Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios

Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

 

 

Por mais difícil que seja sair da inércia e praticar uma atividade física quando se está deprimido ou ansioso, o esforço vale a pena. Dois estudos recentes reforçam a mensagem de que se movimentar com regularidade pode tanto evitar quanto trazer alívio para os sintomas desses transtornos. Segundo um deles, o exercício é eficaz até para quem tem propensão genética à depressão.          Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

Já se sabe que o sedentarismo é um fator de risco para quadros depressivos. Mas ainda há dúvidas sobre até que ponto os exercícios podem beneficiar indivíduos com vulnerabilidade mais alta para desenvolver o transtorno. Algumas variações genéticas já foram associadas ao problema, e é comum que ele se manifeste em diferentes integrantes de uma mesma família.

Pesquisadores do Hospital Geral de Massachusetts e da Universidade da Califórnia, nos EUA, analisaram dados genéticos e estilos de vida de quase 8 mil pessoas para tirar essa dúvida. E os resultados foram positivos: embora algumas pessoas tenham, mesmo, uma propensão maior a ter sintomas depressivos do que outras, esse risco pode ser neutralizado se elas se mantiverem fisicamente ativas. A conclusão foi descrita no periódico Depression & Anxiety.      baixe esse E-book ➧ Acesso Aqui

Alívio rápido.

Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo
Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

Outro trabalho publicado esta semana, embora pequeno, mostra que as posturas e os exercícios de respiração da ioga são capazes de reduzir bastante os sintomas de depressão e ansiedade, e em pouco tempo.

Um grupo de homens e mulheres diagnosticados foi submetido a diversas sessões de ioga ao longo de três meses. Metade acumulou 123 horas de prática, enquanto que a outra parte fez 87 horas. Depois de apenas um mês, ambos os grupos relataram alívio significativo nos sintomas dos transtornos, bem como melhora na qualidade do sono, positividade e calma.

Os benefícios da ioga se acumularam no final do estudo, e os participantes que praticaram por mais tempo foram os que tiveram melhores resultados. Para os autores, a modalidade não substitui o tratamento convencional (que envolve terapia e, às vezes, remédios), mas pode aumentar bastante as taxas de sucesso.

Como ter ânimo?

Claro que para sentir os efeitos dos exercícios é preciso praticar com regularidade e, para isso, é preciso gostar da atividade escolhida. Música, variedade e o acompanhamento de um profissional ajudam a quebrar a monotonia. Além disso, ter o suporte da família ou de algum amigo para vencer o desânimo pode ser necessário, inclusive para quem não sofre de depressão ou ansiedade.

Por último, não dá para culpar apenas os indivíduos pelo sedentarismo. Escolas, empregadores e governos devem incentivar a cultura do movimento, criando espaços e oportunidades para as pessoas se engajarem na prática de atividade física. Depressão e ansiedade são transtornos que geram custo para a sociedade como um todo.

OMS alerta: depressão atinge 11,5 milhões de brasileiros.

Segundo a Organização, conversar abertamente sobre o tema é o primeiro passo para entende-la melhor

A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolhe todos os anos um tema para ser trabalhado no Dia Mundial da Saúde, lembrado em 7 de abril. Em 2017, a OMS deu início a uma campanha sobre depressão.

Com o lema “Let´s talk” (“Vamos conversar”), a ação pretende mostrar que é possível combater a doença e também preveni-la. Segundo a Organização, conversar abertamente sobre o tema é o primeiro passo para entende-la melhor e reduzir o estigma associado a depressão. Dessa maneira, cada vez mais pessoas poderão procurar ajuda.

Estima-se que a doença atinja 4,4% da população mundial. Na Américas Latina, a segunda maior prevalência de depressão ocorre no Brasil, correspondendo a 5,8% da população, ou seja 11,5 milhões de pessoas.

Depressão é a principal causa de incapacidade em todo o mundo e contribui de forma muito importante para a carga global de doenças. Mais mulheres são afetadas pela depressão que homens. Existem vários tratamentos eficazes para a doença.      Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

A condição é diferente das flutuações usuais de humor e das respostas emocionais de curta duração aos desafios da vida cotidiana. Especialmente quando de longa duração e com intensidade moderada ou grave, a depressão pode se tornar uma séria condição de saúde.

