antidepressivo: Remédio antidepressivo para que serve!!

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Antidepressivos?

Antidepressivos são medicamentos psiquiátricos que agem no sistema nervoso central (SNC), muito utilizados para o tratamento de transtornos mentais como depressão, ansiedade, vícios, distúrbios do sono, entre outros.

Eles são capazes de equilibrar as funções eletroquímicas do cérebro e normalizar o fluxo dos neurotransmissores, auxiliando, assim, no combate aos sintomas da depressão.            antidepressivo: Remédio antidepressivo para que serve!!

O tempo necessário para que os efeitos da medicação comecem a ser sentidos pode variar bastante. Dependendo da classe, alguns medicamentos podem começar a ter efeito dentro de 10 dias enquanto outros, como vortioxetina, podem demorar alguns meses de melhora lenta e gradual até que o efeito máximo seja sentido.

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O que é verdade para todos os antidepressivos é que é normal que o paciente não sinta diferença ou até tenha uma piora nos seus sintomas durante os momentos iniciais do tratamento, pois o cérebro ainda está aprendendo a lidar com as novas substâncias.

Tais medicamentos não curam a depressão ou qualquer outro transtorno mental, mas proporcionam a remissão completa dos sintomas, isto é manter a depressão controlada.

Contudo, isso não quer dizer que um paciente depressivo está condenado a utilizar antidepressivos pelo resto de sua vida, mas sim que o tratamento é crônico (mínimo de 1 ano) e pode demorar bastante até que o paciente tenha equilíbrio o suficiente para não precisar mais do medicamento.

Vale lembrar, também, que antidepressivos não são “pílulas da felicidade”. Eles não criam felicidade para pessoas depressivas e também não têm efeito positivo em pessoas não depressivas.

O que eles fazem é simplesmente regular a química cerebral, fazendo com que as sinapses funcionem adequadamente. Isso auxilia para que a pessoa tenha uma vida mais equilibrada.

Como os antidepressivos atuam no organismo?

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Os antidepressivos atuam em neurotransmissores, substâncias presentes no cérebro com a função de auxiliar na comunicação entre os neurônios. São popularmente chamados de “mensageiros”.

Muitos deles são reguladores de humor e outras funções, como o sono, a libido, o apetite etc.

Nos estados depressivos, é comum que os pacientes apresentem certa deficiência de alguns neurotransmissores em certas áreas do cérebro. Um deles é a serotonina. Outros neurotransmissores em desequilíbrio na depressão são a noradrenalina e a dopamina.

Sendo assim, os antidepressivos agem aumentando a disponibilidade desses neurotransmissores na fenda sináptica, um espaço entre os neurônios pelo qual os neurotransmissores trafegam.

Quando o neurotransmissor é liberado por um neurônio, ele pode ter dois destinos:

➥ É captado pelos receptores do outro neurônio, após cruzar toda a fenda sináptica;
➥ É recaptado pelo próprio neurônio que o emitiu e depois destruído por uma enzima.
➥ É justamente nesse sistema de recaptação que a maior parte dos antidepressivos agem, buscando diminuir a quantidade de neurotransmissores recaptados e destruídos.

Tipos de antidepressivos.

Nem todo antidepressivo é igual e funciona bem para todas as pessoas. Pelo contrário, é comum que sejam feitas várias trocas na medicação até conseguir encontrar o antidepressivo ao qual o paciente melhor se adapta.

Os tipos de antidepressivos presentes no mercado são:

Antidepressivos tricíclicos (ADT)

Esses foram os primeiros antidepressivos a serem descobertos, lá na década de 1950. Seu nome deriva da presença de 3 anéis de carbono na composição. Eles atuam aumentando a disponibilidade cerebral de serotonina, noradrenalina e, em menor escala, dopamina.

Inibidores da monoaminoxidase (IMAO)

Lembra que, após a recaptação, o neurotransmissor é destruído por uma enzima? Pois bem, os IMAOs atuam justamente inibindo essa enzima: a monoaminoxidase. Desta maneira, os neurotransmissores recaptados voltam a ser liberados na fenda sináptica, melhorando sua disponibilidade.

Tal enzima age sobre a serotonina, noradrenalina e dopamina, tornando este um antidepressivo que atua sobre diversos neurotransmissores. Seus efeitos podem ser tanto reversíveis quanto irreversíveis.

O problema é que os IMAOs interagem, também, com a tiramina, uma substância comum em vários tipos de queijos, carnes e bebidas alcoólicas. Essa interação resulta em crises de hipertensão e, por isso, a utilização desse tipo de antidepressivo é bastante limitada nos dias de hoje.      antidepressivo: Remédio antidepressivo para que serve!!

