.

A nota técnica, baseada nos dados brasileiros e internacionais, foi assinada por 11 pesquisadores do Departamento de Engenharia Industrial, da PUC-Rio; da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de janeiro; do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (RJ); e do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

RJ tem 33 casos confirmados e 859 investigados do novo coronavírus, diz Ministério da Saúde.

Paciente de 65 anos apresenta disfunções renal e respiratória e segue internado em estado grave na capital. Secretaria de Saúde investiga morte de mulher de 63 anos em Miguel Pereira, no Sul do estado.

O Rio de Janeiro tem 33 casos confirmados do novo coronavírus até a tarde desta terça-feira (17). Outros 859 pacientes são investigados e 194 casos foram descartados. No Brasil, são 290 pessoas infectadas pelo vírus.

 

 

As informações foram divulgadas pelo Ministério da Saúde.

Morte de mulher investigada
A secretaria de Saúde do Rio está investigando a morte de uma mulher de 63 anos em Miguel Pereira, no Sul do estado.

Segundo a secretaria, ela não fazia parte da lista e que colheu material que será analisado pelo Instituto Noel Nutels. O resultado será divulgado em 48 horas.

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Paciente grave.

Um médico de 65 anos está internado na UTI de um hospital privado em estado grave com coronavírus. Ele apresenta disfunções respiratórias e renais, segundo boletim médico divulgado nesta terça-feira (17).

Ele está em tratamento com ventilação mecânica e hemodiálise. De acordo com o hospital, não há previsão de alta da UTI.

1. Restringir a 30% a lotação em bares, restaurantes e lanchonetes, com normalidade de entrega e retirada de alimentos no próprio estabelecimento;
2. Restringir a hóspedes o funcionamento de bares, restaurantes e lanchonetes no interior de hotéis e pousadas;
3. Fechar academias de ginásticas;
4. Fechar shopping centers e centros comerciais, exceto supermercados, farmácias e serviços de saúde. Bares, restaurantes e lanchonetes devem observar a restrição da lotação e reduzir em 30% o horário de funcionamento.
5. Não frequentar praia, lagoa, rio e piscina pública;
6. Suspender voos com origem em estados e países com circulação confirmada do coronavírus ou situação de emergência decretada;
7. Suspender a atracação de navio de cruzeiro com origem em estados e países com circulação confirmada do coronavírus ou situação de emergência decretada.      Coronavírus : brasil coronavirus

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