Ela pode causar à pessoa afetada um grande sofrimento e disfunção no trabalho, na escola ou no meio familiar. Na pior das hipóteses, a depressão pode levar ao suicídio. Cerca de 800 mil pessoas morrem por suicídio a cada ano — sendo a segunda principal causa de morte entre pessoas com idade entre 15 e 29 anos.

Embora existam tratamentos eficazes, menos da metade dos afetados no mundo (em muitos países, menos de 10%) recebe tais tratamentos. Os obstáculos incluem a falta de recursos, a falta de profissionais treinados e o estigma social associado aos transtornos mentais.

Outra barreira é a avaliação imprecisa. Em países de todos os níveis de renda, pessoas com depressão frequentemente não são diagnosticadas corretamente e outras que não têm o transtorno são muitas vezes diagnosticadas de forma inadequada.

Uma resolução da Assembleia Mundial da Saúde aprovada em maio de 2013 exigiu uma resposta abrangente e coordenada aos transtornos mentais em nível nacional.

treinamentos Online que ajudaram milhares de pessoas:

Despertar da Cura Quântica 

Despertar do Amor

Kit Videos Motivação e Humor

Programa: Controle da Ansiedade em 4 Semanas

Reprogramação Mental – Coleção Completa 17 áudios

Tipos e sintomas.

Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo
Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

Um episódio depressivo pode ser categorizado como leve, moderado ou grave, a depender da intensidade dos sintomas. Um indivíduo com um episódio depressivo leve terá alguma dificuldade em continuar um trabalho simples e atividades sociais, mas provavelmente sem grande prejuízo no funcionamento global. Durante um episódio depressivo grave, é improvável que a pessoa afetada possa continuar com atividades sociais, de trabalho ou domésticas.

Uma distinção fundamental também é feita entre depressão em pessoas que têm ou não um histórico de episódios de mania. Ambos os tipos de depressão podem ser crônicos (isto é, acontecem durante um período prolongado de tempo), com recaídas, especialmente se não forem tratados.

O transtorno depressivo recorrente envolve repetidos episódios depressivos. Durante esses períodos, a pessoa experimenta um humor deprimido, perda de interesse e prazer e energia reduzida, levando a uma diminuição das atividades em geral por pelo menos duas semanas.

Muitas pessoas com depressão também sofrem com sintomas como ansiedade, distúrbios do sono e de apetite e podem ter sentimentos de culpa ou baixa autoestima e falta de concentração.

Já o transtorno afetivo bipolar consiste na alternância entre episódios de mania e depressivos, separados por períodos de humor normal. Episódios de mania envolvem humor exaltado ou irritado, excesso de atividades, pressão de fala, autoestima inflada e uma menor necessidade de sono, além da aceleração do pensamento.

A depressão resulta de uma complexa interação de fatores sociais, psicológicos e biológicos. Pessoas que passaram por eventos adversos durante a vida (desemprego, luto, trauma psicológico) são mais propensas a desenvolver depressão. A depressão pode, por sua vez, levar a mais estresse, disfunção e piorar a situação de vida da pessoa afetada e o transtorno em si.

Há relação entre a depressão e a saúde física; por exemplo, doenças cardiovasculares podem levar à depressão e vice e versa.

Está demonstrado que os programas de prevenção reduzem a incidência da depressão. Entre as estratégias comunitárias eficazes para prevenir essa condição, estão os programas escolares que promovem um modelo de pensamento positivo entre crianças e adolescentes.

Intervenções direcionadas aos pais de crianças com problemas comportamentais podem reduzir os sintomas depressivos dos pais e melhorar os resultados de seus filhos. Os programas de exercício para pessoas idosas também podem ser eficazes para prevenir a depressão.

Diagnóstico e tratamento.

Existem tratamentos eficazes para depressão moderada e grave. Profissionais de saúde podem oferecer tratamentos psicológicos, como ativação comportamental, terapia cognitivo-comportamental e psicoterapia interpessoal ou medicamentos antidepressivos.