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Inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS)

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Atualmente, grande parte dos antidepressivos usados são ISRS. O nome é bem autoexplicativo: eles atuam inibindo a recaptação da serotonina. Sendo assim, esse neurotransmissor fica “solto” na fenda sináptica e, com o tempo, é captado pelos receptores no outro neurônio.

A grande vantagem dos ISRSs é que eles atuam somente sobre a serotonina, sem comprometer a disponibilidade de outros neurotransmissores.

Inibidores seletivos da recaptação de noradrenalina (ISRN)

Assim como os ISRS, os ISRN também inibem a recaptação de um neurotransmissor específico. No caso, a noradrenalina. São muito úteis nos casos em que o paciente não responde aos inibidores seletivos da recaptação de serotonina.

Inibidores seletivos da recaptação de dopamina (ISRD)

Um terceiro tipo de inibidor seletivo de recaptação age na dopamina, outro neurotransmissor. É mais indicado nos casos de pacientes que sofrem com efeitos colaterais serotoninérgicos, ou seja, relacionadas ao aumento da disponibilidade de serotonina, como a ejaculação retardada.

Inibidores seletivos de recaptação da serotonina e noradrenalina (ISRSN)

Os ISRSN agem inibindo a recaptação tanto de serotonina quanto noradrenalina, mas não têm efeito na dopamina. Sendo assim, ele age de maneira semelhante aos antidepressivos tricíclicos, mas não apresenta tantos efeitos colaterais.

Antidepressivos tetracíclicos.

Os antidepressivos tetracíclicos são considerados uma evolução dos tricíclicos, ao passo em que apresentam menos efeitos colaterais e também agem sobre diversos neurotransmissores. São usados como uma terceira alternativa, quando o paciente não responde aos tratamentos com ISRS e ISRN.

Este tipo age inibindo tanto a captação quanto recaptação de diversos neurotransmissores, mas mantém alguns receptores específicos abertos para que eles possam captar os neurotransmissores livres na fenda sináptica.

Ele possui efeito analgésico e sedativo, podendo, também, potencializar os efeitos indesejáveis do álcool, o que torna o consumo de bebidas alcoólicas ainda mais perigoso.

Antidepressivos atípicos.

Existem ainda outros antidepressivos que atuam com mecanismos específicos, diferentes de todos os citados acima. Dentre os medicamentos disponíveis no mercado, normalmente esses princípios ativos são os únicos representantes de suas classes. Dentre eles, podemos destacar:

➥ Valdoxan (Agomelatina);
➥ Donaren (Trazodona);
➥ Vortioxetina (Brintellix).

Atenção!

NUNCA se automedique ou interrompa o uso de um medicamento sem antes consultar um médico. Somente ele poderá dizer qual medicamento, dosagem e duração do tratamento é o mais indicado para o seu caso em específico. As informações contidas neste site têm apenas a intenção de informar, não pretendendo, de forma alguma, substituir as orientações de um especialista ou servir como recomendação para qualquer tipo de tratamento. Siga sempre as instruções da bula e, se os sintomas persistirem, procure orientação médica ou farmacêutica.

Indicações: quando se deve tomar antidepressivos?

Apesar do nome, os antidepressivos não são indicados apenas para casos de depressão. De fato, esses medicamentos são utilizados no tratamento de outros transtornos mentais e até mesmo para auxiliar em doenças neurológicas, como o mal de Parkinson.

Os antidepressivos são comumente indicados nas seguintes condições:

Transtornos depressivos.

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Os transtornos depressivos podem ser caracterizados como transtornos afetivos e, em sua maioria, caracterizados por uma tristeza profunda e prolongada, desânimo para realizar as atividades de interesse, estresse, apatia, entre outros.

Eles englobam a depressão maior, distimia, depressão atípica, entre outros.

Outros transtornos afetivos.

Dentre os principais transtornos afetivos, podemos citar o transtorno bipolar. Pacientes com transtorno bipolar podem fazer o uso de antidepressivos para lidar com os episódios depressivos. No entanto, esses medicamentos devem ser administrados juntamente com estabilizadores de humor pois, caso contrário, o paciente pode entrar em episódios de mania.

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Transtornos de ansiedade.

Diversos transtornos de ansiedade, como o transtorno obsessivo-compulsivo, fobia social, transtorno de estresse pós-traumático e síndrome do pânico, podem ser tratados com antidepressivos.

Transtornos de personalidade.

Os transtornos de personalidade podem ser definidos como um grupo de desordens psiquiátricas em que o paciente possui traços emocionais e comportamentais atípicos, sendo muitas vezes inflexíveis e mal ajustados.

Nos casos de transtorno de personalidade, pode ser necessário o uso de medicamentos para aliviar sintomas depressivos advindos do transtorno.          antidepressivo: Remédio antidepressivo para que serve!!

Podem ser enquadrados nesse grupo o transtorno de personalidade borderline, o transtorno de personalidade histriônica e o transtorno de personalidade dependente.

