Apraz : indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade

Apraz : indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade

 

Apraz (comprimido)

Para que serve Apraz
APRAZ® é indicado no tratamento transtornos de ansiedade. Não deve ser administrado como substituição ao tratamento apropriado de psicose (quadro de delírio e alucinações).

Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia (dificuldade para dormir) e/ou hiperatividade neurovegetativa (respiração curta e superficial, sufocação, palpitações ou aumento dos batimentos do coração, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, enjoo, diarreia, gases, rubores, calafrios, vontade de urinar frequentemente, dificuldades de engolir, mudanças no tom de voz, etc.), resultando em manifestações somáticas variadas (diversas manifestações do corpo humano).              Apraz : indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade

APRAZ® também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras manifestações, como a abstinência ao álcool, no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou no meio da multidão), cuja principal característica é a crise de pânico não esperada, um ataque repentino de apreensão intensa, medo ou terror.

 

Apraz® (alprazolam) é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade.

Apraz® não deve ser administrado como substituição ao tratamento apropriado de psicose (quadro de delírios e alucinações).

Os sintomas de ansiedade podem incluir de forma variável: tensão, medo, apreensão, intranquilidade, dificuldade de concentração, irritabilidade, insônia (dificuldade para dormir) e/ou hiperatividade neurovegetativa (respiração curta e superficial, sufocação, palpitações ou aumento dos batimentos do coração, mãos frias e suadas, boca seca, tontura, enjoo, diarreia, gases, rubores (vermelhidão no rosto), calafrios, necessidade de urinar mais vezes, dificuldades de engolir, mudanças no tom de voz, etc.), resultando em manifestações corporais variadas.

Apraz® também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras condições, como a abstinência ao álcool, no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia (medo de estar em espaços abertos ou no meio da multidão), cuja principal característica é a crise de ansiedade inesperada com, um ataque repentino de apreensão intensa, terror ou medo.

 

Apraz : indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade

Como o Apraz funciona?

Apraz® contém alprazolam, um medicamento da classe dos benzodiazepínicos que atuam no sistema nervoso central. A maneira como Apraz® age não é totalmente conhecida. De forma geral, todos os benzodiazepínicos causam uma diminuição em várias funções do Sistema Nervoso Central relacionado também à dose, que pode ir desde um comprometimento leve dos reflexos e desempenho diário até o sono provocado ou quadro de sedação.

Após administração oral, alprazolam (princípio ativo de Apraz®) é rapidamente absorvido. A concentração máxima do medicamento no organismo ocorre 1h ou 2h após a administração. No tratamento de transtornos de ansiedade em alguns pacientes, a ação de Apraz® no alívio dos sintomas foi rápida. Uma dose administrada pela manhã pode trazer o efeito dentro de 1h a 2h após a administração em adultos saudáveis.

Composição de Apraz

Cada comprimido de 0,25mg contém:

alprazolam…………………. 0,25mg

excipientes q.s.p………….. 1 comprimido

(lactose monoidratada, dióxido de silício, amido, estearato de magnésio, povidona, laurilsulfato de sódio e croscarmelose sódica).

Cada comprimido de 0,50mg contém:

alprazolam…………………. 0,50mg

excipientes q.s.p………….. 1 comprimido

(lactose monoidratada, dióxido de silício, amido, estearato de magnésio, corante amarelo FDC nº6, povidona, laurilsulfato de sódio e croscarmelose sódica).

Cada comprimido de 1,00mg contém:

alprazolam………………….. 1,00mg

excipientes q.s.p…………… 1 comprimido

(lactose monoidratada, dióxido de silício, amido, estearato de magnésio, corante azul FDC nº2, povidona, laurilsulfato de sódio e croscarmelose sódica).

Cada comprimido de 2,00mg contém:

alprazolam………………….. 2,00mg

excipientes q.s.p…………… 1 comprimido

(lactose monoidratada, dióxido de silício, amido, estearato de magnésio, corante azul FDC nº2, corante amarelo FDC nº6, povidona, laurilsulfato de sódio e croscarmelose sódica).