Os provedores de saúde devem ter em mente a possibilidade de efeitos adversos associados aos antidepressivos, a possibilidade de oferecer outro tipo de intervenção (por disponibilidade de conhecimentos técnicos ou do tratamento em questão) e preferências individuais.        Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

Entre os diferentes tratamentos psicológicos a serem considerados estão os individuais ou em grupo, realizados por profissionais ou terapeutas leigos supervisionados.

Os tratamentos psicossociais também são efetivos para depressão leve. Os antidepressivos podem ser eficazes no caso de depressão moderada-grave, mas esses medicamentos não são a primeira linha de tratamento para os casos mais brandos, não devem ser usados para tratar depressão em crianças e tampouco são a primeira linha de tratamento para adolescentes. É preciso utilizá-los com cautela.

DEPRESSÃO É MUITO MAIS QUE TRISTEZA.

Sentir-se triste por conta de eventos difíceis ou desagradáveis é uma situação normal e corriqueira na vida de todos nós. É o sentimento que manifestamos quando morre uma pessoa querida, quando se desfaz um relacionamento ou quando se perde o emprego, por exemplo. Porém, passado algum tempo, nos recuperamos e a tristeza vai embora. Ocorre que, por vezes, a tristeza surge sem motivo aparente e permanece presente durante muito tempo. Nessas situações o mais provável é que a pessoa esteja experimentando um quadro de depressão: trata-se de doença psiquiátrica de caráter crônico e com crises recorrentes.

Assunto Relacionados:

Doenças : DEPRESSÃO (Transtorno depressivo)

Doença Unipolar é uma doenças psiquiátricas depressão

tratamento para ansiedade…Tomar um copo de vinho

A depressão e suas consequências – depressão

Sintomas.

Quem possui essa enfermidade costuma sentir-se amargurado, sem esperança, com baixa autoestima e frequentemente culpa-se pelo que ocorre a sua volta. É comum que apresente também dificuldades de manter uma boa rotina de sono e que tenha alterações de apetite. A pessoa também não sente mais prazer e nem interesse pelas atividades que desempenhava antes com entusiasmo.

Além da sensação de tristeza permanente e da falta de interesse pelas atividades do cotidiano, a depressão também pode causar outros sintomas como variação significativa de peso (emagrecimento ou ganho de peso), insônia ou sonolência excessivas, dificuldade de concentração, ideias suicidas e diminuição da libido.

Classificação e causas.

Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo
Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

A depressão é classificada conforme a sua intensidade e duração: pode ser leve, moderada ou grave, tornando-se muitas vezes incapacitante. De acordo com os estudos, suas causas estão associadas a disfunções bioquímicas do cérebro e com predisposição genética. As crises depressivas podem ser desencadeadas por diferentes motivos como traumas ou eventos de violência, estresse, consumo de drogas lícitas ou ilícitas e doenças diversas, como o hipotireoidismo.

Diagnóstico e tratamento.

O diagnóstico da doença é feito por avaliação clínica que leva em conta o histórico e relato dos sentimentos do paciente. O tratamento deve ser feito por um profissional de Saúde Mental e exige acompanhamento constante. Em quadros leves, geralmente os pacientes têm boas respostas à psicoterapia. Mas nos casos mais graves muitas vezes é necessário o uso de medicamentos antidepressivos. Alguns estudos mostram que a adoção de uma rotina de exercícios físicos também ajuda no tratamento.

ANSIEDADE DEMAIS PODE SER SINAL DE TRANSTORNO.

Preocupação antes de realizar uma prova. Medo de não ser aprovado em uma entrevista de emprego. Temor de não conseguir pagar as contas do mês. São muitos os motivos que podem nos levar a experimentar a ansiedade. E não há nada de errado em apresentar essa reação em alguns momentos da vida. O problema acontece quando a ansiedade se manifesta de forma exagerada, causando problemas à saúde ou transtornos ao cotidiano da pessoa.

Sintomas.

Dificuldade de concentração, tensão muscular, perturbação do sono, fadiga e irritabilidade são alguns dos sintomas de quem sofre do chamado Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), distúrbio marcado pela preocupação ou expectativa excessiva que persiste por um período prolongado, geralmente superior a seis meses. Taquicardia, hipertensão, falta de ar, arritmia cardíaca, dor de cabeça, náuseas, dores musculares e problemas intestinais também podem afetar os pacientes desse distúrbio.