Transtornos alimentares.

Os antidepressivos têm algum resultado no controle de transtornos como a compulsão alimentar e a bulimia nervosa.

Tabagismo, alcoolismo e dependência química.

Em estudos feitos com diversos voluntários, verificou-se que certos antidepressivos ajudam a superar alguns vícios, como o tabagismo, o alcoolismo e abuso de outras substâncias.

Não se sabe exatamente porquê os antidepressivos funcionam nesses casos, mas sabe-se que a bupropiona e a nortriptilina se mostraram eficazes na cessação do tabagismo mesmo em quem não tinha histórico de depressão.

Insônia.

Embora os medicamentos mais frequentemente prescritos para insônia sejam os benzodiazepínicos (substâncias que agem na ansiedade), os antidepressivos podem, por vezes, auxiliar em crises de insônia em alguns pacientes.

Dores crônicas neurológicas.

Os antidepressivos noradrenérgicos (que aumentam a disponibilidade de noradrenalina) ajudam no tratamento de dores crônicas neurológicas, como é o caso da fibromialgia.

Antidepressivos e Mal de Parkinson.

Um grande número dos pacientes que sofrem com o mal de Parkinson tem que lidar, também, com a depressão. Existem, também, estudos que dizem que o risco do desenvolvimento dessa doença está relacionada ao uso de antidepressivos.

Contudo, essa relação não é de causa e efeito, ou seja, os pacientes que acabam por desenvolver Parkinson não necessariamente o fizeram por conta do uso de antidepressivos.

Novas pesquisas mostram, também, que é possível fazer o uso de certos antidepressivos — como os ISRS, por exemplo — sem piorar os sintomas da doença.

Efeitos colaterais dos antidepressivos.

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Talvez o maior problema relacionado ao uso de antidepressivos são os temidos efeitos colaterais que, sejamos honestos, não são poucos.

Sendo assim, é importante que o paciente tenha noção do que pode acontecer com seu corpo ao fazer o uso dos antidepressivos, mas ele também deve saber quando não dá mais para suportar tais efeitos adversos.

Se você apresenta algum efeito colateral que realmente atrapalha sua vida, é hora de conversar com o psiquiatra a perguntar o que pode ser feito. Lembre-se dos seus direitos: você pode e deve recusar um tratamento se não estiver de acordo com ele, mas não se esqueça, também, que nesses casos você fica por sua conta e risco.

Os efeitos colaterais mais comuns dos antidepressivos são:

Efeitos anticolinérgicos.

Mais frequentes em pessoas que fazem o uso de antidepressivos tricíclicos (ADT), a intensidade desses sintomas costuma diminuir conforme o tempo ou de acordo com a diminuição da dose. Esses efeitos são:

➥ Boca seca;
➥ Visão borrada;
➥ Constipação (prisão de ventre);
➥ Retenção urinária;
➥ Aumento da frequência cardíaca;
➥ Tremores e movimentos involuntários.
➥ Alterações na libido
Como diversos medicamentos agem na serotonina que regula, entre outros, a função sexual, pode ser que a vida sexual dê uma mudada com o uso de antidepressivos.

Durante o tratamento, a libido pode aumentar, por conta da melhora dos sintomas depressivos, ou diminuir, como efeito colateral do medicamento, sendo possível levar à redução do desejo sexual em homens e mulheres.

Síndrome de retirada abrupta.

Os antidepressivos podem levar a uma síndrome de retirada abrupta. Isso acontece, geralmente, quando o paciente interrompe o uso dos medicamentos repentinamente.

Por isso, é de extrema importância consultar um psiquiatra caso o paciente esteja interessado em parar ou diminuir a dose do medicamento. Assim, a interrupção do uso pode ser feita gradativamente, o que evita a síndrome de abstinência.

Do contrário, os sintomas dessa síndrome são:

➥ Vertigens e tonturas;
➥ Descoordenação motora;
➥ Fadiga e “moleza”, sintomas parecidos com o início de uma gripe;
➥ Distúrbios sensoriais, como parestesia (dormência);
➥ Alterações do sono, como insônia, sonolência ou pesadelos;
➥ Irritabilidade;
➥ Agitação;
➥ Ansiedade.
Esses sintomas costumam aparecer entre 1 e 10 dias após parar de tomar o medicamento. No caso da fluoxetina, a síndrome pode demorar até 2 semanas para começar a acontecer.

Em contrapartida, com os antidepressivos tricíclicos, a síndrome pode começar já nas primeiras 48 horas após a interrupção do uso, levando a uma hiperatividade colinérgica por conta de um efeito rebote (quando organismo tenta compensar aquilo que foi evitado por muito tempo como, no caso, a atividade colinérgica).

Os sintomas incluem ataques de pânico, arritmias cardíacas e delirium (confusão mental).

