Como lidar com a impotência sexual emocional

Como lidar com a impotência sexual emocional

 

 

Entenda mais sobre a impotência sexual emocional

A impotência sexual emocional é um distúrbio físico promovido por um problema de saúde psicológico. Algumas emoções geram altos níveis de adrenalina, neurotransmissor que impede os homens de terem ereções.

Quando essas emoções são constantes, o homem acaba desenvolvendo um quadro crônico de impotência sexual emocional. Normalmente esse problema costuma apresentar-se durante um período menor que 6 meses e o acompanhamento de um sexólogo online e em alguns casos, até medicamentos para ejaculação precoce são essenciais para a resolução desse problema.        Como lidar com a impotência sexual emocional

Causas da impotência sexual emocional.

São muitas as causas da impotência sexual emocional, e a maior parte delas está se tornando cada vez mais comum nos dias atuais. Prova disso é o grande aumento de casos desse problema em homens com idade entre 24 e 36 anos.

Normalmente, são homens que não apresentam nenhum quadro físico capaz de promover a impotência, e mesmo assim, encontram dificuldades em conseguir ereções e/ou mantê-las. As principais causas da impotência sexual emocional são:

➥ Quadros de ansiedade;
➥ Altos níveis de estresse;
➥ Traumas pós-acidentes;
➥ Medos relacionados ao fracasso sexual e possibilidade de humilhação;
➥ Padrões estéticos exagerados;
➥ Perda da libido;
➥ Conflitos emocionais e amorosos;
➥ Baixa autoestima;
➥ Casos precedentes de abuso sexual;
➥ Entre outros.

Tratamentos possíveis para a impotência sexual emocional.

A melhor escolha de tratamento para esse tipo de problema é a psicoterapia. Nela, o paciente será capaz de expor sua rotina, seus problemas e medos e o profissional, por sua vez, poderá encontrar o fator motivacional principal da impotência sexual emocional e tratá-la mais assertivamente, apenas com uma boa conversa e o apontamento de soluções.

Em alguns casos, pode ser necessário que o paciente promova alterações em sua rotina, como a busca por uma profissão menos estressante, ou a prática de atividades capazes de tranquilizar o paciente como a meditação, por exemplo.      Como lidar com a impotência sexual emocional

Já em outros casos, é possível que o profissional indique o uso de medicamentos estimulantes, associado ao tratamento psicológico. Essa possibilidade é mais comum em situações onde a impotência sexual emocional é promovida pelo medo de fracassar com a parceira.

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Conheça alguns sinais comuns de impotência sexual emocional.

Assim como a maior parte dos problemas de fundo emocional, a impotência também possui alguns sinais simples de serem detectados, e esses são:

➥ Uso excessivo de pornografia;
➥ Vício em aplicativos e sites de bate-papo e encontro;
➥ Sensação constante de insegurança, raiva ou humilhação em um encontro;
➥ Sentimento de ansiedade relacionado ao ato sexual;
➥ Capacidade de se satisfazer mais com o sexo virtual do que com o real;
➥ Preferência ao isolamento social;
➥ Quadro de depressão.
Homens em qualquer fase da vida podem apresentar problemas emocionais que levem ao surgimento da impotência sexual, e para provar isso existe uma pesquisa que aponta que 70% dos casos de impotência sexual são emocionais. Isso acontece porque, os pensamentos e sentimentos são fundamentais para um bom funcionamento geral do corpo. Não só apenas em relação a função sexual, mas, também outros quesitos.

Por isso, sempre que uma alteração de comportamento ou funcionamento orgânico, sem causa física aparente for detectada é importante que uma ajuda especializada seja procurada.

Sexologia: o que é e qual sua ligação com a psicologia?

Como lidar com a impotência sexual emocional
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O que é sexologia?

Sexologia é o estudo da psicologia humana e suas manifestações sexuais. A sexologia estuda todas as facetas da sexualidade. Desde o desenvolvimento sexual, até mecanismos de situações eróticas, comportamento sexual e apego emocional. Inclui-se aspectos fisiológicos, psicológicos, médicos, sociais e culturais. A sexologia também abrange assuntos específicos como abortos, controle de natalidade, abuso sexual, novas técnicas de reprodução ou saúde sexual.      Como lidar com a impotência sexual emocional

O estudo científico do sexo e da sexualidade pode ser rastreado até o período grego clássico no mundo ocidental. Ainda mais cedo no mundo oriental. A sexologia nasceu no fim do século XIX quando três estudiosos alemães lançaram livros sobre o tema sexualidade.

Livros de sexologia.

Os livros que marcam o início dos estudos sobre a sexualidade foram:

Psychopatia sexualis de Richard von Krafft-Ebing, lançado em 1886;
Libido sexualis de Albert Moll, lançado em 1897;
Estudos de psicologia sexual de Havelock Ellis, também lançado em 1897.
Ainda no fim do século XIX foi usada no campo de criminologia como uma forma de prevenir os comportamentos sexuais diferentes. Esses colocavam em risco o que era correto para a burguesia dominante da época. Assim, tratava o que eles consideravam “loucura sexual”, fosse ela criminosa ou apenas um comportamento sexual considerado diferente. Ao longo da história, a ênfase no estudo sexológico tendeu a se concentrar nos resultados do sexo, em vez da experiência da sexualidade.

Áreas focais específicas para o estudo da sexologia priorizaram principalmente a reprodução humana e a saúde sexual como tópicos de aprendizado e pesquisa. O estudo do amor, das emoções sexuais, das relações humanas, da resposta sexual humana, do comportamento sexual criminoso, da função sexual, do prazer sexual e da satisfação têm sido esforços relativamente recentes no estudo científico da sexualidade.

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Sexo x sexualidade.

Sexualidade não é sinônimo de sexo. A sexualidade está ligada à afetividade, a sua forma de ser e estar no mundo. Logo, são as suas sensações, emoções, experiências, relacionamentos, amores e prazeres. Sua dimensão é biopsicossocial, ou seja, é o bem-estar da vida, tanto biológico quanto psicológico e social.

A sexualidade é muito confundida com o sexo. Porém, o sexo são as características corporais que distinguem o feminino e masculino. Além disso, está ligado ao prazer do corpo, do ato sexual propriamente dito. Enquanto a sexualidade é além desse prazer físico, o prazer de viver a sua individualidade, a afetividade, o respeito, a boa comunicação.

Assim, a sexualidade é uma forma de ser e estar no mundo, construída social, histórica e culturalmente. Como coloca a Organização Mundial de Saúde (2002), a sexualidade é multidimensional. Influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, sociais, econômicos, políticos, culturais, éticos, legais, históricos, religiosos e espirituais.

O que é um sexólogo?

Um sexólogo trabalha em encontrar uma solução para uma dificuldade sexual responsável por um distúrbio ou sofrimento. O objetivo da terapia sexual é fomentar o desenvolvimento de uma sexualidade e relacionamento mais satisfatórios. Assim, ajuda os clientes a entender melhor a natureza de seus problemas e a encontrar ferramentas para garantir seu bem-estar.      Como lidar com a impotência sexual emocional

Um sexólogo clínico se concentra no tratamento de disfunções sexuais, distúrbios e variações. Isso inclui principalmente 6 problemas sexuais comuns, como:

➥ Pré-orgasmo ou dificuldade em atingir o orgasmo
➥ Sexo doloroso ou inibido, incluindo vaginismo
➥ Baixo desejo sexual
➥ Disfunção erétil
➥ Ejaculação precoce
➥ Ejaculação atrasada ou inibida
Por vezes, as causas desses problemas são apenas de origem psicológica. Outras vezes, há causas orgânicas, que por sua vez podem originar problemas psicológicos. Recomenda-se por isso consulta médica para exclusão, ou não, de causas orgânicas.

Os órgãos genitais e os órgãos dos sentidos são fundamentais, necessitam estar minimamente funcionais e de aprendizagem e treino. Entretanto, os nossos pensamentos, crenças e emoções influenciam o nosso bem-estar, inclusive o bem-estar sexual. Por isso as sessões de terapia sexual e tratamento decorrem através de conversas sobre as mais variadas questões relacionadas com a queixa, a sua história e o impacto na vida da pessoa e da relação. Estas questões permitem avaliar e simultaneamente intervir, esclarecendo, desafiando e sugerindo tarefas que serão feitas posteriormente num espaço e tempo preferenciais.

Como lidar com a impotência sexual emocional
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As ferramentas da sexologia

Um sexólogo clínico usará métodos de aconselhamento psicológico como técnicas cognitivas comportamentais para identificar mitos e crenças disfuncionais em torno da sexualidade. A educação sexual e aconselhamento de casais para capacitar os clientes a experimentarem a sexualidade de uma maneira diferente são exemplos disso.

A sexologia pode usar ferramentas de uma variedade de campos acadêmicos, incluindo biologia, psicologia, educação, sociologia, antropologia, criminologia, medicina, epidemiologia e neurologia.

Os sexólogos estudam e trabalham dentro de áreas especializadas no campo, incluindo desenvolvimento sexual ao longo da vida (sexualidade infantil, adolescente e envelhecida), relações sexuais, comportamento e atividade sexual, identidade e orientação sexual e também com grupos (culturas, pessoas com deficiência, adolescentes). O estudo da função sexual também faz parte do amplo termo sexológico, e pode incluir disfunções sexuais como anaorgasmia, disfunção erétil, vaginismo e dor sexual, entre outras.

De onde nascem os problemas da sexologia?

A mera menção do sexo e da sexualidade humana continua a excitar e causar um estado de inquietação para a maioria, especialmente quando jogado na mistura da conversa cotidiana.

O sexo, que deveria ser visto de forma comum e absolutamente natural ao ser humano, foi transformado em um tabu. Isso é altamente prejudicial e leva a diversas questões não respondidas nos primeiros anos de vida.

A Organização Mundial de Saúde estabelece a saúde sexual como um direito e considera a satisfação sexual como sendo de grande importância para o bem-estar geral. O aconselhamento sexual é simplesmente mais um aspecto de uma prática cotidiana da psicologia. Embora o assunto possa não aparecer com frequência, ele certamente é fundamental para lidar com questões com base na experiência pessoal.

Como lidar com a impotência sexual emocional
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Por que procurar um terapeuta sexual?

Primeiro de tudo, é importante entender os seres humanos não existem em um mundo unilateral. Estamos quase sempre em relação com uma ou outra pessoa. Quer seja trabalho ou vida pessoal, há um fluxo sistêmico para quem você é e como você interage no mundo ao seu redor. Em seu relacionamento, as questões de sexo, intimidade, amor, carreira, saúde e vida em geral se somam contextualmente a quem você e seu parceiro são.

omo terapeutas sexuais, muitas vezes é importante quebrar essas questões individuais e isolar as questões sexuais reais dos fatores de relacionamento. Embora seja difícil separar os dois, é exatamente isso que seu terapeuta sexual irá fazer. Para entender melhor as sequências de comportamento e padrões de interação em seu relacionamento, a terapia ajuda você a esclarecer quem você é e o que espera de seu parceiro. Seu relacionamento e vida sexual não são independentes um do outro.      Como lidar com a impotência sexual emocional

Método da terapia sexual

No entanto, é importante ressaltar que corrigir seu relacionamento não significa necessariamente uma solução rápida para sua vida sexual. Há um método por trás da terapia sexual. Os modelos terapêuticos originais para a terapia sexual remontam a cerca de trinta anos. Ao escolher um terapeuta, certifique-se de que o médico escolhido tenha recebido uma educação adequada.

Sexólogos são muito mais propensos a ter uma compreensão abrangente de sua sexualidade e problemas de relacionamento do que um psicólogo comum. Terapeutas sexuais promovem um lugar seguro onde você pode se comunicar, entender e se concentrar em definir e curar as especificidades de seus problemas sexuais e de relacionamento, sob a orientação e direção de um profissional treinado.

A consulta com um sexólogo online pode ser individual e abordar as questões que cada pessoa julga serem importantes para si ou para o seu bem-estar com os/as parceiros/as. Se você está procurando ajuda, você pode localizar um terapeuta sexual licenciado e qualificado na Vittude. É só clicar aqui!

Terapia cognitivo comportamental: o que é, como funciona e quando devo procurar?

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O que é a Terapia Cognitivo Comportamental (TCC)

A Terapia Cognitivo Comportamental ou TCC é uma abordagem da psicoterapia baseada na combinação de conceitos do Behaviorismo radical com teorias cognitivas. A TCC entende a forma como o ser humano interpreta os acontecimentos como aquilo que nos afeta, e não os acontecimentos em si. Ou seja: é a forma como cada pessoa vê, sente e pensa com relação à uma situação que causa desconforto, dor, incômodo, tristeza ou qualquer outra sensação negativa.

A Terapia Cognitiva foi fundada no início dos anos 60 por Aaron Beck, Neurologista e Psiquiatra norte-americano. Beck propôs, inicialmente, um “modelo cognitivo da depressão” e que posteriormente evoluiu para a compreensão e tratamento de outros transtornos.

Essa abordagem é bastante específica, clara e direta. É utilizada para tratar diversos transtornos mentais de forma eficiente. Seu objetivo principal é identificar padrões de comportamento, pensamento, crenças e hábitos que estão na origem dos problemas, indicando, a partir disso, técnicas para alterar essas percepções de forma positiva. A TCC se destina tanto ao tratamento dos diferentes transtornos psicológicos e emocionais como a depressão, ansiedade, transtornos psicossomáticos, transtornos alimentares, fobias, traumas, dependência química, entre outros.

Além disso, a Terapia Cognitivo Comportamental auxilia nas diversas questões que envolvem nossa vida como um todo, como: dificuldades nos relacionamentos, escolhas profissionais, luto, separações, perdas, estresse, dificuldades de aprendizagem, desenvolvimento pessoal e muitos outros.

Como funciona a Terapia Cognitivo Comportamental?

Sabendo que o objetivo principal da Terapia Cognitivo Comportamental é mudar os sistemas de significados dos pacientes para alterar suas emoções e comportamentos com relação às situações, o primeiro passo da terapia é entender esses sistemas.

Para isso, durante as sessões de TCC, o psicólogo vai identificando sentimentos, pensamentos e comportamentos de determinadas situações descritas pelo paciente. A partir disso, alguns padrões vão sendo identificados. São esses padrões que determinam crenças e percepções para cada experiência vivida.

Diante dos padrões mal adaptativos ou disfuncionais de pensamentos, cabe ao terapeuta auxiliar o paciente a encontrar novas possibilidades de pensamentos alternativos e mais funcionais que possibilitem uma boa adaptação à sua realidade social. Isso é feito a partir da determinação de um foco e de metas para que, com o tempo, o paciente adquira sua autonomia e possa lidar com as questões por conta própria. Esta é a reestruturação cognitiva e comportamental que dá nome à abordagem.

Os pontos determinantes de compreensão e atuação do TCC são:

➥ Ambiente ou situação onde ocorre o problema
➥ Pensamentos e sentimento envolvidos no problema
➥ Estado de humor e emoção resultantes
➥ Reação física
➥ Comportamento
Por exemplo: você já deve ter vivido alguma situação onde precisou apresentar um assunto para um grupo de pessoas. Antes da apresentação, os pensamentos automáticos costumam gerar angústia e ansiedade, criando cenários mentais negativos que nem aconteceram ainda. Esses cenários podem ser: acreditar que ninguém irá gostar da apresentação, sentir que ficará nervoso, suando, gaguejando, que falará algo de errado e passará vergonha, por exemplo. São essas percepções que acabam gerando comportamentos negativos e criando situações desconfortáveis.

Isso não significa que, apenas adquirindo pensamentos positivos, as situações serão diferentes. É preciso olhar para cada situação de forma mais aprofundada e complexa, compreendendo os padrões de percepção e comportamentos já enraizados em cada pessoa. A solução é desconstruir esses pensamentos, gerando uma flexibilidade de comportamento.

Quando pensamento, emoção e comportamento estão em equilíbrio, é muito mais fácil agir de forma consciente e sem prejuízos. Para isso, é preciso saber distinguir os sentimentos da própria realidade, entendendo como um influencia o outro e avaliando de forma crítica a veracidade de nossos pensamentos automáticos. Com isso, é possível desenvolver habilidades para perceber quando essas suposições aparecem, interrompendo e modificando suas consequências.

Como lidar com a impotência sexual emocional
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Algumas técnicas do TCC

Entre as técnicas para mudanças de comportamento dentro da Terapia Cognitivo Comportamental estão:

Reversão de hábitos para aumentar a percepção do paciente sobre cada episódio que traz desconforto. Gerar a capacidade de interromper isso com uma resposta mais adequada.
Aumentar a consciência para identificar os fatores desencadeantes e as seqüências de acontecimentos associados com determinado sintoma ou comportamento.
Monitoramento e registro de cada ocorrência. Anota-se informações como dia e hora, localização, pensamentos, sentimentos e emoções que podem ser úteis ao tratamento.
Utilização de uma resposta adequada para controlar a reação.
Controle de stress, ensinando maneiras eficientes de respiração, relaxamento muscular e técnicas cognitivas para ajudar o controle da angústia.
Prevenção de recaídas, ensinando o paciente a lidar com os fatores que desencadeiam situações negativas.
Quem precisa fazer Terapia Cognitivo Comportamental?
Todos podem fazer a Terapia Cognitivo Comportamental: homens, mulheres, crianças, adultos, pessoas com algum transtorno mental ou que estão passando por qualquer tipo de conflito interno. Entretanto, a TCC é altamente recomendada principalmente em casos de depressão, transtornos de ansiedade, transtorno obsessivo compulsivo, síndrome do pânico, fobia social e outras situações que possuem como base fundamental os comportamentos, pensamentos e emoções da pessoa com relação à vida.

Para quem possui o diagnóstico de problemas psicológicos, normalmente serão realizadas entre 10 e 20 sessões de Terapia Cognitivo Comportamental. Para cada perfil de paciente serão aplicadas técnicas diferentes no tratamento. Seu curto tempo de duração, ação de forma prática para melhorar comportamentos específicos e eficácia comprovada na cura de transtornos são os principais fatores que fazem com que esse tipo de abordagem seja um dos mais procurados atualmente.

Na Terapia Cognitivo Comportamental, a relação entre paciente e terapeuta deve ser de colaboração mútua. A eficácia do tratamento se dá, em grande parte, pela qualidade desta relação. É o bom vínculo que impulsiona o paciente a manifestar melhor os seus próprios sentimentos durante a sessão. Por isso é tão importante encontrar um bom psicólogo perto de você. Está em dúvida se deve começar a procurar por uma abordagem dentro da terapia? Veja alguns depoimentos de pessoas que começaram.

 

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