Diferentemente de quem tem uma reação pontual e natural de ansiedade, as pessoas com TAG não conseguem controlar os pensamentos negativos e tendem sempre a esperar o pior. Sentem preocupação diariamente, sem cessar, e por causa disso acabam tendo problemas de desempenho nos estudos, no trabalho e no convívio social.

Diagnóstico e tratamento.

Nesses casos, o ideal é procurar ajuda de um profissional de Saúde Mental?. Ele poderá fazer o diagnóstico levando em conta o histórico do paciente, seus hábitos e, quando necessário, solicitando exames de saúde complementares. O tratamento geralmente inclui acompanhamento psicoterápico e, quando necessário, uso de medicamentos como antidepressivos e ansiolíticos. Técnicas de relaxamento também podem ser recomendadas.

Durante todo o tratamento, um dos objetivos é fazer com que o paciente aprenda a lidar com seu estado de preocupação crônica. Frequentemente quem sofre de TAG tende a acreditar que o que causa sua ansiedade são fatores externos (eventos cotidianos, outras pessoas, situações difíceis). Mas na maioria das vezes as preocupações são geradas pelo próprio paciente, que precisa encontrar uma maneira de controlá-las.

Brasileiro ainda sabe pouco sobre depressão, revela Ibope

Há algum tempo a depressão está sendo considerada o “mal do século”. No Brasil, a doença atinge 5,8% da população – taxa que está acima da média global (4,4%), segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Apesar de o assunto ser cada vez mais abordado, ainda há muita desinformação a respeito da depressão e as pessoas sentem vergonha de falar sobre o assunto. A questão é tabu inclusive entre os mais jovens – população cuja taxa de suicídio vem aumentando nos últimos anos.

“Doenças psiquiátricas ainda são um tabu muito grande. Por isso as pessoas tentam ‘fugir’ da questão ao associá-la a problemas simples, pois são mais fáceis de encarar”

Novos dados revelam que 23% dos adolescentes entre 13 e 17 anos enxergam o transtorno mental como um “momento de tristeza” e não uma doença grave, revela pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope). “Doenças psiquiátricas ainda são um tabu muito grande. Por isso as pessoas tentam ‘fugir’ da questão ao associá-la a problemas simples, pois são mais fáceis de encarar”, explica o psicólogo André Garcia.

O levantamento ainda mostrou que na mesma faixa etária, 39% dos adolescentes afirmaram que, caso recebessem o diagnóstico de depressão, não revelariam para familiares. O percentual foi mais alto do que a taxa média verificada entre todas as idades (22%). Esse dado é ainda mais alarmante quando verifica-se a faixa etária entre 25 a 34 anos: 63% das pessoas disseram que não contariam para a família pela vergonha de admitir um quadro depressivo.

No grupo jovem (18 a 24 anos), 56% declararam que não mencionariam o diagnóstico de depressão no ambiente de trabalho ou acadêmico (escola/faculdade). De todas as faixas etárias analisadas, a menor taxa ficou entre pessoas com 55 anos ou mais (28%). Eles também estão melhor informados quando o assunto é antidepressivos: 58% acreditam que a medicação é eficiente. Esse resultado surpreende, já que o tabu sobre a depressão está fortemente associado a pessoas mais velhas.

A medicação é um problema entre os mais jovens: 53% acreditam que os medicamentos para depressão não funcionam ou não têm certeza de sua eficiência. Outro dado problemático aponta que 29% deles não acreditam que a depressão possa ser tratada com sucesso. Entre a população mais velha, apenas 18% têm essa visão. “As pessoas não acreditam que a depressão possa ser curada porque só ouvem falar de casos do transtorno, mas nunca de pacientes que superaram a doença. Não há um costume de falar sobre a solução, apenas do problema”, explica Garcia.

A crença pode afetar a adesão ao tratamento: 23% dos jovens de 18 a 24 anos revelaram que não tomariam antidepressivos mesmo sob prescrição médica. Atitude semelhante foi notada em 34% dos adolescentes (13 a 17 anos). Nesse mesmo grupo, 12% afirmaram que não procurariam um psiquiatra, mesmo tendo recebido encaminhamento médico.        Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

População masculina.