Crises hipertensivas.

No caso dos antidepressivos tricíclicos, a interação dos medicamentos com certos tipos de alimentos pode desencadear crises hipertensivas nos pacientes.

Tendência suicida.

Principalmente no começo do tratamento, os antidepressivos acabam aumentando a tendência suicida. Isso pode acontecer por vários motivos, incluindo:

O cérebro do paciente está tentando se adaptar às alterações químicas e isso pode resultar em comportamentos e pensamentos incomuns;
Num primeiro momento, o antidepressivo faz um efeito e dá energia ao paciente, fazendo com que ele consiga sair da depressão limitante. No entanto, o efeito não chegou ao máximo até então, e o paciente ainda tem sintomas de depressão, incluindo a ideação suicida. Com isso, as chances do paciente tentar algo autodestrutivo aumentam.
Nesses casos, o acompanhamento de um psicólogo no início do tratamento é imprescindível para que o paciente não tente nada que ponha sua vida em risco.            antidepressivo: Remédio antidepressivo para que serve!!

Como tomar?

Apenas um psiquiatra será capaz de dizer qual o tipo e a dose do antidepressivo adequado para você. Contudo, vale lembrar que o início e o término do tratamento com antidepressivos é sempre algo gradual, para evitar problemas como a síndrome de abstinência.

É provável que o psiquiatra prescreva uma dose reduzida nos primeiros dias e vá aumentando gradualmente ao longo das semanas de uso do medicamento. O mesmo será feito quando é hora de parar: o profissional deve diminuir a dose gradativamente.

Para exemplificar melhor, vamos olhar a história de Luís (nome fictício):

Recentemente, Luís percebeu que tinha sintomas depressivos e resolveu procurar ajuda. No psiquiatra, ele falou sobre seus sintomas e sobre sua vida, assim o profissional poderia ter certeza de que se trata de uma depressão e não de outra coisa.

Na hora de prescrever o medicamento, o psiquiatra disse para Luís tomar 10mg de um determinado antidepressivo durante a primeira semana e, na segunda semana, aumentar para 20mg. Pediu, também, que Luís anotasse quaisquer efeitos colaterais que viesse a perceber durante o uso do medicamento.

Por último, o psiquiatra pediu que Luís fizesse acompanhamento psicológico e trouxesse suas queixas para o psicólogo, um profissional capacitado para auxiliar pacientes durante a jornada do tratamento.

Após 2 anos tomando os antidepressivos e fazendo o acompanhamento, Luís e o psiquiatra resolveram que era a hora de parar. Porém, não basta apenas parar de tomar os comprimidos, pois isso poderia desencadear uma síndrome de abstinência.

Sendo assim, o psiquiatra pediu que Luís continuasse tomando os 20mg durante uma semana, depois passasse 2 semanas tomando uma dose de 10mg e, depois, mais duas semanas tomando uma dose de 5mg por dia, e assim parar completamente.

Por quanto tempo deve-se tomar antidepressivos?

É difícil estimar por quanto tempo alguém irá tomar um antidepressivo, pois tudo depende do distúrbio que acomete o indivíduo, a maneira que seu organismo reage à medicação, entre outros fatores. Contudo, raramente um tratamento com antidepressivos irá durar menos de 6 meses.

Em casos de depressão endógena, ou seja, um tipo de de depressão no qual o problema é um desequilíbrio neuroquímico congênito, o paciente pode precisar da medicação pelo resto da vida.

Já em casos de depressão maior, que dura alguns meses, o paciente pode passar um ou dois anos tomando o medicamento e, depois, simplesmente não precisar mais.

Vale lembrar, também, que episódios depressivos podem acabar voltando, o que faz com que o paciente possa necessitar um tratamento com antidepressivos mais de uma vez durante sua vida.

Contraindicações.

Como qualquer medicamento, existem algumas contraindicações para o uso de antidepressivos. São elas:

Gravidez e lactação.

Alguns medicamentos podem passar da corrente sanguínea da mãe para o bebê, ou podem ser expelidos, também, pelo leite. Sendo assim, o uso de certos antidepressivos pode não ser recomendado durante esses períodos.

Uso concomitante ao álcool.

Se você precisa usar antidepressivos, o consumo de álcool não é indicado. Isso porque tanto o álcool quanto os antidepressivos são drogas depressoras do sistema nervoso central, ou seja, tornam o sistema nervoso central menos ativo.

Com isso, os efeitos do álcool podem ser potencializados e o paciente pode entrar em coma mais facilmente do que se não estivesse fazendo o uso desses medicamentos.

Curiosamente, os antidepressivos são usados para auxiliar no tratamento do alcoolismo. Por ser, também, uma droga depressora do sistema nervoso central, seu uso pode prevenir a abstinência do álcool.

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