artrose: artrose no pé, causa e tratamento

ARTROSE NOS PÉS

O que é?
Artrose é o nome dado ao processo de degeneração de uma articulação. Isso geralmente acontece juntamente com o desgaste da cartilagem articular. A cartilagem, junto com o liquido sinovial, é o que permite uma boa lubrificação para o movimento da articulação. Com a perda da cartilagem, o movimento da articulação não acontece da maneira correta, então ocorre inflamação e dor.
Como o pé tem um grande número de articulações, que sustentam todo o peso corporal, é muito comum a ocorrência de dor nos pés por artrose.

Como é causada.

A artrose nos pés pode ser causada por vários motivos diferentes, entre eles, destacam-se a ocorrência prévia de fratura, o reumatismo, a idade avançada e as deformidades congênitas.

Quais são os sintomas.

Os principais sintomas da artrose no pé são dor, perda do movimento e inchaço.

Como pode ser tratada.

Existem algumas alternativas de tratamento para os casos de artrose nos pés, entre elas as principais são medicamentos especiais, fisioterapia, palmilhas sob medida e cirurgias.
As cirurgias para artrose, hoje em dia, são realizadas com técnicas menos agressivas, de recuperação mais tranqüila e rápida do que antigamente. Mesmo assim, a cirurgia é realizada quando as outras alternativas não proporcionaram alívio adequado.

A artrose é um dos diversos tipos de artrite – doença que causa inflamação das articulações. Também conhecida como osteoartrose ou osteoartrite, a artrose é uma patologia degenerativa e progressiva, causada pelo aumento do atrito entre os ossos. O aumento do atrito nas articulações pode levar à inflamação local, gerando dor, inchaço e limitação das funções. Caso o diagnóstico demore, ela pode evoluir rapidamente e destruir a cartilagem inteira.

Estudos americanos apontam que mais de 50 milhões de pessoas apresentam esta enfermidade. Ela é uma das causas mais frequentes de dor do sistema musculoesquelético e de incapacidade para o trabalho no Brasil e no mundo. A artrose é a doença reumática de maior prevalência na população acima dos 65 anos. Antes, essa patologia era tratada como uma doença progressiva, de evolução arrastada, sem perspectivas de tratamento e encarada por muitos como processo natural de envelhecimento. Hoje, no entanto, é vista como uma enfermidade em que é possível modificar o seu curso evolutivo, tanto em relação ao tratamento sintomático imediato, quanto ao prognóstico.Para compreender melhor o processo de deterioração que ocorre na artrose, é preciso entender como funciona uma articulação:

Articulação ou junta (como é conhecida popularmente), é o local onde os ossos se encontram. Como exemplo de articulações temos: o joelho, que é a articulação que conecta os ossos fêmur e tíbia, unindo a coxa à perna; o tornozelo, que é uma articulação que conecta os ossos tíbia, fíbula e talus, unindo as pernas aos pés; o cotovelo, que é a articulação que conecta o osso úmero aos ossos ulna e rádio, unindo o braço ao antebraço. É revestida pela cartilagem, uma estrutura responsável por amenizar o atrito e diminuir o impacto direto entre as extremidades ósseas, impedindo os danos nas articulações. Ela permite que os ossos deslizem uns sobre os outros com pouco atrito, gerando um amortecimento e, quando a articulação perde essa cartilagem, a artrose é instaurada. A insuficiência da mesma, ocasionada pelo desequilíbrio entre a formação e a reabsorção dos seus principais elementos, associada a uma variedade de condições, leva a um quadro de dores articulares.

No início da artrose, a cartilagem fica mais áspera, levando ao aumento do atrito durante a movimentação da articulação. Já a artrose grave surge quando a cartilagem é completamente destruída, provocando um atrito severo entre os dois ossos.

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TIPOS DE ARTROSE

A artrose pode ser classificada em dois tipos:

1. Primária: quando não há uma causa específica para o início do desgaste da cartilagem e está associada ao uso excessivo da articulação, como, por exemplo, a idade avançada, o sobrepeso e a prática intensiva de atividades físicas com alto impacto;

2. Secundária: quando existe algum fator que marcou o início do desgaste da cartilagem, como fraturas na articulação, doenças e deformidades. O ponto de partida da doença é o aumento de carga ou a falha dos fatores protecionais da articulação (músculos, ligamentos, cápsula articular, meniscos), deixando-a vulnerável, o que pode iniciar o desgaste da cartilagem.