O cenário de desinformação e preconceito é preocupante entre a população masculina. A pesquisa mostra que 55% dos homens acreditam que ter uma atitude positiva e ser alegre são medidas suficientes para vencer a depressão. O levantamento indica também que 29% não sabem que a doença não está relacionada a um “sinal de fraqueza” ou pouca força de vontade.

Entre eles, a vergonha e o medo de preocupar é motivo para 47% dos homens deixarem de informar a família sobre o diagnóstico de depressão. Quando o assunto é tratamento, 21% afirmaram que não tomariam antidepressivos.

População feminina.

Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo
Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

Entre as mulheres, o cenário é um pouco mais animador: 58% delas sabem que ser positivo e alegre não são fatores suficientes para superar a depressão. Além disso, 83% das mulheres estão convencidas de que a doença não está relacionada à falta de Deus ou sinal de pouca fé. Ainda assim, 41% dessa população não contaria para a família, pois temem ser rotuladas de “estar querendo chamar atenção”.

Depressão e suicídio.

O levantamento verificou o contato dos entrevistados com a depressão e o suicídio. Os dados indicam que 66% conhecem alguém diagnosticado com depressão severa – esse número sobe para 73% entre as mulheres.
Enquanto isso, 41% afirmam ter conhecido alguém que cometeu suicídio.

Por outro lado, o pensamento suicida não é levado a sério entre homens (28%) e pessoas mais velhas (32%). Os dados apontam que o desabafo do próximo sobre “a vida não valer a pena” ou como a “morte como uma solução” foi recebida com descaso por esses grupos, com a primeira reação sendo “pare de pensar em bobagens”.

A falta de conhecimento sobre a depressão e as causas do suicídio contribui muito para que as pessoas descartem a gravidade do problema e deixem de procurar ajuda profissional. Ainda existe a crença de que psicólogo e psiquiatra é coisa para louco. Eu não sou louco, então não preciso. Mas não é assim.
conclui o psicólogo.

Depressão.

A depressão é um transtorno psiquiátrico que pode ser desencadeado por diversos fatores, como carga genética e ambiente onde o indivíduo está inserido; no entanto, os especialistas ainda não chegaram a um consenso sobre qual deles é predominante. No Brasil, estima-se que sejam diagnosticados aproximadamente 2 milhões de casos por ano e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), pelo menos 30% da população mundial vai enfrentar algum episódio de depressão ao longo da vida.

Além do preconceito com os transtornos mentais, a dificuldade de interpretar os sintomas faz com que uma pessoa demore a procurar ajuda. Os sinais podem ser confundidos com sentimentos naturais do ser humano, como tristeza, indiferença e desânimo. Esses sentimentos passam a configurar um quadro de depressão clínica quando a variação do humor começa a afetar negativamente vários aspectos da vida do paciente – da produtividade no trabalho e nos estudos às relações com outros indivíduos, passando pela qualidade do sono e a disposição física para realizar as atividades do dia a dia.

O tratamento da depressão inclui psicoterapia, medicamentos (em alguns casos e sob recomendação médica) e até mesmo a prática de atividade física e uma boa alimentação.

O que causa a depressão?

Não existe uma única causa que leve à depressão. Na verdade, a doença parece ser o resultado de uma combinação de fatores genéticos, bioquímicos e psicológicos.

Pesquisas recentes indicam que as doenças depressivas são causadas pela desordem na bioquímica do cérebro. Exames neurológicos, como a ressonância magnética, têm demonstrado que o cérebro de pessoas com depressão é diferente do cérebro daqueles que não apresentam a doença. As áreas do cérebro responsáveis pela regulação do humor, pensamento, apetite e comportamento parecem não funcionar normalmente. Além disso, os neurotransmissores – produtos químicos que as células do cérebro usam para se comunicar – estão em desequilíbrio. Mas, ainda assim, esses exames não revelam totalmente as causas da depressão.