 

 

Ação esperada de Apraz

APRAZ® contém alprazolam, um medicamento da classe dos benzodiazepínicos que atuam no sistema nervoso central. A maneira como APRAZ® age não é totalmente conhecida. Clinicamente, todos os benzodiazepínicos causam um efeito depressor no sistema nervoso central relacionado com a dose, que pode ser desde um comprometimento leve do desempenho de algumas tarefas até o sono.

Após administração oral, alprazolam (princípio ativo de APRAZ®) é rapidamente absorvido. A concentração máxima do medicamento no organismo ocorre 1 ou 2 horas após a administração. No tratamento de transtornos de ansiedade em alguns pacientes, a ação de APRAZ® no alívio dos sintomas foi rápida. Uma dose administrada pela manhã pode trazer o efeito dentro de 1 a 2 horas após a administração em adultos saudáveis.

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Contraindicações e riscos de Apraz

Se você alguma vez já apresentou reação alérgica ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos, ou a qualquer componente da fórmula do produto, não use APRAZ®.

APRAZ® também não deve ser usado caso você tenha miastenia gravis (uma doença de nervos e músculos que resulta em fraqueza muscular) ou glaucoma de ângulo estreito agudo (aumento da pressão dentro dos olhos).

 

 

Precauções e advertências de Apraz

Recomenda-se que a dose de APRAZ® seja limitada à menor dose eficaz. Portanto, não aumente a dose prescrita sem consultar seu médico, mesmo que você ache que o medicamento não está mais fazendo efeito.

A redução da dose do medicamento deve ser feita sob supervisão rigorosa e deve ser gradual. Os sintomas relacionados à interrupção repentina do medicamento incluem desde leve disforia (depressão crônica e leve) e insônia (dificuldade para dormir) até um conjunto de sintomas mais importantes, que inclui cãibras musculares, cólicas abdominais, vômitos, sudorese (suor excessivo), tremores e convulsões.

Podem, também, ocorrer crises epilépticas (convulsivas). Vide item 6 – COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO? – Interrupção do Tratamento.

Se você tem problemas nos rins ou no fígado seu médico deve acompanhar seu tratamento adequadamente tomando os devidos cuidados.        Apraz : indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade

Habituação (condição relacionada ao consumo repetido de um medicamento, observando-se o desejo de continuar seu uso, mas com pouca ou nenhuma tendência a aumentar a dose) e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com APRAZ®. Assim como ocorre com todos benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização por tempo prolongado e é ainda maior se você tem história de alcoolismo ou abuso de drogas. Seu médico deve avaliar periodicamente se o tratamento com APRAZ® está sendo adequado para você.

Transtornos do pânico têm sido associados a alguns tipos de transtornos depressivos e a relatos aumentados de suicídio no caso de pacientes que não são tratados. Dessa forma, deve-se ter o mesmo cuidado quando doses mais altas de APRAZ® forem utilizadas no tratamento de transtornos do pânico, assim como se tem com o uso de psicotrópicos (medicamentos psiquiátricos) para tratar pessoas com depressão ou pessoas em que há razões para se desconfiar de planos ou pensamentos não divulgados de cometer suicídio.

A administração de APRAZ® a pacientes com tendência suicida ou gravemente deprimidos deve ser realizada com as devidas precauções, utilizando as doses apropriadas prescritas pelo médico. O uso de APRAZ® não foi estabelecido em certos tipos de depressão (vide item 1 – PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?).

Episódios de hipomania e mania têm sido relatados em associação com o uso de APRAZ® em pessoas com depressão.        Apraz : indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade

APRAZ® não deve ser usado como substituto ao tratamento adequado para psicose (quadro de delírio e alucinações).

Durante o tratamento, você não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

 

 

Interações medicamentosas de Apraz

Não consuma bebidas alcoólicas durante o tratamento com APRAZ®.

Não use outros medicamentos depressores do sistema nervoso central durante o tratamento com APRAZ®.

APRAZ® apresenta interações medicamentosas com uma variedade de outros medicamentos, por isso, informe seu médico se estiver tomando outros medicamentos durante o tratamento com APRAZ®, tais como cetoconazol, itraconazol e outros agentes antifúngicos azólicos, nefazodona, fluvoxamina, cimetidina, fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, diltiazem, antibióticos macrolídeos (como eritromicina e troleandomicina) e inibidores da protease do HIV (um tipo de medicamento utilizado no tratamento da AIDS) e, especialmente se você for idoso (> 65 anos), digoxina.

Site para Comprar Apraz:

https://consultaremedios.com.br/apraz/bula

https://www.ultrafarma.com.br/apraz-025-mg-com-30-comprimidos-b1

https://www.panvel.com/

https://www.drogarianovaesperanca.com.br/

 

Uso de Apraz na gravidez e amamentação

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez.

Armazenamento, data de fabricação, prazo de validade e aspecto físico de Apraz

Os comprimidos de APRAZ® devem ser conservados em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegidos da luz.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

Guarde-o em sua embalagem original.

 

 

Características do produto:

APRAZ® 0,25mg: Comprimido simples branco, oval, biconvexo, com face superior sulcada e inferior com gravação APRAZ®.

APRAZ® 0,50mg: Comprimido simples alaranjado, oval, biconvexo, com face superior sulcada e inferior com gravação APRAZ®.

APRAZ® 1,0mg: Comprimido simples azul, oval, biconvexo, com face superior sulcada e inferior com gravação APRAZ®.

APRAZ® 2,0mg: Comprimido simples cinza, esverdeado, mesclado, oval, biconvexo, com face superior sulcada e inferior com gravação APRAZ®.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Bula:

APRAZ® Alprazolam Comprimidos FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO – APRAZ APRAZ apresenta- se em embalagens contendo 30 comprimidos de 0,25 mg, 0,5 mg, 1,0 mg ou 2,0 mg de alprazolam. USO ADULTO COMPOSIÇÃO – APRAZ APRAZ Comprimidos 0,25 mg – Cada comprimido contém 0,25 mg de alprazolam.Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio. APRAZ Comprimidos 0,5 mg – Cada comprimido contém 0,5 mg de alprazolam Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio, corante amarelo crepúsculo. APRAZ Comprimidos 1 mg – Cada comprimido contém 1 mg de alprazolam. Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio, corante azul indigotina. APRAZ Comprimidos 2 mg – Cada comprimido contém 2 mg de alprazolam. Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio, corante azul indigotina, corante amarelo crepúsculo. INFORMAÇÃO AO PACIENTE – APRAZ APRAZ é um medicamento utilizado no tratamento de estados de ansiedade e transtornos de pânico. APRAZ deve ser conservado em temperatura ambiente (15ºC a 30ºC), protegido da luz. O prazo de validade de APRAZ encontra- se gravado na embalagem externa. Em caso de vencimento, inutilize o produto. Informe seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente ao seu médico em caso de suspeita de gravidez1. Informar ao médico se está amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado caso você esteja amamentando. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis durante o tratamento com APRAZ. As reações mais comuns que podem ocorrer são: sedação/sonolência e sensação de cabeça vazia (confusão mental). TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS. APRAZ é contra- indicado para uso em pacientes que já apresentaram reação alérgica2 ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos, ou a qualquer outro componente da fórmula de APRAZ. Este produto também é contra-indicado para uso em pacientes portadores de miastenia3 gravis (fraqueza muscular) ou glaucoma4 do ângulo estreito agudo5 (aumento da pressão dentro dos olhos). Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE. INFORMAÇÕES TÉCNICAS – APRAZ Propriedades farmacodinâmicas – APRAZ possui como principio ativo o alprazolam,de nome químico 8- cloro-1-metil-6-fenil-4H-s-triazolo-(4,3-alfa) (1,4) benzodiazepina, triazolo análogo da classe de 1,4-benzodiazepínicos que atuam no sistema nervoso6 central. Esses fármacos, presumivelmente, exercem seus efeitos através da ligação com receptores estéreoespecíficos em vários locais no sistema nervoso6 central. O mecanismo de ação exato é desconhecido. Clinicamente, todos os benzodiazepínicos causam um efeito depressor, relacionado com a dose, que varia de um comprometimento leve do desempenho de tarefas à hipnose. O alprazolam, apesar da estrutura similar ao diazepam e atividade farmacológica similar ao diazepam e clorodiazepóxido, é mais potente, conforme demonstraram estudos pré- clínicos. Ele atua, como os outros benzodiazepínicos, como relaxante muscular e anticonvulsivante e possui propriedades ansiolíticas. Diferente dos derivados benzodiazepínicos convencionais, o alprazolam apresenta também propriedades antidepressivas, que pode estar relacionada à sua habilidade de aumentar significativamente a latência da fase REM. Propriedades farmacocinéticas – Após a administração oral, o alprazolam é rapidamente absorvido. Os picos de concentração plasmática ocorrem em uma a duas horas após a administração. As concentrações plasmáticas são proporcionais às doses administradas; dentro do intervalo posológico de 0,5 mg a 3,0 mg, foram observados picos de 8,0 a 37 ng/mL. Com a utilização de uma metodologia de ensaio específico, foi observado que a meia- vida de eliminação plasmática média do alprazolam é de aproximadamente 11,2 horas (variando entre 6,3 – 26,9 h) em adultos saudáveis. Os metabólitos predominantes são alfa- hidroxi-alprazolam e uma benzofenona derivada do alprazolam. A atividade biológica do alfa-hidroxi-alprazolam é aproximadamente metade da atividade biológica do alprazolam. O metabólito benzofenona é essencialmente inativo. Os níveis plasmáticos desses metabólitos são extremamente baixos, o que impede a descrição precisa da farmacocinética. Entretanto, suas meias-vidas parecem ter a mesma ordem de magnitude que a do alprazolam. O alprazolam e seus metabólitos são excretados principalmente através da urina7. A capacidade do alprazolam de induzir os sistemas de enzimas hepáticas em humanos ainda não foi determinada. Entretanto, essa não é uma propriedade dos benzodiazepínicos em geral. Além disso, o alprazolam não afetou os níveis plasmáticos de protrombina ou varfarina em voluntários do sexo masculino que receberam a varfarina sódica por via oral. In vitro, a ligação do alprazolam às proteínas8 séricas humanas é de 80%. Foram relatadas alterações na absorção, distribuição, metabolismo9 e excreção dos benzodiazepínicos em uma variedade de doenças, incluindo alcoolismo, insuficiência hepática10 e insuficiência renal11 . Também foram demonstradas alterações em pacientes geriátricos. Em indivíduos idosos sadios, foi observado que a meia- vida média do alprazolam é de 16,3 horas (variando de 9,0 – 26,9 horas; n=16), comparado a 11,0 horas (variando de 6,6 – 15,8 horas; n=16) em indivíduos adultos sadios. Em pacientes com doença alcoólica do fígado12, a meia- vida do alprazolam variou de 5,8 – 65,3 horas (média de 19,7 horas; n=17); quando comparado a 6,3 – 26,9 horas em indivíduos sadios (média: 11,4 horas; n=17). Em um grupo de indivíduos obesos a meia-vida do alprazolam variou entre 9,9 e 40,4 horas (média de 21,8 horas; n=12); quando comparado a indivíduos sadios, cuja variação foi de 6,3 – 15,8 horas (média de 10,6 horas, n=12). Devido à semelhança com outros benzodiazepínicos, presume- se que o alprazolam atravesse a placenta e seja excretado pelo leite materno. INDICAÇÕES – APRAZ APRAZ é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade. APRAZ não deve ser administrado como substituição do tratamento apropriado de psicose13. Os sintomas14 de ansiedade podem variavelmente incluir: ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranqüilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas. APRAZ também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras manifestações como a abstinência ao álcool. APRAZ também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia, cuja principal característica é a crise de pânico não esperada, um ataque súbito de apreensão intensa, medo ou terror. CONTRA-INDICAÇÕES – APRAZ APRAZ é contra- indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos ou a qualquer componente do produto, e em pacientes portadores de miastenia3 gravis, glaucoma4 de ângulo estreito agudo5, doenças hepáticas, renais, obesidade15 e doença pulmonar severa. PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS – APRAZ Habituação e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos,inclusive com APRAZ. Assim como com todos os benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização a longo prazo e é ainda maior em pacientes com história de alcoolismo ou abuso de drogas. Durante a descontinuação do tratamento com APRAZ, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de APRAZ seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta. Sintomas14 de abstinência ocorreram após diminuição rápida ou descontinuação abrupta de benzodiazepínicos, inclusive de APRAZ. Esses sintomas14 podem variar de leve disforia e insônia a uma síndrome16 mais importante, que pode incluir cãibras musculares e cólicas17 abdominais, vômitos18, sudorese19, tremores e convulsões. Adicionalmente, crises epilépticas ocorreram com a diminuição rápida ou descontinuação abrupta do tratamento com alprazolam. Transtornos do pânico têm sido associados a transtornos depressivos maiores primários e secundários e a relatos aumentados de suicídio entre pacientes não tratados. Dessa forma, deve- se ter cautela quando doses mais altas de APRAZ forem utilizadas no tratamento de pacientes com transtornos do pânico, a exemplo do que ocorre no tratamento de pacientes deprimidos com fármacos psicotrópicos ou naqueles em que há razões para se presumir planos ou pensamentos suicidas ocultos. A administração a pacientes suicidas ou gravemente deprimidos deve ser realizada com as devidas precauções e com a prescrição de doses apropriadas. A utilização de alprazolam não foi estabelecida em certos tipos de depressão. Se APRAZ for combinado com outros agentes psicotrópicos ou anticonvulsivantes, deve- se considerar cuidadosamente a farmacologia dos agentes a serem empregados, particularmente, tratando-se de agentes que possam potencializar a ação dos benzodiazepínicos (vide “Interações Medicamentosas”). O médico deve reavaliar periodicamente a utilidade do medicamento para cada paciente. APRAZ não deve ser empregado como substituto do tratamento adequado para psicose13 (vide “Indicações”). Os pacientes devem ser advertidos para não ingerirem simultaneamente bebidas alcoólicas e outros fármacos depressores do sistema nervoso6 central durante o tratamento com APRAZ (vide “Interações Medicamentosas”). Uso durante a gravidez1 e a lactação20 – Os dados relacionados à teratogenicidade e aos efeitos sobre o desenvolvimento e o comportamento pós-natais após tratamento com benzodiazepínicos são inconsistentes. Existem evidências de alguns estudos iniciais com outros membros da classe dos benzodiazepínicos em que a exposição in utero pode estar associada a malformações. Estudos posteriores com fármacos da classe dos benzodiazepínicos não forneceram nenhuma evidência clara de qualquer tipo de defeito. Há descrições de crianças expostas a benzodiazepínicos durante o fim do terceiro trimestre de gestação ou durante o parto que apresentaram tanto a síndrome16 da criança hipotônica (floppy infant syndrome) quanto sintomas14 neonatais de retirada do fármaco. Se APRAZ for utilizado durante a gravidez1, ou se a paciente engravidar enquanto estiver utilizando APRAZ, ela deve ser informada do dano potencial ao feto. APRAZ é um medicamento classificado na categoria de risco D de gravidez1. Portanto, este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. As concentrações de benzodiazepínicos, inclusive de alprazolam, são baixas no leite. No entanto, não se deve amamentar durante a utilização de APRAZ. Efeitos sobre a habilidade de dirigir ou usar máquinas – Durante o tratamento, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas. Uso em idosos, crianças e outros grupos de risco – A segurança e a eficácia de APRAZ em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas. Recomenda- se cautela ao tratar pacientes com alteração de função renal21 ou hepática. Os pacientes idosos são mais sensíveis aos efeitos dos benzodiazepínicos. Eles apresentam elevadas concentrações plasmáticas de alprazolam devido a redução do clearance do medicamento quando comparado à população jovem que recebeu a mesma dose. Recomenda- se que a dose seja limitada à menor dose eficaz para evitar o desenvolvimento de ataxia22 ou hipersedação que pode ser um problema particular em pacientes idosos, especialmente sensíveis aos efeitos dos benzodiazepínicos. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS – APRAZ Os benzodiazepínicos, incluindo o alprazolam, produzem efeitos depressores aditivos do sistema nervoso6 central, quando co- administrados com álcool ou outros fármacos que produzem depressão do sistema nervoso6 central. Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando alprazolam é administrado com fármacos que interferem no seu metabolismo9. Compostos que inibem determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450 3A4) podem aumentar a concentração de alprazolam e acentuar sua atividade. Os dados obtidos a partir de estudos clínicos com alprazolam, estudos in vitro com alprazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados similarmente ao alprazolam mostram interações de variados graus e possibilidade de interação com alprazolam para uma quantidade de fármacos. Baseando- se no grau de interação e no tipo de dados disponíveis, recomenda-se o seguinte: A co- administração de alprazolam com cetoconazol, itraconazol e outros antifúngicos azólicos não é recomendada; Recomenda- se cautela e consideração de redução de dose quando alprazolam é coadministrado com nefazodona, fluvoxamina e cimetidina; Também recomenda- se cautela quando alprazolam é co-administrado com fluoxetina, propoxifeno, anticoncepcionais orais, dialtizem ou antibióticos macrolídeos como eritromicina e troleandomicina; As interações envolvendo inibidores da protease do HIV23 (por exemplo, ritonavir) e alprazolam são complexas e dependentes do tempo. Baixas doses de ritonavir resultaram em grande alteração do clearance de alprazolam, prolongaram sua meiavida de eliminação e aumentaram seus efeitos clínicos. No entanto, sob exposição prolongada ao ritonavir, o CYP3A compensou essa inibição. Essa interação torna necessário um ajuste de dose ou descontinuação do alprazolam. Álcool não deve ser ingerido durante o tratamento. REAÇÕES ADVERSAS – APRAZ Os eventos adversos de APRAZ, se presentes, geralmente são observados no início do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamento ou diminuição da dose. As reações adversas mais comuns relatadas por pacientes foram sedação/sonolência, sensação de cabeça vazia (confusão mental) e tontura24. As reações adversas menos comuns foram visão borrada, cefaléia25, depressão, insônia, nervosismo/ansiedade, tremor, alteração do peso, comprometimento da memória/amnésia, ataxia22/falta de coordenação motora, vários sintomas14 gastrintestinais, dermatite26 e manifestações autonômicas. Além desses, os seguinteseventos adversos foram relatados em associação ao uso de alprazolam: distonia, irritabilidade, anorexia27, fadiga, fala pastosa, icterícia28, fraqueza músculo- esquelética, alterações da libido, irregularidades menstruais, incontinência29, retenção urinária30, função hepática anormal e hiperprolactinemia. Raramente, relatou-se aumento da pressão intra-ocular. Como ocorre com outros benzodiazepínicos, raramente foram relatados dificuldades de concentração, confusão, alucinações, estimulação e efeitos adversos comportamentais como irritabilidade, agitação, raiva31 e comportamento agressivo ou hostil. Em muitos dos relatos de casos espontâneos de efeitos comportamentais adversos, os pacientes estavam recebendo outros fármacos de ação no sistema nervoso6 central concomitantemente e/ou tinham doenças psiquiátricas subjacentes. Pacientes que apresentam um distúrbio de personalidade limítrofe, história prévia de comportamento violento ou agressivo ou abuso de bebidas alcoólicas ou outras substâncias podem ser pacientes de risco para esses eventos. Foram relatados casos de irritabilidade, hostilidade e pensamentos invasivos durante a interrupção da administração de alprazolam em pacientes com distúrbio de estresse pós- traumático. POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO – APRAZ Uso em adultos – A dose ótima de APRAZ deve ser individualizada com base na gravidade dos sintomas14 e na resposta individual do paciente. A dose habitual (vide quadro) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Nos pacientes que requeiram doses mais elevadas, essas deverão ser aumentadas com cautela, a fim de evitar reações adversas. Em geral, os pacientes que não tenham sido previamente tratados com medicamentos psicotrópicos necessitarão de doses menores que aqueles previamente tratados com tranqüilizantes menores, antidepressivos ou hipnóticos. Uso em crianças – A segurança e a eficácia de APRAZ em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas. Uso em pacientes idosos ou debilitados – Recomenda-se usar a menor dose eficaz para os pacientes idosos ou debilitados para evitar sedação excessiva ou ataxia22 (vide quadro). Duração do tratamento – Os dados disponíveis corroboram a utilização da medicação por até 6 meses para transtornos ansiosos e por até 8 meses no tratamento dos transtornos de pânico. Descontinuação do Tratamento – Para descontinuar o tratamento com APRAZ, a dose deve ser reduzida lentamente, conforme prática médica adequada. É sugerido que a dose diária de APRAZ seja reduzida em não mais que 0,5 mg a cada 3 dias. Alguns pacientes podem necessitar de redução de dose ainda mais lenta. Dosagem Recomendada Indicação: Transtornos de ansiedade Dose inicial* : 0,25 mg a 0,5 mg, administrados três vezes ao dia Limites da dose habitual: 0,5 a 4,0 mg ao dia, administrados em doses divididas. Indicação:Transtorno do pânico Dose inicial* : 0,5 – 1,0 mg antes de dormir ou 0,5 mg, administrados três vezes ao dia Limites da dose habitual: A dose deve ser ajustada à resposta do paciente. Os ajustes de dose devem ser aumentados no máximo 1 mg a cada três ou quatro dias. Com APRAZ, doses adicionais podem ser acrescentadas até que seja alcançada uma posologia de 3 ou 4 vezes diariamente. A dose média em um estudo grande multi- clínico foi 5,7 ± 2,27 mg, com pacientes necessitando, ocasionalmente, de um máximo de 10 mg diariamente. Indicação: Pacientes geriátricos ou na presença de condições debilitantes Dose inicial* : 0,25 mg administrados duas ou três vezes ao dia Limites da dose habitual: 0,5 a 0,75 mg ao dia, administrados em doses divididas; poderão ser gradualmente aumentadas se necessário e tolerado. *Se ocorrerem efeitos colaterais, a dose deve ser diminuída. Dose omitida – Caso o paciente esqueça de administrar APRAZ no horário estabelecido, deve fazê-lo assim que lembrar. Entretanto, se já estiver perto do horário de administrar a próxima dose, deve desconsiderar a dose esquecida e utilizar a próxima. Neste caso, o paciente não deve utilizar a dose duplicada para compensar doses esquecidas. O esquecimento de dose pode comprometer a eficácia do tratamento. SUPERDOSAGEM – APRAZ As manifestações de superdose do alprazolam são extensões da sua ação farmacológica e incluem sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma32 e depressão respiratória. Seqüelas graves são raras exceto quando há ingestão concomitante de outros fármacos e/ou etanol. Tratamento geral da superdose – Como em todos os casos de superdose, a respiração, o pulso e a pressão arterial devem ser monitorados. Devem ser instituídas medidas gerais de suporte, juntamente com lavagem gástrica33 imediata. Devem ser administrados líquidos intravenosos e a permeabilidade das vias aéreas deve ser mantida. Se ocorrer hipotensão34, esta pode ser tratada com vasopressores. O valor da diálise35 não foi determinado. Como em todos os casos de superdosagem intencional de qualquer fármaco, deve- se ter em mente que múltiplos agentes podem ter sido ingeridos. O flumazenil , um antagonista específico dos receptores de benzodiazepínicos, está indicado na reversão completa ou parcial dos efeitos sedativos dos benzodiazepínicos e pode ser usado em situações em que a superdosagem de benzodiazepínicos foi confirmada ou é presumida. Antes da administração do flumazenil, devem ser instituídas as medidas necessárias para assegurar a permeabilidade das vias aéreas, a ventilação e um acesso intravenoso.

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