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ACABE COM AS DORES MATINAIS USANDO CARTILAX COLÁGENO TIPO 2 Assim como outras mudanças associadas ao amadurecimento, dores articulares e maior sensibilidade podem surgir em nosso corpo. Seja resultado de um condição médica, ou apenas o desgaste corporal do dia-a-dia acumulado, dores paralisantes e reduções de mobilidade substanciais não são problemas que aparecem do dia para a noite. Em vez disso, eles começam com pontadas e dores ocasionais e, quando percebemos, estamos literalmente vendo a vida passar… De acordo com a maioria das pessoas, a dor nas articulações é apenas outro indesejado, embora inevitável, efeito colateral do amadurecimento.

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CLASSIFICAÇÃO DA ARTROSE

Por ser uma doença progressiva, a identificação do grau de comprometimento da articulação é fundamental para o tratamento. A doença inicia com uma redução do espaço da articulação, que perdeu a estabilidade, e pode apresentar osteófitos – crescimento ósseo em volta da articulação, na tentativa de restaurar a estabilidade perdida. No nível mais grave da doença, o espaço articular praticamente acaba, a articulação apresenta grandes osteófitos e pode crepitar, estalar ou ranger. Existe também a perda de movimento e a rigidez (que normalmente piora no frio). Logo, a artrose é classificada da seguinte forma:

CAUSAS

A artrose é uma doença multifatorial, ou seja, dependente de uma combinação de vários fatores. Ela pode estar relacionada com idade, genética, sexo, etnia, densidade óssea, fatores nutricionais, metabólicos ou com fatores externos, tais como as atividades diárias e os fatores biomecânicos.

Os principais fatores mecânicos são:

1. Desalinhamento das articulações: causa o aumento do impacto e do processo degenerativo;

2. Excesso de carga: pode ser derivada do sobrepeso ou do aumento de atividade física sem a preparação adequada;

3. Fraqueza muscular: o musculo é a principal proteção das articulações. Quanto mais fraco ele estiver, maior a chance da artrose se desenvolver;

4. Alteração no tipo de pé (pé plano ou cavo demais): causa desalinhamento e desgaste articular. Quanto mais idade a pessoa tiver, maior será a tendência a desenvolver um pé plano e um desalinhamento prejudicial;

5. Cirurgias prévias: alguns processos cirúrgicos, como a retirada de meniscos ou reconstrução ligamentar, podem deixar a articulação instável e levar à artrose;

6. Traumas e lesões nas articulações: lesões prévias podem deixar a articulação mais instável e mais vulnerável à doença.

São considerados fatores de vulnerabilidade:

1. Idade:quanto mais avançada a idade, maior a predisposição à doença, pois o desgaste é característico;

2. Hereditariedade e sexo: mulheres cujas mães têm artrose possuem maior probabilidade de desenvolver a patologia;

3. Obesidade:pessoas obesas possuem maior carga articular, levando a fenômenos degenerativos;

4. Hipermobilidade: implica em maior stress articular e maior facilidade na ruptura da cartilagem;

5. Desigualdade de membros ou uma displasia: causam o desalinhamento da superfície articular, podendo levar a uma artrose precoce;

Artrose nos dedos: causas, exercícios e tratamentos

Quatro em cada dez pessoas terão esse problema. Saiba como proceder para não sofrer com dor e limitação de movimentos

Começa com uma sensação de que falta óleo nas juntas. Elas parecem ficar meio travadas e até um pouco inchadas. Se nada for feito, com o tempo vem a dor. Nos quadros avançados, o incômodo é excruciante, de osso se esfregando com osso. É a artrose botando suas garras totalmente de fora.

E, embora esse desgaste das articulações associado ao avançar da idade possa acometer qualquer junta pelo corpo, um novo levantamento chama atenção para o suplício nas mãos. De acordo com o Centro de Controles e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, 40% da população mundial tem ou terá osteoartrite – o termo mais usado pelos médicos – entre os dedos e o punho. É muita gente.

Antes de mais nada, cabe diferenciar a artrose do que se chama de artrite. Esta palavra faz menção a uma inflamação na junta. “Ela pode ser resultado de infecções, traumas ou doenças autoimunes”, explica o reumatologista Ari Halpern, do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A artrose, por sua vez, é uma degeneração que começa na cartilagem entre as juntas e os ossos, processo que dificulta a movimentação.

Com a degradação desse amortecedor, a fricção aumenta a tal ponto que fica quase impossível mexer os dedos. Apesar de a osteoartrite estar ligada ao envelhecimento, seus sinais não demoram a aparecer. “Aos 40 anos, cerca de 10 a 20% das mulheres têm indícios de artrose nas mãos”, estima Halpern.

Contudo, a idade não é o único fator em jogo. História familiar e trabalhos que demandam muito dos dedos, por exemplo, estão associados a uma manifestação mais precoce. Até mesmo o uso abusivo do celular pode abrir caminho ao problema. “A rizartrose, quando a doença se manifesta na base do polegar, está se tornando cada vez mais comum”, observa a médica Licia Mota, da Sociedade Brasileira de Reumatologia.

Ora, os polegares são os dedos mais empregados na hora de teclar o smartphone. Um manuseio sem limites pode, assim, comprometer essas estruturas e resultar em uma baita dor – curiosamente, já foram publicados artigos científicos ligando o vício em aplicativos de mensagem à inflamação nas mãos.

Relação menos evidente, mas que ganha força entre os especialistas, é a da obesidade com a osteoartrite… nas mãos. Pois é, não bastasse sobrecarregar joelhos e tornozelos, um índice de massa corporal elevado aumenta o risco de desgaste nas cartilagens dos dedos, segundo um estudo norueguês com mais de 1800 pessoas.

Mas o que uma coisa teria a ver com a outra? A médica fisiatra Pérola Plapler, do Hospital das Clínicas de São Paulo, atribui esse vínculo ao estado de inflamação criado pela gordura visceral, que se localiza na parte mais profunda do abdômen, entre os órgãos. “Ela produz substâncias inflamatórias extremamente nocivas à saúde e que podem danificar as articulações”, explica.

A boa notícia é que a dupla clássica para combater o excesso de peso (e barriga) – atividade física mais alimentação balanceada – rende proteção extra contra a artrose. Uma investigação da Universidade de Surrey, na Inglaterra, constatou, ainda, que um estilo de vida sedentário e uma dieta desequilibrada levam a um aumento nos níveis de ácido lático. A abundância desse composto pelo organismo contribui para a inflamação das juntas, cenário propício à, adivinhe, artrose.

Especialmente em relação aos dedos, punho e companhia, um conselho precioso é não pegar pesado. “A cada 50 minutos de trabalho, é recomendável descansar dez, principalmente se a atividade envolve o uso das mãos”, sugere a terapeuta ocupacional Maria Ioshimito, do Hospital Israelita Albert Einstein. “Também é importante repousar antes de chegar à exaustão, o que evita o estresse e a dor nas articulações”, completa.

Esses cuidados, claro, valem tanto para prevenir como para tratar quem já tem o problema. Agora, se já existe o diagnóstico de osteoartrite, é provável que o médico trace algumas táticas terapêuticas de acordo com os sintomas e as limitações do paciente. “Não existe remédio capaz de evitar a progressão da doença. O que nós fazemos, geralmente, é tratar a dor com analgésicos e anti-inflamatórios”, esclarece a reumatologista Ana Luísa Calich, do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Ela conta que algumas pessoas percebem melhora com o uso de colágeno, glucosamina e condroitina, substâncias que serviriam como um reforço para as articulações – ainda assim, faltam evidências robustas a favor delas. Como fármacos sozinhos não melhoram a mobilidade dos dedos, é desejável pedir o apoio de fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais.

“Nosso objetivo é trabalhar a força muscular e a amplitude de movimento, o que pode ser feito por meio de exercícios”, ensina Rafael Barbosa, da Associação Brasileira de Fisioterapia Traumato-Ortopédica. Esses profissionais também são os responsáveis pela prescrição de órteses, utensílios que permitem proteger e auxiliar na execução dos movimentos. Como último recurso, e dependendo das estruturas comprometidas, pode-se recorrer à cirurgia. “Mas ela é pouco indicada por deixar a movimentação mais limitada depois”, contextualiza Ana Luísa.

Como artrose não tem cura, vale ouvir o alerta do CDC e se precaver. “Exercite-se, perca peso, encurte o tempo no computador e no celular, converse com o médico sobre suplementos…”, aconselha Ana Luísa. Suas mãos não podem (nem querem) emperrar.

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