Alguns tipos de depressão tendem a ser comuns em uma mesma família, sugerindo uma relação genética. No entanto, a doença também pode ocorrer em pessoas sem histórico familiar, o que comprova que não é determinada somente pelos fatores genéticos. A pesquisa genética indica que o risco de desenvolver depressão é o resultado da influência de alguns genes que atuam em conjunto com diversos fatores ambientais. Além disso, o trauma, a perda de um ente querido, uma relação difícil, ou qualquer situação de stress pode desencadear um episódio de depressão. A partir disso, episódios posteriores de depressão podem ocorrer sem que tenha havido um trauma evidente.

Como é a depressão detectada?

A depressão, mesmo nos casos mais graves, é uma doença altamente tratável. Tal como acontece com muitos transtornos, quanto mais cedo se começar o tratamento, mais eficaz ele será.

O primeiro passo para obter o cuidado adequado é visitar um psicólogo. Certos medicamentos e condições médicas, tais como vírus ou distúrbios da tireoide, podem apresentar os mesmos sintomas da depressão. Por isso, também é importante consultar um clínico geral para descartar as demais hipóteses.

Após esse procedimento, o psicólogo irá realizar uma avaliação diagnóstica completa. Ele deve conversar com o paciente sobre seu histórico familiar e observar todas as questões relevantes, tais como quando os sintomas começaram, quanto tempo duram, a gravidade deles, se já ocorreram antes e como foram tratados. O profissional também deve verificar se o paciente consome álcool ou drogas e se já teve pensamentos suicidas.

Uma vez diagnosticada, uma pessoa com depressão pode ser tratada com vários métodos. Os tratamentos mais comuns são a psicoterapia, que é realizada por um psicólogo, e, a depender do caso, medicamentos ministrados por um médico.      Contra a depressão e a ansiedade, faça exercícios e respire fundo

PARA PREVENIR A DEPRESSÃO É ESSENCIAL TER BOAS COMPANHIAS

Tenha e mantenha bons amigos, boas companhias e dedique-se a isso. Reservar momentos para estar com pessoas que amamos nos dá a sensação de estarmos vivos e vivendo bem.

Abraços e carinho liberam endorfina e promovem um estado natural de felicidade. Estar acompanhado de pessoas negativas irá envenenar seus pensamentos. Selecione suas companhias para viver bem e prevenir a depressão!

PRATIQUE EXERCÍCIOS FÍSICOS.

O corpo libera hormônios e neurotransmissores essenciais e responsáveis por nossa felicidade e prazer quando realizamos atividades físicas. Serotonina, dopamina e endorfina auxiliam na prevenção e no tratamento de quadros de depressão. Vale qualquer tipo de atividade: dançar, cantar, caminhar, correr, brincar com as crianças ou mesmo namorar bastante.

BOA ALIMENTAÇÃO PODE PREVENIR A DEPRESSÃO.

Uma alimentação rica em vitaminas e sais minerais pode contribuir e prevenir a depressão. Alguns alimentos como o chocolate amargo, abacate, leite, carnes magras, sucos, legumes e verduras colaboram com a produção de serotonina, dopamina e endorfina. Eles irão combater os radicais livres que o corpo libera em estados de depressão e cansaço, favorecendo a prevenção da doença.

PROCURE AJUDA PROFISSIONAL.

O diagnóstico e acompanhamento de um profissional especializado em saúde emocional e mental é fundamental para a prevenção e tratamento da depressão. Consulte os valores de consulta com psicólogo. A psicoterapia não atua apenas no tratamento, ela é uma grande aliada na prevenção e progressão de transtornos. Ela fortalece o autoconhecimento e autoconfiança e possibilita que as pessoas possam viver melhor e de forma mais plena.

O diagnóstico precoce e o acompanhamento pode evitar complicações causadas pela depressão. Lembramos que o avanço da doença pode levar ao suicídio e a incapacitação. Se você tem sintomas relacionados com a depressão ou conhece alguém que tenha, busque apoio psicológico para preveni-la. Ela é uma doença grave e, muitas vezes, silenciosa.

Noticias Web

Noticia Web foi criado para trazer noticias relevantes a você, que quer ficar informado do dia dia do nosso Brasil e mundo. OBRIGADO

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *